O graçolas

Há quem admire o estilo da criatura ( há gente para tudo ou “há de tudo nestes supermercados de Deus” como diz uma conhecida figura de banda desenhada). Mas os seus esforços para puxar o riso e a admiração basbaque dos seus limitados adeptos estão cada vez menos credíveis. A retórica e os efeitos de estilo pindéricos de Paulo Portas descem de nível dia a dia. Já só os indefectíveis e/ou os incuráveis idiotas acham graça às piadolas do paroquial comediante. Os jornalistas de serviço – uns com visível repugnância, outros com beata admiração – acotovelam-se para ouvir as palavras do graçolas. Mas o número está cada vez mais fraquito. As variações que o homem produziu ontem sobre a questão de género do nome do Syriza nem numa cena rasca de cabaret- piolho teriam lugar. A estrebaria cheira cada vez pior.

Comments


  1. Podíamos sempre mandá-lo levar num certo sítio, mas receio que, no caso dele, não fosse ofensa.
    Vale mais ignorar o animal irracional.


  2. Há um pressuposto de que em Portugal há dois tipos de eleitores: os esclarecidos politicamente e os outros. Tanto num caso como noutro, não entendo a razão de confiarem o voto a este cavalheiro. Os esclarecidos, deviam-no ser suficientemente bem para saber que o senhor é só retórica. Os não esclarecidos (que normalmente votam pela cara da pessoa) espantam-me ainda mais. Ninguém deveria julgar ninguém por impressionismos mas, que diabo, basta só olhar para Portas e ver-lhe o cinismo estampado no rosto. Será possível?!

  3. José Peralta says:

    E mais uma graça do “entertainer” do cabaret-piolho : “Ana Gomes, é mentirosa compulsiva” !!!!!

    Para quem vive de “casa e pucarinho” (não sejam maldosos…é só um dito popular ! ) mau grado aquele arrufo irr(a)vogável com o coelho, uma besta cuja vida é uma gigantesca, sórdida e compulsiva mentira que, paulatinamente tem destruido o País, dizer de, seja quem fôr, que é mentirosa compulsiva, é mais um “stand-up” decrépito e rasca do cabaret da côxa em que laboram estes abortos políticos…

    Há muito que perderam a dignidade, o sentido de Estado, a vergonha ? Não ! Não perderam…

    Não se perde aquilo que nunca se teve…

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