Quem defende os delinquentes comparece sempre no local do crime.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quem defende os delinquentes comparece sempre no local do crime.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Simplesmente não gosto, JJC, que Nababos historicamente mal comportados como o Soares autopsiado por Rui Mateus se pronunciem sobre delinquentes num Faís Podido. Em casa de fome, o mais natural é que a decência e a lei ganhem uma nova maleabilidade. A do desenrasca. É da natureza humana mandar a necessidade.
O Super-Maçonaria-Man Soares tem demasiadas responsabilidades nisto, tal como Cavavo e outros. Entre Machete e Soares não há a pontinha de uma diferença: são Paxás do Regime, Nababos da puta da “democracia” que tem sido muitíssimo boa mas só para eles. Ou não é esta um raio de uma “ditadura democrática” de quem mais rapou, como ele?!
Comparar Mário Soares a Pedro Passos Coelho é como comparar um vendedor de banha da cobra a um serial killer.
Mas para defender o serial killer vale tudo, não é Joaquim?
Não vale, João. Mas para atacar os actuais incumbentes na sua casca de noz, sim, vale tudo. Para Soares, nas suas queixas de Dono do Regime, sem dúvida, vale tudo. Uma vida a valer tudo.
Para distorcer factos, medidas, e nunca destrinçar o Trigo do Joio, e não dar por bom o que é bom e separar do que é mau, vale tudo. Oh, se vale, João.
Tem razão pelo que diz, e chega-me. Por outro lado há uma abissal diferença: Mário Soares é um democrata, com provas dadas. O PPC nem o que isso significa sabe, quanto mais praticá-lo.