Três Corruptos. Um Livro. Um Público.

friso de corruptosEra uma vez um simpático friso com três corruptos: Soares, Lula e Sócrates. Soares, com a EMAUDIO-Fax de Macau e outro tanto num longo currículo de nebulosidades negras, delinquentes, pelas quais nunca foi julgado ou demitido: ele é o Regime e o Regime geme na mão dele; Lula, com o Mensalão, um escândalo nacional a estarrecer o Brasil, esse imenso Portugal; Sócrates, com tudo e ainda mais, especialmente o tardo-cripto-burlo-keynesianismo 2008-2011 de encher pneus e atochar o recto dos amigos com o último dinheiro, vai-fechar, coisa que veio a revelar-se a Falência de um País, com suas malignas consequências, com os seus dez milhões de torturados, vítimas, danos colaterais.

Tudo malta de Esquerda, auto-proclamada de Esquerda, como quem foge da própria sombra e consciência. Ser de Esquerda lava. Mais branco. É livre-trânsito para foder com tudo e ficar a rir, próspero, luzidio, risonho. Três corruptos. Os três ricos. Ricos! O filho de Lula, de repente, tem mais gado e território que todo um Alentejo. Os outros arrotam dinheiro e pagam a Lula para fazer de conta que os bajula. Ser de Esquerda, dessa Esquerda, compensa. Todos anafados. Todos bem na vida. Todos impostores.

No meio daquela assistência pastosa, havia outro tanto em qualidade, dose e descaramento, com destaque para o grande sibilador beirão-interior Pinto Monteiro, nascido para empatar, obstaculizar e parir inquéritos de encher; a vozinha de hélio Noronha do Nascimento e Morte dos Processos, esse grande arquivador e recortador deles com x-acto e tesoura.

Eis a Esquerda. Sempre indecente. Sempre atrevida. Impante. Airosa. Próspera. Não passível de remoque porque é a Esquerda. E toda a gente fica a dever-lhe dinheiro, salamaleques e grandes prostrações no solo da sem-vergonha nacional e lusófona. Quem a ouve, ouve-a toda a dizer indignadíssima e apontando o dedo: «A Direita…» Não, meus senhores, a Esquerda! A Esquerda! E ainda, ávidos rapaces, acusam a elite angolana!

Comments


  1. Só 3? Está-se a esquecer de tantos…

  2. nightwishpt says:

    Depois de todo o reinado de Cavaco vem dizer coisas destas.
    Não te trates. Deixa lá a clubite.

    • nightwishpt says:

      Olhe, BPN, Banif, Lusoponte, Brisa, GPS, Tecnoforma e demais empresas de formação, submarinos, sobreiros, estudos e sociedades de advogados, alguma dessas palavras lhe diz alguma coisa?

      • joshua says:

        Pois, é um campeonato renhido. Mas imperdoável, ao contrário do que escreve Daniel Oliveira, é falir um País.


        • Como diz o povo, vão-se os anéis, fiquem os dedos. Falir um país não é imperdoável. Imperdoável é matá-lo.

        • nightwishpt says:

          Não foi Sócrates que faliu o país, foi o Euro. É assim tão difícil de perceber?


          • Para quem não quer perceber é difícil. Eu diria mesmo impossível. Mas só em sentido figurado se pode usar a expressão “falir” em relação a um país. Os países não são empresas, que quando vão à falência são liquidadas e deixam de existir. Na antiguidade, sim: quando uma nação falhava era invadida; tudo o que nela existia, quer se tratasse de propriedade pública ou privada, era confiscado; e parte da população era vendida como escrava. Há quem deseje voltar a esses tempos, mas não vai conseguir.


  3. O Almeida “Tantos” não foi? falta lá esse.


  4. Está bem, é o habitual: a direita é impoluta e a esquerda é corrupta. Adiante. Só um esclarecimento, os sibilados não são transmontanos, são da beira interior, tipicos do distrito da Guarda, por exemplo. O Pinto Monteiro é de Almeida. Vê-se que nunca conheceu nenhum transmontano, nem ninguém de Loures para cima, se calhar.

    • joshua says:

      Faltou-me a palavra beirão-interior. Acontece. Obrigado.


    • Corruptos são todos. A esquerda é circunstancialmente corrupta. A direita é estruturalmente corrupta, porque a corrupção é para a oligarquia uma condição estratégica de sobrevivência.


  5. Tem toda a razão. Tirou logo os três ao trio. Fácil e dá milhões que para quem ganha 295 é um azar do caraças que outros sigam a mesma linha, não é. Três? Que digo eu, há milhões de histórias para contar e a este ritmo não consegue dar vazão. Força aí companheiro, descarregue a caneta ou vai precisar de financiamento? Posso dar uma achega, tá.


  6. Para ser levado a sério o próximo post será sobre… estes 3:

    https://aventadores.files.wordpress.com/2012/01/cavaco-silva-dias-loureiro-duarte-lima.jpg


  7. Reblogueó esto en fermin mittilo.


  8. Sempre fica por explicar porque o ‘trabalho’ é sobre a tortura – tema inócuo para o país – quando sobre a corrupção tinha tanto a dizer de experiência feita.
    Os apresentadores teriam seguramente maior familariedade com o tema.
    Chicos-espertos no seu melhor!


    • Tema inócuo? A tortura nunca é um tema inócuo. Do mesmo modo que a corrupção é uma necessidade estratégica da oligarquia, a tortura é uma necessidade estratégica do Príncipe. Claro que é sempre possível, “em democracia”, dar a uma e a outra uma demão de verniz.

    • nightwishpt says:

      O gajo não pode fazer um mestrado sobre o que lhe apetecer?


  9. Mas olha, emu amigo Joshua, que antes um livro de uma tese de mestrado, quer dizer que estudou, do que uma licenciatura tirada ás três pancadas.

    • joshua says:

      Meu caro Daniel, com a catrefada de assessores, os valupis, que Sua Excelência Inefável arregimentou e paga a peso de ouro há anos, asseguro-te que ele poderia segregar teses, de três em três meses, e outros tantos livros.

      Quem nunca olhou a meios uma vez, jamais olhará a meios seja para o que for.


  10. Há muitas definições de corrupção. As definições jurídicas, não as conheço senão por alto: em primeiro lugar porque não sou jurista, e em segundo lugar porque variam de época para época e de país para país, tendo apenas em comum o facto de se destinarem, justamente, a proteger os corruptos.

    Definições políticas, conheço duas. São muito mais simples e óbvias que as jurídicas e não são necessariamente contraditórias entre si. Primeira: a corrupção é a convertibilidade recíproca entre poder económico e poder político. Segunda: a corrupção é o conjunto de tácticas que constituem, pela sua soma e interacção, a estratégia política necessária à sobrevivência das oligarquias económicas.

    De acordo com estas duas definições, estas três personagens são, com efeito, corruptas. Não podem deixar de o ser, dado que são, ou foram, políticos profissionais e não se pode fazer política profissional sem sujar as mãos.

    O que nos conduz a uma terceira ordem de definições, a que chamarei relativista. Neste âmbito, honesto é um político que procura ser o menos corrupto possível (sem nunca deixar de o ser), e corrupto é um político que procura tornar-se o mais rico possível (atingindo por vezes níveis de riqueza mais próprios dos oligarcas e tornando-se ele próprio um oligarca.) O habitat mais favorável a esta espécie – o político-oligarca, a que também se pode chamar o corrupto propriamente dito ou por excelência – é no momento histórico actual, o continente africano. E um espécimen que todos conhecemos é José Eduardo dos Santos.

    A definição relativista tem duas vantagens sobre as definições jurídicas e políticas. A primeira é que permite definir uma escala; a segunda é que permite atingir consensos, senão sobre os que estão nas zonas mais baixas da escala, pelo menos sobre os que estão na zona mais alta. Sócrates, Soares e Lula, pelo simples facto de não possuirem nada que se pareça com as imensas fortunas de um José Eduardo dos Santos, de um Américo Amorim ou dos irmãos Koch, fazem obviamente parte da “zona honesta” do espectro mesmo que não atinjam um intrinsecamente impossível zero absoluto.

    Já de um corrupto propriamente dito, ou corrupto por excelência, pode dizer-se categoricamente que é corrupto. Mais: pode dizer-se categoricamente, substantivando o adjectivo, que é UM corrupto, uma vez que é a corrupção E SÓ ELA que o define como político e como ser presumivelmente humano. Mais uma vez nos vem à ideia José Eduardo dos Santos.

    O que não tem nada a ver com corrupção (ou, se tem, gostava que me dissesse qual é o nexo lógico) é a sua estapafúrdia noção de tardo-cripto-burlo-keynesianismo. O keynesianismo não é tardio porque é ainda hoje o estado da arte (não tanto apesar da tentativa neoliberal de o desalojar dessa posição como, ironicamente, POR CAUSA dela); não é clandestino nem se esconde apesar de durante algum tempo ter tido uma boa razão para o fazer, nomeadamente a perseguição POLÍTICA e os saneamentos a que esteve sujeito nas instâncias de decisão financeira e, com vergonha o digo, na academia; não é uma burla, mas sim vítima duma, perpetrada contra ele POR ENCOMENDA das oligarquias pelos representantes de teorias económicas que não estão meramente erradas (como se vê claramente que estão) mas são fraudulentas de raiz. E ainda vai ser, mais uma vez, a única teoria que o capital será capaz de opor às consequências dos mercados tais como os definiram provisoriamente os seus bem-amados economistas clássicos e definitivamente o último e maior dentre estes, o mal-amado Karl Marx.

    O anti-keynesianismo neoliberal, ou austríaco, ou o raio que o parta, só dura enquanto não desabam sob o seu próprio peso as complexidades de relojoaria que laboriosamente constrói, como os astrónomos heliocentristas, para ir desajeitadamente acomodando uma realidade que é, como desde sempre, mais teimosa que os construtores de epiciclos.

    • joshua says:

      «Sócrates, Soares e Lula, pelo simples facto de não possuirem nada que se pareça com as imensas fortunas de um José Eduardo dos Santos, de um Américo Amorim ou dos irmãos Koch, fazem obviamente parte da “zona honesta” do espectro mesmo que não atinjam um intrinsecamente impossível zero absoluto.»

      Sócrates não é transparente sobre o que legitimamente possui ou não.

      E essa «zona honesta» da corrupção em que o meu caro leitor José Luís insere Sócrates tem o problema de, no caso dele e com a crise de 2008-2011, ter gerado consequências gravíssimas à escala portuguesa-europeia sobre o povo português no seu conjunto homólogos aos que José Eduardo dos Santos e a cúpula angolana porventura causarão ao povo angolano, privando-o da plenitude da democracia e da prosperidade ao apropriarem-se da parte de leão das riquezas e recursos do País.

      Repare na questão cristalina das PPP Rodoviárias cripto-tardo-negociadas nos últimos anos da anterior legislatura 2009-2011: seriam sempre facturas pesadíssimas para outros Governos se haverem e no entanto só a factura do próximo ano equivale ao valor de alguns dos cortes mais selváticos em pensões e salários de funcionários públicos previstos para o mesmo ano.

      Não podemos absolvê-lo. Nem amnistiá-lo. Para todos os efeitos, o decisor Sócrates trocou o nosso futuro pelo prato de lentilhas das sucessivas comissões em PPP e outros negócios ruinosos cujo pagamento hoje muita Esquerda imputa ao Governo Incumbente como se tivesse sido ele a assiná-las.

      Etc..

      • nightwishpt says:

        Comparado com acabar com o estado social e entregar tudo aos amigos do privado, isso são erros de arredondamento.


      • «Repare na questão cristalina das PPP Rodoviárias cripto-tardo-negociadas nos últimos anos da anterior legislatura 2009-2011: seriam sempre facturas pesadíssimas para outros Governos se haverem e no entanto só a factura do próximo ano equivale ao valor de alguns dos cortes mais selváticos em pensões e salários de funcionários públicos previstos para o mesmo ano.»

        Precisamente para casos como esse é que a teoria legal criou o conceito de dívida odiosa. O mesmo que pode ser utilizado para denunciar contratos, e até tratados, feitos sem o consentimento dos povos soberanos e em seu prejuízo.

        Para dar um exemplo: por todo o mundo estão a ser negociados tratados, e alguns já estão em vigor, que dão às «corporations» multinacionais o direito de pôr Estados Soberanos em tribunal pelos prejuízos sofridos, ou pelos lucros não realizados, em consequência das suas legislações internas. A Organização Mundial do Comércio é um dos vários instrumentos usados para forçar a obediência a este regime.

        O problema é que nada disto tem legitimidade, nem mesmo no plano formal. As empresas podem ter o poder, mais poder que as nações, mas não têm a soberania. No mundo moderno, as únicas entidades soberanas reconhecidas pela lei, pelos costumes e pela Ciência Política são os Povos. Daí que os Tratados, os Memorandos, as dívidas públicas possam sempre ser denunciadas no todo ou em parte. É neste pânico que vivem as oligarquias: que os povos digam, perante os “compromissos invioláveis” assumidos pelos governos, “Nós nunca autorizámos isso.”

        As PPP, rodoviárias ou outras, são apenas um caso particular duma disfunção política generalizada. Os beneficiários desta disfunção temem que se comece a falar menos em “direitos adquiridos” e mais em direitos legitima ou ilegitimamente constituídos. Não se trata aqui de retroactividade: se um direito ou um crédito já era ilegal ou ilegítimo à data da sua constituição, e contrário à vontade ou ao interesse do Soberano, pode sempre ser anulado. Digam os credores o que disserem e façam o que fizerem.

        Portugal não pode, unilateralmente, restaurar a soberania perdida pelo povo a favor das «corporations». Mas pode fazê-lo em conjunto com outros povos, que sentem o esbulho tão vivamente como nós e se perguntam, perante o que todos os dias lhes acontece, “quando foi que autorizámos isso”.

        Por alguma razão a oposição popular ao feudalismo corporativo vai adquirindo, nos EUA, contornos semelhantes aos da Revolução Francesa. As mãos sujas de José Sócrates dão-me menos nojo que as mãos limpíssimas das Marias Antonietas que governam a Europa. Se as coisas se encaminharem para onde parece – se não prevalecer no Atlântico-Norte o mesmo bom-senso Keynesiano que evitou que a Guerra Fria se tornasse quente – em breve veremos mãos muito mais sujas que as dele. E sujas, desta vez, de sangue.

        • joshua says:

          «Precisamente para casos como esse é que a teoria legal criou o conceito de dívida odiosa. O mesmo que pode ser utilizado para denunciar contratos, e até tratados, feitos sem o consentimento dos povos soberanos e em seu prejuízo.»

          A teoria legal pode ter criado conceitos consoladores, mas a prática mostra o quanto Governos eleitos imediatamente se colocam ao serviço do sistema nuclear suporte vital do nosso modo de vida. A Banca.

          Odiada. Cleptoprocedente, a Banca ainda é a base a partir da qual tudo o mais assenta. E é por isso que a dívida odiosa semeada pelo último Governo Sócrates, nos seus últimos-dias-de-Pompeia, é um bloco monolítico cujo peso nenhum chefe de Governo, este ou outro, poderá ou desejará pôr em causa, abrindo um precedente que nenhum chefe de Governo congénere está disposto a abrir. Afrontar a Banca, taxá-la, limitar-lhe a liberdade com que se gratifica leoninamente a si mesma, sentencia Governos até chegar o próximo líder pronto a contemporizar com ela.

          E assim sucessivamente.

          «Por alguma razão a oposição popular ao feudalismo corporativo vai adquirindo, nos EUA, contornos semelhantes aos da Revolução Francesa. As mãos sujas de José Sócrates dão-me menos nojo que as mãos limpíssimas das Marias Antonietas que governam a Europa. Se as coisas se encaminharem para onde parece – se não prevalecer no Atlântico-Norte o mesmo bom-senso Keynesiano que evitou que a Guerra Fria se tornasse quente – em breve veremos mãos muito mais sujas que as dele. E sujas, desta vez, de sangue.»

          Acredito na rebelião revolucionária dos Consumidores do Atlântico-Norte e no regresso ao básico humanístico e ao essencial minimalista para longe das derivas devoradoras com que pressionamos o Planeta para lá dos seus limites. A morte das Corporações talvez venha a ser a pulverização de um tipo oferta personalizada e próxima. Mas esse pioneirismo ambiental e cultural, comunicacional e neohumanista, terá de ser suave e sensato, sem sangue e sem vítimas porque a transformação cultural em decurso parte do amor à natureza, da preocupação por ela, e da busca de novas formas de vida em harmonia e respeito por ela. Nesse ponto, a União Europeia pode ser um foco de luz ao procurar fazer assentar a sua indústria numa base verde e ao tratar os seus lixos com extrema sofisticação. Em vez do keynesianismo, a nuclearização das economias, a sustentabilidade ambiental no plano micro e macro, o regresso ao meio rural. Nada de drástico. Nada que a própria perturbação climática não gere espontaneamente ao adaptativo ser humano.


  11. “Mas esse pioneirismo ambiental e cultural, comunicacional e neohumanista, terá de ser suave e sensato, sem sangue e sem vítimas porque a transformação cultural em decurso parte do amor à natureza, da preocupação por ela, e da busca de novas formas de vida em harmonia e respeito por ela:”

    Mas com certeza, caro sáurios/JoJo ,( amanhã outro nome, biblico,olha , porque não jesus , assim mais desportivo, ok?),mas é claro e uma enorme ” verdade”, que isto tem de ser feito sem “vitimas” não é? Aliás elas não existem actualmente.
    Os milhões de pessoas que hoje têm que sobreviver, olha, aguentam-se e (
    ( claro que, não são essas as vitimas a que o JOJO se refere, ou são? aposto que ,são mais os dogs e cats , não é JOjO? ai que bom que é ,ser “ambientalista e amiguinho dos animais… dá direito a cama, mesa e ainda roupa lavada, lá em Cima.) aguardam pelo redentor!!
    É assim como, sei lá eu, á espera de Godot,ou será da dona Constança?
    Divertida a “profunda” analise da treta do JOJO. Mas meu caro, não enganas ninguém com essa, até porque, tem mais de 2000 anos, e o resultado está á vista.

    Ps. Ó pessoal,neste Domingo tudo á missa, e de seguida bora lá plantar couves…tudo, claro está, com suavidade ,e muita sensatez ….


  12. Este lançamentp de um livro inóquo do autor Socartes considerado um grande
    corrupto e depravado , não passou de uma tentativa de lavagem de imagem de
    um dos mais indecentes políticos , ou seja de mais um delinquente .
    Esta lavagem de imagem , que não lavou nada , ainda agravou mais .
    Mário Soraes considerou o actual governo constituído por delinquentes , no que
    concordo , apesar de Soares não ter muita moral para falar , tanto mais que
    não teve coragem de considerar o falso engº Socartes também um delinquente
    só porque é da aula corrupta do PS , .
    Mário Soraes , Lula da Silva e Socartes têm todos rabos de palha na corrupção ,
    como este Governo e também o Cavaco .
    Conto lançar em breve um profundo estudo , se a saúde me ajudar , que ultima-
    mente me tem sido madrasta , amputaram-me , recentemente , mais um dedo .
    Desta vez o dedo grande do pé direito , tecnicamente chamado Hallux , devido a negllgência médica e de desumanismo destse políticos que me colocaram inten-
    cionalmente na miséria , sobretudo desde o tempo do Cavaquismo , passando
    pelo governo de Socartes e este actual .Em suma , por culpa das atitudes nojen-
    tas destes últimos dois Governos , cujos doentes é que pagam com o corpo as
    suas roubalheiras , para demonstrar que a maioria dos políticos não têm moral
    para falar . Nem todos serão paneleiros como Socartes , mas quase todos têm
    rabos de palha .
    O lançamento deste livro do Socrates , uma autêntica mentira , não o lavou
    ainda o sujou mais ,
    Só não vê quem não quer . De um momento para o outros arranja-se um casa-
    mento homossexual do Diogo Infante , que ele disse nunca ter conhecido e que
    foi nomeado director do Teatro D.Maria II , sem concurso público , isto para não
    falar em muitas outros casos . Mas que coincidências do caraças para lavar
    imagem de forma sinistra e bem arranjada com muitos colaboradores duvidosos
    e , certamente bem pagos .
    Quem tem sido vítima de tortura em democracia sou eu e muitos outros milhões
    de desgraçados . Não me obriguem a falar .


  13. Sabes uma coisa adorava estar frente a tua pessoa.Nem imaginas meu Cobardolas.Gente Salazarenta dão-me pica.Agora a sério,gostava mesmo.Sabes eu sou muito “democrata” com filhos da puta nazis.


  14. E mais ,sabes porque ladras aqui?Não?Eu explico;é por uma questão de má consciência dos donos desta tasca.É que eles pensam que se deve ser democrático com filhos da puta.Eu não….


  15. Não subscrevo nada nopost :nem a divisão/associação entre esquerda/direita #corrupção nem o uso de mentiras para definir ofilho de Lula que como sabe melhor que eu foram obrigados judicialmente e retratarem-se. O uso de jornalismo de sarjeta não é muito popular por aqui. Gostamos de informação séria/verdadeira e defendemos com unhas e dentes os nossos pontos de vista mas sem uso de mentira.

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