O título é do SOL e tem pouco para contar. Traduzindo é isto, o que tem graça.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Passos Coelho tinha razão: não há meio de haver um investidor que queira pôr o seu dinheiro neste país controlado por comunistas e bloquistas. O Diabo espreita ao virar da esquina e os investidores fogem a sete pés. Perante esta verdade absoluta da Igreja do Neoliberalismo da Catástrofe dos Últimos Dias, o acordo firmado entre trabalhadores e administração da Renault Cacia só pode ser compreendido à luz de um qualquer esquema totalitário, assente no recurso à violência mais atroz. [Read more…]
Vi ontem um substancial naco da televisão francesa, incluído no serviço noticioso de uma hora que em Paris, creio, passa às 19 horas e no Canadá ao meio dia. Adianto estes pormenores de horário para se apreciar que audiências apanha. Pois, como ia dizendo, desta vez, o naco foi condimentado por um Prof. de Direito Europeu, em Paris, que desancou o Barroso e depois, com um sorrisinho entendido, explicou que o primeiro ataque de Juncker esperava por uma reacção em cadeia dos dirigentes dos países membros mas, afinal, só Hollande é que se chegou à frente. Dito à nossa moda do Ribatejo: foi uma pega dum maluco e dum rabejador que o safou de ficar ensarilhado nos cornos do animal. Coisa mais sem jeito. Ora, se somarmos tudo quanto já se disse e escreveu sobre a nobre escolha de emprego do Barroso, levantam-se umas perguntas: a Goldman Sachs ainda o quer? Ainda serve para alguma coisa? Perguntas mais sérias do que parecem. Se, de facto, a Goldman Sachs persistir em ter o figurão nas suas hostes, então aquilo não é namoro recente. É mancebia antiga. Daquelas que custam mais a a acabar do que um casamento canónico.
jornalismo isento é isto.

Foi assim rotulado e por comodidade, assim fica. Mas não foi um debate. Foi o ataque enervado dum gaioleiro a uma intelectual que se manteve em pose de chefe de estado, dum pato bravo sem cultura nem educação a uma política que sabe não responder a provocações. São dois mundos opostos. Ao eleitorado cabe escolher. Em termos gerais, Hillary foi superior e é bem possível que tenha sensibilizado os indecisos: deixou claro que vem duma família onde se trabalhava duramente, ao passo que Trump vem dos milhões dados pelo pai e arranjados em negócios de que se recusa a mostrar a declaração de impostos. Trump é assim um Passos Coelho de marrafa loira para disfarçar a careca que aparece, tomando a mesma oratória catrastrofista do homem de Massamá. Antes dele foi tudo uma desgraça e ele é o salvador. Vamos ver o que isto dá. É bom não esquecer que há uma grande massa de gente atrasada e desinformda que vota.
Este mal menor que nos governa, com o seu jogo de cintura, algo tem feito por exorcizar o clima de expiação que nos impuseram a pretexto da chantagem financeira de fomos alvo. Mas, ó esquerdalho, olha que dívida atinge valores insuportáveis e o crescimento é endémico, parece-me ouvir do lado dos Cavaleiros do Apocalipse, como se esta não fosse a letra de um fado tocado diariamente nos tempos dos adoradores da troika.
Apesar deste ar menos pesado, há erros que se cometem e que não podem passar em branco. Sendo certo que, para a oposição, tudo é um erro, pelo simples facto de não serem governo, a intenção do governo se preparar para meter o fisco a bisbilhotar as contas bancárias dos portugueses é um sinal muito preocupante e um erro a combater. Foi por prepotências destas, como o projecto das matrículas automóveis com chip, para citar um exemplo do mesmo campo do ataque à privacidade, que o governo de Sócrates acabou odiado. Esta medida é um acto de oportunismo, em que uma directiva europeia que obriga os estados membros a reportarem saldos bancários dos cidadãos estrangeiros a viver no país, quando superiores a 50 mil euros, está a ser alargada, por decisão do governo, a todos os portugueses. E para quê? Diz o governo que é para prevenir a evasão fiscal, como se não fosse actualmente possível levantar o sigilo bancário quando exista suspeita de crime fiscal. A aprovação desta lei será mais um passo no sistema de culpado até prova em contrário, o regime de excepção em que a máquina fiscal se vai transformando. [Read more…]
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
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