A música que importa

“Imagina que não há países,
Não é difícil se tentares,
Nada por que matar ou morrer
E nada de religiões
Imagina todas as pessoas
A viver a sua vida em paz

Podes dizer que sou um sonhador
Mas não sou o único a sonhar
Espero que um dia te juntes a nós
E o mundo seja uno e apenas um”

John Lennon, Imagine, 1971
[adapt.]

Comments


  1. No cemitério.
    Pôrra para a letra fascizante de pensamento único.
    Viva a diversidade.


  2. A ver se eu entendo. Temos o PS e o PSD que defendem nos seus programas objectivos comuns, com métodos diferentes, e vêm para aqui gritar de alegria porque em vez de se juntarem para discutir o método para chegar ao objectivo comum, separaram-se e chamaram nomes um ao outro, e agora vêm para aqui com esta letra piegas?

  3. Maria João says:

    É preciso ser-se muitíssimo limitado para não associar a data da publicação deste post e o teor do mesmo…
    Santinhos …


    • A limitação vai para quem não consegue perceber que não vale a pena derramarmos lágrimas a apelar à fraternidade mundial, num momento como este, quando nos outros momentos, os mesmos que o fazem, enchem de insultos aqueles que pensam diferente. A tolerância não é apelos ao pensamento único mas à compreensão do outro. Isso é a fraternidade. Neste momento trágico e noutros, cujas causas se combatem no dia a dia nas pequenas quezílias do nosso quotidiano. Um abraço para si. E cuide dessa constipação.