Planeta terra chama José Gomes Ferreira


jgf

via Facebook Ricardo Alves

Comments

  1. fleitao says:

    Mentalidade de pato bravo e está tudo ditto. São arrotos de novo rico. Deiam.lhe gasosas a beber, é do que precisa e gosta.

    • luis g. saraiva says:

      Os “Patos Bravos” é o que chamavam ás pessoas da zona de Tomar que foram para Lisboa trabalhar na construção civil, gente séria e honesta, sem a carga depreciava, que esta pessoa lhes quer dar, comparar aquelas gentes ao JGF é de todo ignóbil, exigindo-se no minimo ao autor um pedido de desculpas

  2. Conheço algumas empregadas de limpeza e vendedores com banca no mercado de peixe que, fruto do seu trabalho, vida dura e poupanças, passam agora à categoria de milionários. Realmente é bom saber que há um governo que nos promove.

    • Pedro says:

      Conhece empregadas de limpeza com casas de mais de 500 mil euros? Não uma, mas várias até? Eh carapau! E com jacuzzi com hidromassagem para relaxar no fim de um dia de esfregar o chão, não? E quanto é que essas empregadas de limpeza paga à sua mulher a dias?

      • Não escrevi casas de mais de 500 mil euros. Mas conheço quem conseguisse poupar para ter um prédio de rendimento, por exemplo, em Benfica, com 5, 6 apartamentos. Ou quem tenha conseguido poupar o suficiente, a lavar prédios em Paris, para salvar o património de família na aldeia, ter um apartamento na capital do distrito para a reforma, comprar um apartamento em Lisboa para os estudos dos filhos, e consiga comprar um apartamento para as férias com os netos no Algarve. É gente de vida esforçada que é, assim, penalizada. Outros, gastaram o dinheiro em passeios, férias, jóias, carros. Ficam a salvo. Por força da minha vida profissional, conheço muitos casos de emigrantes, e não só, que conseguiram um pecúlio patrimonial à custa de muito esforço, para que agora betinhos lhes venham chamar de milionários perdulários que têm de pagar impostos que outros não pagam. Alguém já se lembrou de dar a volta à reavaliação dos prédios rústicos, que estão há anos por avaliar?

        • Isso é tudo muito bonito (e real, até acredito) mas não tem nada a ver com aquilo que o JGF disse.

        • Pedro says:

          Xico, a mim não me dá lições de esforço, porque a minha mulher ganha dois euros à hora a fazer limpezas. “as mulheres de limpeza” que disse antes que conhece não eram os emigrantes, não me faça de parvo. Essas mulheres estão a leste desta discussão. E sim, em até tenho na família emigrantes com prédios de rendimento, alguns com quartos alugados a estudantes, que é uma mina. Porque é que não podem pagar mais imposto do que os outros? Você tem a noção de que mais de 80% da população não tem nada a vê com isto?

          • Nunca foi minha pretensão dar-lhe lições, até porque não o conheço. A sua família de emigrante com certeza paga mais imposto que você. Tem mais casas, paga mais imposto. Tem rendimentos, pague o imposto respetivo. Não sou contra isso. O que não concordo é com o plafond imposto. Gente com imobiliário no valor de 500 mil euros podem até estar fora de 80% da população, não duvido, mas muito foi conseguido com esforço e poupança. Não acho justo que sejam duplamente taxados. É só isso. Repare que sempre que aumenta impostos sobre coisas que não o rendimento, corre o risco de aumentar também a injustiça social. Entre os que gastaram o que ganharam e o que o pouparam para adquirir fontes de rendimento. Nada tenho contra a tributação do rendimento, mas sou contra a tributação do esforço de poupança. A história do Robin Hood nunca me convenceu, até porque a tributação do príncipe John se devia muito a pagar a libertação de Ricardo que andava em tropelias gastando o que tinha e o que não tinha. Mas o Ricardo é que é o bonzinho e o John o bandido.

          • xico, eu não diferencio entre emigrantes e não emigrantes, somos todos portugueses, uns com mais e outros com menos. O esforço não é para aqui chamado. Ou quer um mecanismo de correcção fiscal em nome do esforço? E não se preocupe, nem faça vitimizações em nome alheio, porque quem tem um património imobiliário com prédios de rendimentos e de férias está sempre melhor do que a grande maioria. Preocupe-se antes com quem tem pouco. se quiser, claro.

        • Manuel Rocha says:

          Boa tarde Sr Xico

          Compreendo a sua opinião, embora não concorde com ela.
          Mas a linhas tantas fala em “reavaliação dos prédios rústicos,”
          A discussão é sobre prédios para habitação e não “prédios rústicos”, que não são ao contrario do que parece dizer,serem casas de habitação em zonas rústicas, ou seja em aldeias.
          Não são casas de habitação
          Se for às Finanças eles la explicam-lhe a diferença entre um prédio rústico e um prédio urbano.
          Mas para lhe evitar a viagem aqui lhe transcrevo, as definições do que são :
          Prédio Rústico:
          Os prédios rústicos são os terrenos situados fora de um aglomerado urbano, que não estejam classificados como terrenos para construção, desde que tenham como destino o uso agrícola, tais como são considerados para efeitos de imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS), ou não se encontrem construídos ou disponham apenas de edifícios ou construções, sem autonomia económico e com um valor reduzido

          Prédio Urbano
          Prédio urbano é, portanto, aquele que se destina à habitação ou moradia, comércio, indústria, exercício de profissões, e assim por diante, esteja situado em zona rural ou urbana.

          Portanto, nós antes de falarmos do que não conhecemos, podemos ir à Internet ver o que significa.
          É que sabe, a Internet serve muito mais do para ir ao Facebook para encher os bolsos ao Zucherberg,

          Saudações

          • Sei muito bem o que é um prédio rústico e um prédio urbano. E sei muito bem a diferença entre um e outro. O que eu quis dizer foi: se há necessidade de aumentar a receita vinda dos impostos que se taxem convenientemente os prédios rústicos que estão por reavaliar há anos. Há proprietários que não pagam nada pelo rústico.

        • João Brás says:

          E puseram o que sobrou no BES e no Banif, Certo? Espertos.

  3. Este tambem não engana ninguem ; ainda não sabe que 97% do dinheiro que circula são dívidas e o respectivo negócio,já 500 anos Ac o sábio Solon dizia que as dívidas dos Estados são impagáveis ,porque conhecia a natureza humana e o seu egoísmo que levou a esta situação que se tenha repetido ao longo dos séculos até a “bolha” rebentar !!!

  4. Nascimento says:

    A este, no meu tempo de escola ( e não sou “velhinho”),, no recreio , só jogava a apanha bolas, e tinha que deixar metade do lanche á malta que a maezinha ou a avózinha lhe punha na lancheira. E como tem carinha de bufo, menino engraxador, ainda levava uns carolos se algum de nós tivesse de ir ao diretor da escola….
    Era um tempo de ” bullimg” pleno de ” afectos” prós betinhos paineleiros.
    Hoje estão como ratos em tudo o que é Poder e aposto que lhes ” faltou” uns estalos nas fuças em seu devido tempo…aposto. Agora? É tarde, Vivemos tempos de plena hipócrisia democrática. Ai de alguêm que se atreva hoje a dizer o que lhe vai no ” estomago”! A afirmar, por exemplo ,que lhe apetece dar um murro nos cornos a um ou a uma declarada filho/a da Puta!!! Nã senhor dizem logo os “democraras de esquerda”… devemos nos ” respeitar” e ser amiguimhos de quem nos pisa TODOS OS DIAS!!! E com um sorrisinho na cara!!Sabem uma coisa ? Badamerda.

  5. JgMenos says:

    Ávante!
    Mais impostos e mais despesa é o que o país precisa!
    Começa-se em 500.000 e logo verificaremos que há dinheiro a cobrar nos 400.000; e bem vistas as coisas qualquer português com casa acima dos 150.000 é já um privilegiado..
    Mais adiante surgirá a pergunta: quantas refeições tem por dia?
    Construir a Igualdade é um processo por fases nem sempre compreendido.

    • Martinhopm says:

      Queria que se continuasse a taxar os rendimentos do trabalho, os pensionistas e os desempregados?! Amigo, trabalhei uma vida inteira. Descontei uma vida inteira sobre o que efectivamente ganhava. O que é que tenho hoje? Um casa de 100.000 euros? Um carro de 12.500 euros? E dificuldades? Já não falo de todos os outros que recebem muito menos do que eu. Bem sei que para o ‘Opus Dei’, João César das Neves, «a maior parte dos reformados não são pobres, fingem». Ou para o deputado do PSD pela Guarda, Carlos Peixoto, os reformados fazem parte da «peste grisalha», e «contaminam e fazem apodrecer a Pátria». O homem não será filho de gente? Terá nascido por geração espontânea? É por estas e por outras que dispenso o farsolas de Massamá + Marilú, a dos ‘swaps’ + o maçon Montenegro + o Big Mac e outros que tais! Prefiro dar o benefício da dúvida a quem lá está. Demos tempo ao tempo. O que vier, virá!

  6. Martinhopm says:

    SIC e SIC-Notícias, porta-voz oficial do PSD! Este zé-ninguém que renega as suas humildes origens, agora que se vê com algum poder, influência e dinheiro, deveria ter tento na língua. «Se é pelo agregado, facilmente se atinge os 500 mil euros»: mas o homem vive em que país?! Conhecerá ele o país real?! Não o estará a ver com pala ou de antolhos? Não passa, no fim de contas, de um pobre diabo, digno de pena, de cócoras perante o ‘boss’.. Podia restar-lhe algum brio. Mas não, hipotecou vida, pensamento e independência à barriga cheia.

  7. Manuel Rocha says:

    Para um partido (PPD), que andou juntamente com o CDS a extorquir dinheiro dos desgraçados com reformas de 400 €, é preciso ter lata para vir agora reclamar que este Governo vai taxar o património predial com mais de 500 mil euros.
    É claro que uma das maneiras mais eficientes de terem audiência é utilizarem o Laranja Canal e os “empregados” que lá têm.
    Mas esta, tal como à campanha de apoio aos “Jesuitas” no caso dos Colégios, não creio que vá ter muito apoio dos Portugueses, que ganham entre o ordenado mínimo e 800 € e que se vêm aflitos para pagar o seu apartamento. E estes são a maioria. Tenho constatado isso em conversas com pessoas dessa faixa económica, muitas das quais votaram e votam “Laranja”.
    É claro que a Srª Ex ministra das Finanças, a quem de certo não tirou o sono, baixar a reforma dos pensionistas pobres, anda agora toda preocupada com as pessoas que têm património habitacional de mais de 500 mil Euros. Isto sem a casa própria.
    Mas, essas pessoas, adepta do ~”Estado Laranja”, de modo semelhante ao que os Salazaristas diziam antes do 25 de Abril, que quem os combatia era “politico”, mas que Salazar não, dizem agora em que as medidas propostas por este Governo, são ideológicas. Ouvi essa hoje a um empregado deles na Antena 1.
    As roubalheiras que fizeram aos pobres, durante 4 anos, não. Essas foram de “interesse nacional”.

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