Discutível mas imperdível, o discurso na Abertura Solene das Aulas de João Gabriel Silva, Reitor da Universidade de Coimbra.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Discutível mas imperdível, o discurso na Abertura Solene das Aulas de João Gabriel Silva, Reitor da Universidade de Coimbra.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
É caso para dizer: – MAGNIFICO!
Os políticos se se quiseram dar ao incómodo de ver, ouvir e mastigar bem estas palavras, aprenderão muito. E bem precisam.
Olha, entäo o Reitor também é comuna! 😀
Por acaso é do PSD, é público.
Eu sei. 🙂
Estava a pensar nas pessoas que dizem “ai a outra recusou receber o prémio da mäo do Passos porque é comuna”.
Eu conheci um fulano que era do MIRN , no tempo do PREC, que dizia que uma filha dele, que era do então PPD, também era comuna. Portanto nada de admirar com comentários como esse do “príncipe”.
E eu conheço um gajo que sempre defendeu o modelo nórdico de social-democracia, e que quando explicava em que consistia esse modelo era logo tachado de “comuna”.
Aliás, ainda hoje.
Aliás, qualquer pessoa em Portugal que diga algo parecido com social-democracia (näo confundir com o PSD, que é neoliberal), é logo epitetada de comuna.
Ah! Esse tal gajo… sou eu! 😀
Deixo aqui uma leitura interessante a quem interessar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ironia