Um fiasco que custou 35 milhões de euros


O Jornal A Marca já capitalizou sobre André Gomes. Eu bem avisei.

Comments

  1. tá bem tá says:

    que doença.

  2. Pró ano há mais says:

    Tadinho. Deita tudo cá pra fora que isso passa, filho, vá lá.
    Pronto. Tás tristinho de perderes o campeonato ?
    Pronto. Pró ano há mais.

  3. Konigvs says:

    Eu não tenho televisão, mas vejo um ou outro jogo que das competições europeias com os meus pais. Vi a campanha do Benfica com André Gomes que chegou à final da Liga Europa. Dele sempre se disse maravilhas, que é uma excelente pessoa, e, depois que marcou um golo ao Porto na, muitos benfiquistas passaram a idolatrá-lo. Quando ouvi que foi para o Barcelona por 60M€, dei a mão à palmatória, “deve ser bem diferente daquilo que eu vi no Benfica, e nas seleções, primeiro a Sub-21 e depois na que se sagrou campeã da Europa”.

    Pode ser muito bom rapaz, ter uma técnica muito apurada, mas a mim, do pouco que vi, sempre me irritou a forma dele a jogar e nunca ali vi nada que justificasse que alguém desse 15M€, tanto que na altura achei que o Benfica tinha feito um negócio do outro mundo! (e claro que eu não acredito que ele tenha sido vendido por 15M€. Nem ele, nem o Cavaleiro, nem o Cancelo, nem o Bernardo. Mas isso também ainda ajuda a enterrar mais o mestre da tática, que não vê um burro à frente dos olhos…)

    • De acordo até às últimas duas linhas: o mestre da táctica pouco lhe tocou nos anos em que o André Gomes esteve no Benfica. Foi uma das raras vendas que não teve o dedo do Jorge Jesus. Na altura, muitos dos críticos até perguntaram o porquê de Jorge Jesus não apostar mais no André Gomes.

      • Konigvs says:

        Estás a confundir. O André Gomes (fui confirmar a estatística) fez 23 jogos pelo Benfica 2013/14 (1391 minutos). Eu lembro-me dele nos jogos da Liga Europa, e de estar sistematicamente a enterrar a equipa com perdas de bola que não lembravam ao Diabo, por exemplo, na eliminatória com a Juventus.

        • Sabendo que o Benfica fez (também fui ver as estatísticas) 54 jogos nessa temporada, não foi uma utilização por aí além. Lembro-me que nessa temporada ele foi muitas vezes utilizado como titular nos jogos da Taça e da Taça da Liga. Na maior parte dos restantes jogos em que foi utilizado, saiu sempre do banco nos últimos minutos.
          Ele perde muitas bolas porque é um jogador lento de processos e muito pouco objectivo. Não é aquele médio capaz de ser rápido a pensar jogo quando a bola lhe chega aos pés. Prende em demasia a bola e quando vê já está cercado de adversários. Depois tem muitas dificuldades em libertar-se de situações de pressão. Esse é o grande défice do jogador e agora já é difícil corrigi-lo a esse respeito. Porque se ele fosse ligeiramente mais rápido a soltar a bola, com a visão de jogo que ele tem e com a qualidade técnica de recepção e passe que ele tem, seria um jogador fenomenal.

          Por vezes ele faz-me lembrar o Rui Costa. Os mesmos pormenores técnicos, a mesma capacidade de drible sobre os adversários, as mesmas caixinhas quando era pressionado e por vezes a mesma propensão para congelar o jogo da equipa, facto que não lhe abona nada. A única diferença entre os dois é que o Rui Costa adaptava-se facilmente à velocidade que o jogo exigia dele, conseguia sempre libertar-se dos momentos de pressão adversária e olhar o jogo de frente e era fenomenal nas situações de transição em contra-ataque.

          • Konigvs says:

            23 jogos são muitos jogos! Bem mais que a meia dúzia de minutos que deu ao Guedes para depois se vir gabar que foi ele que o “lançou”!
            O André Gomes também ainda só tem 23 anos, é novo, pode crescer muito mais, mas a nível de velocidade duvido que vá dar muito mais que aquilo.
            Outro jogador len-ti-nho era o Pedro Barbosa. Grande jogador desde que não lhe pedissem grande correrias.

          • Esse tanto era capaz de me levar ao céu como era capaz de me levar ao desespero. Em dia sim, recebia na esquerda, arrumava com 2 com aquele toque para o lado na finta que desconcertava toda a gente e espetava-a lá dentro num arco perfeito. Em dia não, o Sporting não criava um desequilíbrio na equipa contrária através da velocidade.

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