Viva a República
05/10/2014 by
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
viva a Republica gubernanda per regem. Viva a república para todos os portugueses e não o estado para os republicanos. Viva Portugal que faz hoje anos.
Não exageremos. Antes da República já havia Portugal. E não, não faz hoje anos, nem foi fundado por um tratado que nunca existiu.
O tratado não existiu, talvez uma conferência, um encontro de família, uma boys out night com o cardeal Guido travestido de madonna, o que queira, caro João. Portugal nasceu numa data. O 5 de outubro podia ser, ou um pouco antes. Nem o Guido, nem os primos o quiseram confirmar. O certo é que num 5 de outubro fizémos um disparate. Isso eu sei!
Este tipo não vale grande coisa nem é digno de crédito, sabe tudo só ele é dono da verdade, é um triste uma vergonha. Vai-te catar.
Ó Teodósio, cata-te tu, já que a República te faz cócegas.
Estou à espera que as virgens ofendidas – aquelas vestais rigoristas que, há uns dias, se insurgiram veementemente contra o “apagamento da História” que constituiria a remoção dos bustos dos três corta-fitas salazaristas – venham agora a terreiro vociferar as suas catilinárias contra o apagão feito ao feriado que comemorava o nascimento da ordem política em que vivemos. E espero que renovem a sua munição de indignação lá para o dia 1 de Dezembro. Enquanto aguardo, vou ali buscar uma confortável poltrona, e já venho…
E a propósito do cavacal discurso, culpando toda a gente mas sacudindo como é seu hábito a água do seu encharcado capote, vejo uma risonha e faceira “anedota”. d. teresa caeiro, fazendo coro com o “imóvel” no libelo acusatório a “quem faz promessas sabendo que não podem ser cumpridas” !
Ah,sim “Teresinha” ?
Então porque se senta, na A.R. na bancada do cds, o partido cúmplice do (des)governo das promessas não cumpridas pelo mentiroso de alto coturno, (e veremos “depois” se também vigarista…) coelho, esse “referencial de transparência”, tão transparente que já nem engana os “boys” e “girls” como a “teresinha”, os quais falam em sua defesa para não perderem os “tachos, as “panelas”, enfim, o “trem de cozinha” completo ?
Porque é que as “teresinhas” e os “teresinhos” insistem em pensar que podem continuar a enganar os Portugueses, e a insultá-los, chamando-lhes “parvos” !
É o feitiço do tacho… Por um lugar no poleiro estes meninos e estas meninas até vendiam as suas mãezinhas, não sem antes diligentemente perguntarem ao comprador se desejavam a peça inteira ou fatiada.
errata: “se desejava” e não “se desejavam”.
Reblogged this on O Retiro do Sossego.
Uma data algo agridoce, relembra-se o que foi feito e o tanto que ficou por fazer.
«Viva», a república? Nem por isso. É mais um cadáver que tarda em ser sepultado, ou, vá lá, um «morto-vivo» ainda não eliminado.
Já esteve falecida 48 anos e ressuscitou.
Infelizmente, não só não esteve falecida nesse período (Carmona, Craveiro Lopes, Thomaz, eram o quê? Sultões?) como deveria ter sido abortada logo na concepção. Concordo que a terceira, iniciada em 1974, foi menos má do que as anteriores, mas estes últimos anos têm sido penosos; enfim, já deu tudo o que tinha a dar.
Não eram sultões, eram fascistas e foram nomeados para o cargo, não foram eleitos. E as repúblicas ou são democráticas ou não são repúblicas. Estamos na II.
Mas não é de esperar, dada a a sua conhecida ignorância, estupidez e defesa encapotada desse mesmo regime fascista, que lá chegue.
E agora passe bem, que não ando com pachorra para discutir com a extrema-direita. Entretenham-se sozinhos.
Devolvo-lhe as atoardas de «ignorância» e «estupidez»: quem diz – e, aparentemente, acredita – que «as repúblicas ou são democráticas ou não são repúblicas» e que «estamos na II» pouco deve à inteligência ou à sensatez. Agora, mais grave – mas, infelizmente, previsível no seu caso – é recorrer à mentira: desafio-o a que demonstre que eu já fiz a «defesa do regime fascista», mesmo que de uma forma «encapotada». Fico à espera…