
‘Waves’ – school ‘Lourdes’ – Torrelodones, Madrid, Abril de 2o15. O projecto FUNNYCROSS usa passadeiras para intervir na paisagem urbana.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

‘Waves’ – school ‘Lourdes’ – Torrelodones, Madrid, Abril de 2o15. O projecto FUNNYCROSS usa passadeiras para intervir na paisagem urbana.

“Very important classe media“, de João Quadros, que se pode ilustrar assim:

Mais um excelente trabalho do Luís Vargas, que coloca, preto no branco, o resultado de uma governação que empobreceu o país e o tornou mais desigual. Recomenda-se a visualização deste curto vídeo para um melhor entendimento daquela que é a verdadeira herança deixada pela coligação PSD/CDS-PP. Um enorme fosso entre um país com uma arma apontada à cabeça e uma pequena elite imune a sacrifícios. Social-democracia? Yeah, right…

Nem vou perder tempo com a forma reles e baixa como a revista Sábado procura transformar as declarações da Mariana Mortágua num ataque a quem poupa, como se as mesmas visassem o comum dos mortais que, ao longo de uma vida de trabalho, acumulou um pequeno pé-de-meia. Só quem está nisto de má-fé pode afirmar tal barbaridade. Mas usar o pai da deputada do BE para justificar este pseudo-argumento, como se Mariana Mortágua fosse responsável por aquilo que o pai fez ou deixou de fazer, está ao nível do mais tóxico esgoto jornalístico. Isto sim, é deprimente. E perigoso.
“Não disparem. Ele não tem nenhuma arma”, ouve-se no vídeo gravado no telemóvel de Rakeyia Scott, esposa de Keith Lamont Scott, morto a tiro pela polícia de Charlotte.
Apesar dos factos obscuros que envolvem o caso, é o registo criminal de Keith Lamont Scott que se tornou o ponto focal da imprensa de direita norte-americana.

Carlos Carreiras, coordenador autáquico do PSD, e Isaltino Morais, retratado no seu livro
É a conclusão que se tira quando, por declarações do próprio à comunicação social, se sabe que Isaltino Morais foi convidado a regressar à Câmara de Oeiras pelo PSD e recusou. Mai nada. Passos Coelho e Paulo Portas não se ficaram só por lançar o povo na fome, também levaram os seus partidos à miséria da falta de credibilidade. Nem os compagnons de route já os querem. Noutro tempo, eram partidos em que pontificavam pessoas que, ao menos, tinham brilho académico e boas maneiras. Agora, não têm ponta por onde se lhes pegue. Uma cambada. Terão razão os que ao anterior regime chamam Outra Senhora e ao actual, Esta Gaja? Porque, na verdade, é de gajos e gajas que falamos quando apontamos a PAF.

Este indivíduo sinistro é Kay Nerstheimer, membro do partido alemão de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (Alternative für Deutschland – AfD), recentemente eleito para o parlamento de Berlim, nas regionais alemãs.
Entre os seus contributos para um melhor entendimento dos tempos que vivemos, Nerstheimer apresenta-se como um orgulhoso defensor da herança nazi, alinhando em teses alucinadas que procuram transformar Adolf Hitler numa vítima da Segunda Guerra Mundial, atribuindo culpas à Polónia.
É nestes momentos que sinto alguma pena de certas individualidades académicas e das suas comparações entre trogloditas como este e outros anormais, como Trump ou Viktor Orbán, e governantes da nova esquerda europeia como Alexis Tsipras. Como se extrema-direita, racista, xenófoba e apologista da violência, tivesse paralelo com qualquer governo de esquerda na Europa. Como se o elogio nazi fosse comparável à luta contra o radicalismo neoliberal.

Subir Lall sabe muito bem que as contas de 2015 foram aldrabadas com a manipulação dos reembolsos do IVA, bem como com taxas de retenção na fonte de IRS muito superiores às devidas, com o objectivo de empolar as receitas fiscais de 2015. Porque é que o senhor Subir Lall ficou calado em 2015 e aparece agora a dar conselhos? Porque é que diz que uma boa parte do défice qe se venha a registar em 2016 resulta do grande volume de receita negativa (reembolsos de IVA e IRS transferidos para 2016) varrida para debaixo do tapete do OE de 2016? [Blog O Jumento]
Mais umas perguntas a juntar a (mais) um relatório do FMI.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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