Germinal

ficha IMDb

Cique na imagem para  para ver

Sobre os contrastes e antagonismos sociais provocados pelo advento da industrialização, um grande filme hoje na net: Germinal, longa metragem de 1993 dirigida por Claude Berri a partir do romance oitocentista de Émile Zola. Com Gérard Depardieu no papel principal, o filme retrata as duras condições de trabalho dos mineiros em França e a exploração de que eram alvo. As condições nas minas – a humidade, o calor – os baixos salários, as primeiras greves e a formação dos movimentos sindicais. Vale a pena ver o filme todo.
Quanto à obra Germinal, fielmente transposta para o cinema, de notar que Zola viveu junto dos mineiros durante alguns meses para melhor compor o seu romance. O livro é hoje do domínio público e algumas das suas passagens são de leitura obrigatória nas aulas de História.
«Foi por essa época que Etienne começou a compreender as ideias que lhe fervilhavam na cabeça. Até então não passara de um revoltado instintivo absorvendo a surda fermentação dos companheiros. Uma gama variada de perguntas confusas não o deixava em paz: por que havia tanta miséria de um lado e tanta riqueza de outro? Por que estes tinham de viver escravizados àqueles, sem a menor esperança de um dia mudarem de posição?»

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 8 – A civilização industrial no século XIX Unidade 8.1. – O mundo industrializado

Comments


  1. Não vejo diferença com a industrialização do iniciar da indústria em Inglaterra – nem na mineralização de Wales que vi em Nova Gales em 1981 por onde andei de carro a ver aquele deserto – nem no que foi mostrado na áfrica do sul já este ano com a exploração de minas de prata por parte de ingleses e não sei como se trabalha no Alentejo ainda hoje nem como será quando os australianos vierem (já lá estão) nas minas de ouro – em 200 anos o homem explorador não muda – apenas refina – como tudo é do mais selvagemna exploração do coltan no Congo que deu e dá origen a guerra entre etnias e Clinton “não sabia” coitado e foi lá ver para acreditar – Se quizerem até mando imagens mas podem-nas ver na NET até, “os maiores buracos do mundo” – nem vale a pena pensar em como morreram porugueses nas minas de urânio e como estão os que não morreram e ainda lá vivem mas nem vida têm – para não falar em como ficam desmanteladas as paisagens que não são restauradas ao menos cobrindo de terra para os minerais revoltos não continuarem a evolar componentes cancerígenas – são outros holocaustos destes homens miseráveis que governam os mundos – e nem si para que servem tantas NGO de protecção do ambiente como a LPN + Quercus + Geota + Campo Aberto + Nómadas + outras que “tapam” a realiade com palavreado e vamos ver a exploração do mar e o seu crude em Peniche e Fgueira da Foz e todos vão ficar contentes com o “desenvolvimento” e de que fica com todos os lucros e desaparce deixando destruição e morte e eu preferia a praia e o surf – vão lá para Marte e não xateiem embora haja também bela image do pleta azul àvolta do quel gira um anel denso de porcaria dos instrumentos perdidos pelos astronautas ou o mar de plástcos no atLãntico norte de que há imagens vistas de satélite – nada evoluíu – só com um tsunami ou nem isso

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.