Pol. What do you read my Lord?Ham. Words, words, words.— Shakespeare, “Hamlet” (Folio, 1623)
***
Como é sabido, iminente e não *eminente. Hoje, de novo, no sítio do costume.

Hoje? E ontem?

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Pol. What do you read my Lord?Ham. Words, words, words.— Shakespeare, “Hamlet” (Folio, 1623)
***
Como é sabido, iminente e não *eminente. Hoje, de novo, no sítio do costume.

Hoje? E ontem?


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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o problema é confundir “acordo e novas regras” com regras de ortografia simples…eminente e iminente deriva de erro de conhecimento de significado… pobre acordo que tem as costas largas…
O acordo não tem as costas largas. O acordo nem sequer tem costas, ou ponta por que se lhe pegue.
Antes do acordo (que nem sequer é acordo) já se escrevia e falava mal.
Mas agora, com esta tentativa de nos impingirem uma ortografia oriunda da mais profunda ignorância da Língua Portuguesa, as coisas pioraram, e o caos ortográfico instalou-se.
E aqueles que nunca souberam escrever, escudam-se neste AO, porque agora vale tudo, em Portugal como no Brasil.
Nos outros países lusófonos prevalece o bom senso.
helena, só para reforçar:
“O adjectivo eminente quer dizer «muito acima do que o que está em volta; proeminente, alto, elevado. Ex.: «torre eminente» ou «que é superior aos demais; sublime, excelente. Ex.: «mestre eminente».
Quanto ao (também) adjectivo iminente, significa «que ameaça se concretizar, que está a ponto de acontecer; próximo, imediato. Ex.: «desabamento iminente» (in Dicionário Eletrônico Houaiss).”
Obrigado, Francisco Miguel Valada. Obrigado, Aventar. Não podemos aceitar este AO90. Lutem, combatam, pela nossa Língua escrita. Eu sou funcionário público – João Mendes, lembras-te de mim?, não tenho partido – e recuso-me (despeçam-me, se quiserem) a escrever segundo esta aberração linguística. Recuso-me. Nunca minha vida me senti tão revoltado.
Bravo!