Porque há de facto memória

Excelente recolha de declarações a recordar o desejo e apoio do PSD e CDS quanto à vinda da troika.

Comments

  1. Konigvs says:

    Chegados aqui, ao fundo do poço, acho que o que importaria era saber como sair dele vivo e não propriamente andar-se a discutir sobre quem nos atirou para dentro dele. Ouvir ideias para sair dele talvez fosse útil, ouvir os culpados tentar atribuir as culpas aos outros é sinal mais do que evidente que tão cedo não sairemos da merda onde ambos nos meteram.
    E por todo o lado só falam de costa & coelho uma qualquer sociedade que nos condenará a mais do mesmo. Nem uma palavra sobre um outro qualquer partido. Que os meios de comunicação social façam a propaganda do dono ainda é naquela, que em sítios mais independentes e divergentes como aqui, já chateia um bocado ouvir só falar em costa & coelho.
    Quantas novas entradas no Aventar há sobre todos os outros partidos e movimentos? Entendam que quando mais se falar de costa & coelho mais se faz aquilo que eles querem, que é, dar a entender que só existem duas opções para se votar. E eu sempre ouvi dizer que a melhor vingança é o esquecimento.
    Ao menos a outra despiu-se. Sim, está grávida e como todas as grávidas está feia e as hormonas não a deixam pensar, mas ao menos ao despir-se sempre se falou na líder do AGIR.

    • j. manuel cordeiro says:

      Tem razão. É fácil seguir a agenda do dia a dia.


  2. E é de realçar que foram os culpados do costume que além de terem criado as condições para que fossem necessárias medidas extraordinárias, efectivamente chamou a troika, mesmo não sendo sua a competência para tal -o Bush


  3. A prova dos factos: o PS quase duplicou a dívida pública?

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  1. […] Oficialmente, o programa irá esclarecer se “há interferência da política na justiça.”  Talvez Macedo venha à baila. É menos provável que Portas e Passos sejam tema. Mas, seguramente, Sócrates estará omnipresente. Antecipa-se que se assista à continuação da campanha da direita para manter o ex-primeiro-ministro na agenda, com o objectivo de o colar a Costa, assim criando o medo de um segundo resgate – apesar do último ter sido desejado e defendido pela direita. […]