Era óbvio que ia dar nisto

deputados psd escolhem direccao escola

Imagem: Jornal Público

A introdução do conceito de directores nas escolas e a sua forma de escolha foi a forma do braço partidário se consolidar nas escolas. Era óbvio que isto iria acontecer. Foi uma das batalhas de Maria de Lurdes Rodrigues e Crato limitou-se a continuar o serviço. Mais D, menos D, PS e PSD não diferem quanto a oferecerem os professores como saco de boxe para aqueles que anseiam por um bode expiatório dos problemas que, esses sim, os governos lhes criam.

Legislativas 2015: Sondagens mostram bipolarização num eleitorado bipolar

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Coligação PSD/CDS perde terreno para PS. Portanto, 70% dos eleitores acreditam que terão resultados diferentes continuando com com os políticos que, na sua alternância, nos trouxeram até aqui. E, destes, 35.3% querem continuar com o governo que lhes trouxe o aumento brutal de impostos, que foi além da troika porque acreditava que esse era o caminho para o país e que governou sistematicamente no limite e para além da lei.

Em circunstâncias normais estaríamos a discutir o tamanho da maioria absoluta do Partido Socialista, escreve o RMD. Acontece que não estamos em circunstâncias normais. Há o factor Cavaco Silva que fez toda a diferença. Um Presidente que fosse da República, em vez de o ser de uma facção, teria demitido este governo há muito. A bomba atómica foi usada antes e por muito menos, mas a dualidade de pensamento de Cavaco foi o garante de um governo que falhou todas as metas que se propôs atingir no início do seu mandato e que serviram de justificação para as opções ideológicas que foram tomadas.

António de Oliveira Portas

Lides domésticas, procriação e uma salva de “pelmas” para as mulheres a preto e branco. Amém.

Big Brother is watching you…

Começa-se com 2 mil euros. Um destes dias acabam por vigiar todos os apostadores, não importando se são pessoas idóneas ou suspeitos de actividades ilícitas. A União das Repúblicas Socialistas Europeias no seu pior

Por que não voltam os refugiados para o seu país?

Refugiados UPNRS

Oferece-se barco de borracha com quatro coletes salva-vidas a quem adivinhar quem vendeu a maioria das armas que deixaram a Síria neste estado, muitas delas hoje ao serviço do Estado Islâmico.

Como tudo era tão simples quando alguns ditadores tinham os amigos certos.

Imagem@Uma Página Numa Rede Social

Grexit foi só a fingir, até porque teria sido ilegal

Vítor Constâncio, vice-presidente do BCE, a um jornalista da Reuters.
[Romaric Godin | La Tribune]

LuxLeaks: «”O senhor Juncker deve estar a brincar connosco”,

Juncker-CTN-OK

comentava o eurodeputado Sven Giegold [alemão, Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia] por ocasião da passagem de Jean-Claude Juncker pela comissão de inquérito do Parlamento Europeu. Pois a acreditar no antigo chefe do governo e ministro das finanças do Luxemburgo [1989-2005], caiu do céu o sistema que permite que numerosas empresas multinacionais evitem ter de pagar impostos nos diferentes países europeus. Um dia, esse sistema estava lá e, uma vez que estava em vigor, os funcionários do fisco não tiveram escolha: foram mesmo obrigados a aplicá-lo, a esse sistema que funcionava formidavelmente bem. O que explica que a Apple, a Amazon, a Coca-Cola, a Ikea e várias outras multinacionais tenham escolhido o Grão-Ducado para ali instalar as suas sedes, criando empregos e contribuindo para a prosperidade do Luxemburgo. [Read more…]

Eles nunca sabem ao que vão

Passos

Numa entrevista conduzida pelo simpático e inofensivo Vítor Gonçalves, Pedro Passos Coelho passou ontem pelos estúdios da RTP para debitar as exactas mesmas coisas que tem dito todos os dias – com a excepção do nome de José Sócrates, por recomendação médica e imposição da malta que lhe diz o que deve dizer nestas coisas – pelo que não veio qualquer novidade ao mundo. A venda do Novo Banco não é nada com ele, Portugal está um espectáculo, visto das varandas da São Caetano e do Caldas, e a economia gera emprego cada vez menos precário, pelo menos no que às suas clientelas diz respeito. Tudo isto sem esquecer, claro, o momento kodak de António Costa no debate de hoje, que tanto gosta de falar de números apesar de se ter espalhado ao comprido nas contas sobre as prestações sociais. Passos, tal com Costa teria feito, não perdoou. [Read more…]

Redacção do jornal Observador. 7 curiosidades em que talvez não tenha reparado.

Às vezes mais vale rir.

E Europa não é para toda a vida

Europa

No dia em que Passos e Costa conseguiram finalmente debater – uma espécie de debate vá lá – a Europa, deixo-vos com esta capa do jornal I, evocativa do Tratado de Maastricht que, à semelhança de outros tratados, como o perigoso TTIP que está para chegar, foi debatido em circuito fechado pelas elites do costume. E mesmo estas apresentavam reservas dignas de registo, do “carácter perigoso” da “superioridade” alemã enunciado pelo irrevogável ao vaticínio do senhor Aníbal de que “Europa não é para toda a vida“. Estes radicais de esquerda…