Belém, Lisboa, 21.Set.2012
© Sandra Bernardo
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Belém, Lisboa, 21.Set.2012
© Sandra Bernardo
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Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Poder ao povo e mai nada!!!
olha: não se esqueçam dos que arruinaram o lugar (ainda hoje aparece na imprensa que as acções do BCP que a CGD aceitou em troca para saldar a dívida do companheiro Berardo valiam 170 milhões e agora valem 7 milhões – parece que foi o Vara que as aceitou … ). Parece que “eles” agora tb se andam a manifestar para amandar o governo abaixo, ou seja, a incentivar pois eles não estão habituados a apertões (nem – ou mto menos – da justiça…). É fixe ter ficado bilionário e agora ver estas manifs todas… com jeitinho ainda voltamos “lá” para mais umas negociatas de biliões (pensam eles…)
ao menos que as manifs tenham servido para obrigar a encerrar ou vender (se alguém os quiser), os IP’s e as Fundações e as EP’s e EM’s , onde está toda a “boyzada” e o que o governo incompetente resiste a fechar ou vender pq depois deixa de haver lugares onde meter os “seus”, quando o tempo chegar. E já agora mais impostos sobre o “capitaL” como propôe a CGTP… Olhem que na França são 75% de impostos sobre salários e rendimentos acima de 1 milhão! Mas a França é a França: um país com história e relativamente desenvolvido. Nada que ver com esta ibéria ultra-periférica e feudal…. Era o que faltava se as manifs tivessem servido para manter tudo na mesma e logo condicionar despedimentos.
RTP2-21:40H-22 setembro-Apanha-me cavaquinho – que lindo – e tocam no Monte do Sossêgo onde estive e só havia uma lindíssima peça de artihara que era obra de arte – entre o litoral e o Monte – habia a “ilha da Madeira – hoje sem barracas de madeiras mas casas bonitas e e estes tocadore – como tudo mundou – que bom – vou ouvir gente de S.Vicente – mas ainda não mostraram de “frente” o Monte Cára – já constroem cavaquinhos – a garotada anda toda a aprender a tocar o cavaquinho tipo Bau nome de quem o adaptou ao que querem tocar – 4 cordas – lindo- o brasileiro é o mesmo que fez o 1º programa do cavaquinho do Brasil e andou à porcura do local oude nasceu (Braga daí o nome de Braguinha) + etc – que bom
RTP2-21:40H-22 setembro-Apanha-me cavaquinho – que lindo – e tocam no Monte do Sossêgo onde estive e só havia uma lindíssima peça de artihara que era obra de arte – entre o litoral e o Monte – habia a “ilha da Madeira – hoje sem barracas de madeiras mas casas bonitas e e estes tocadore – como tudo mundou – que bom – vou ouvir gente de S.Vicente – mas ainda não mostraram de “frente” o Monte Cára – já constroem cavaquinhos – a garotada anda toda a aprender a tocar o cavaquinho tipo Bau nome de quem o adaptou ao que querem tocar – 4 cordas – lindo- o brasileiro é o mesmo que fez o 1º programa do cavaquinho do Brasil e andou à porcura do local oude nasceu (Braga daí o nome de Braguinha) + etc – que bom
se pensa que cachaça é água — etc
Fui um dos que lá esteve, do início ao fim. Doeu-me muito ver o sorriso triste de Helena Roseta, a quem admiro imenso, em jeito de “esta geração tem muita força, mas…” . A situação está ao nível de uma tirania, pois o Povo tem o direito de abrir a boca, e eles fazem o que bem entenderem. Ora já na Idade Média se sabia que “taxation without representation is tyranny”, a nossa condição actual. Tenho mesmo a sensação que por lá pensam uma de duas coisas: ou “eles não se atrevem”, ou “eles só têm é de ouvir o nosso genial plano para relançar a economia exportando patas de varejeira”. Qualquer que seja, ficámos a saber que a República já não é nossa, e tudo pode acontecer, sobretudo o que de mal pode acontecer. O 21 de Setembro bem pode ter sido o último aviso de um Povo muito educado.