Procura-se Cidadão Português

1315/7- famille d' immigrés portugais dans bidonville de la région parisienne - 1964 ©Gerald Bloncourt

1315/7- famille d’ immigrés portugais dans bidonville de la région parisienne – 1964
©Gerald Bloncourt

Nascido em Portugal ou no ultramar nos últimos 30 a 45 anos que não tenha na sua família um único caso de emigração nos últimos 60 anos. Obrigado e podem juntar-se ao debate antes que o facebook pegue fogo.

Comments

  1. Rui Moringa says:

    Ninguém, na minha família foi imigrante. Sempre ficamos na nossa terra para o que desse e viesse.
    Há sempre que parta e sempre quem fique.
    Os migrantes são uma faceta (vítimas) da guerra em que a EU teima em não por cobro, juntamente com os USA. A pergunta impõem-se: Se a Líbia tivesse petróleo como seria?


  2. A Líbia tem petróleo


  3. Esta vaga de “refugiados” onde poucas crianças e mulheres vemos em relação ao astronómico numero de homens em idade de pegar em armas e lutar pelo que é deles é de desconfiar, é inacreditável como se tenta colar e comparar duas situações completamente incomparáveis, nós para onde vamos, temos bem cientes que temos que RESPEITAR e OBEDECER ás leis e forma de vida do país que nos acolhe coisa que aquela gente NÃO admite, nós não impomos o nosso estilo de vida nem exigimos impunidade para matar, violar, roubar e destruir tudo só porque a banda desenhada que lêem lhes diz para fazer porque um pedófilo assassino assim escrevinhou na porcaria de umas folhas de papel..em suma, nós portugueses somos bem vistos em todo o lado porque nos integramos mas eles são vistos como uma praga por alguma razão, são todos?..claro que não aliás a maioria são pessoas na verdadeira ascensão da palavra, mas, os radicais são ainda assim milhões…aos portuguesinhos politicamente correctos eu desejo do fundo do coração que quando os problemas aqui começarem, pois é uma questão de tempo, que os “coitadinhos dos refugiadosinhos” comecem por esses politicamente correctos da treta…

    • Margarida says:

      não seria mais útil saber distinguir migrantes de refugiados e de jihadistas? è que isto assim é muito confuso para todos. E não, não tenho dúvidas que haja jihadistas no meio disto tudo. Mas está preocupado em que eles venham para Portugal? Não se esqueça que nós somos um país periférico sem qualquer interesse para eles. Tem medo? Todos temos. É preciso aprender alguma coisa coisa com o medo. Mas eu se fosse asi não me assustava muito. É que não temos interesse para ninguém. O que é que temos para oferecer? Já pensou nisso???

    • José almeida says:

      Embora assim pareça, assim não é. Eles fogem da guerra ou da miséria de uma guerra que nos foi por eles provocada. A obrigação dos europeus é recebê-los, e participar na solução desta guerra entre os EUA e o Oriente. Os europeus têm que ser a voz mais importante na solução deste grande conflito, e não, esperar que eles façam o que entenderem por bem. A economia americana não para de crescer, e a Europa sempre entupida, porque haverão eles de mudar de política? A Europa tem que assumir as rédeas disto, porque o conflito é na Europa e nos seus estados vizinhos. Os EUA deveriam intervir se ou europeus solicitassem. Parece que esta tudo só contrário. Quanto aos possiveis infiltrados jihadistas, isso é uma falsa questão. Os terroristas infiltram-se onde querem e quando querem. São, infelizmente, prova disso, a enormidade de atentados depois do 11 de Setembro. Por isso, nós deveremos acolhe-los e tratar de resolver os problemas na origem deste fluxo migratório. Não podemos dar asilo só porque alguém, qualquer, tem 500 mil euros. Isto é solucionável com outras políticas,

    • Nightwish says:

      Eu tou mais preocupado com o terrorismo da Badofa, do Rodinhas, do Primeiro Mentiroso e do Irrevogável, sinceramente. Incomensuravelmente mais.

      • José almeida says:

        Concordo plenamente. Estas noticias servem mais para nos desviarem dos problemas reais do pais. Estupidamente estamos mais preocupados com os 3.000 migrantes que vamos acolher que com os cerca de 500.000 portugueses que foram obrigados a abandonar o país inóspito que os viu nascer.


    • Para que os outros aceitem os nossos valores é preciso mostra-lhes que é assim que queremos e é assim que fazemos. Para dar-lhes o exemplo do que são os nossos valores comecemos por os acolher de braços aberto porque são esses os nossos valores, os que defendem, entre outras coisas, a dignidade humana sem acepção de pessoas.
      A falta de respeito pelos nossos valores por parte desses imigrantes que vivem entre nós deve-se em muito ao facto de nós próprios não acreditarmos neles e não estarmos dispostos a defendê-los.

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.