O Jornal A Marca já capitalizou sobre André Gomes. Eu bem avisei.
Um fiasco que custou 35 milhões de euros
Filed Under: curtas, vária Tagged With: André Gomes, barcelona, futebol
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O Jornal A Marca já capitalizou sobre André Gomes. Eu bem avisei.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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que doença.
Tadinho. Deita tudo cá pra fora que isso passa, filho, vá lá.
Pronto. Tás tristinho de perderes o campeonato ?
Pronto. Pró ano há mais.
Eu não tenho televisão, mas vejo um ou outro jogo que das competições europeias com os meus pais. Vi a campanha do Benfica com André Gomes que chegou à final da Liga Europa. Dele sempre se disse maravilhas, que é uma excelente pessoa, e, depois que marcou um golo ao Porto na, muitos benfiquistas passaram a idolatrá-lo. Quando ouvi que foi para o Barcelona por 60M€, dei a mão à palmatória, “deve ser bem diferente daquilo que eu vi no Benfica, e nas seleções, primeiro a Sub-21 e depois na que se sagrou campeã da Europa”.
Pode ser muito bom rapaz, ter uma técnica muito apurada, mas a mim, do pouco que vi, sempre me irritou a forma dele a jogar e nunca ali vi nada que justificasse que alguém desse 15M€, tanto que na altura achei que o Benfica tinha feito um negócio do outro mundo! (e claro que eu não acredito que ele tenha sido vendido por 15M€. Nem ele, nem o Cavaleiro, nem o Cancelo, nem o Bernardo. Mas isso também ainda ajuda a enterrar mais o mestre da tática, que não vê um burro à frente dos olhos…)
De acordo até às últimas duas linhas: o mestre da táctica pouco lhe tocou nos anos em que o André Gomes esteve no Benfica. Foi uma das raras vendas que não teve o dedo do Jorge Jesus. Na altura, muitos dos críticos até perguntaram o porquê de Jorge Jesus não apostar mais no André Gomes.
Estás a confundir. O André Gomes (fui confirmar a estatística) fez 23 jogos pelo Benfica 2013/14 (1391 minutos). Eu lembro-me dele nos jogos da Liga Europa, e de estar sistematicamente a enterrar a equipa com perdas de bola que não lembravam ao Diabo, por exemplo, na eliminatória com a Juventus.
Sabendo que o Benfica fez (também fui ver as estatísticas) 54 jogos nessa temporada, não foi uma utilização por aí além. Lembro-me que nessa temporada ele foi muitas vezes utilizado como titular nos jogos da Taça e da Taça da Liga. Na maior parte dos restantes jogos em que foi utilizado, saiu sempre do banco nos últimos minutos.
Ele perde muitas bolas porque é um jogador lento de processos e muito pouco objectivo. Não é aquele médio capaz de ser rápido a pensar jogo quando a bola lhe chega aos pés. Prende em demasia a bola e quando vê já está cercado de adversários. Depois tem muitas dificuldades em libertar-se de situações de pressão. Esse é o grande défice do jogador e agora já é difícil corrigi-lo a esse respeito. Porque se ele fosse ligeiramente mais rápido a soltar a bola, com a visão de jogo que ele tem e com a qualidade técnica de recepção e passe que ele tem, seria um jogador fenomenal.
Por vezes ele faz-me lembrar o Rui Costa. Os mesmos pormenores técnicos, a mesma capacidade de drible sobre os adversários, as mesmas caixinhas quando era pressionado e por vezes a mesma propensão para congelar o jogo da equipa, facto que não lhe abona nada. A única diferença entre os dois é que o Rui Costa adaptava-se facilmente à velocidade que o jogo exigia dele, conseguia sempre libertar-se dos momentos de pressão adversária e olhar o jogo de frente e era fenomenal nas situações de transição em contra-ataque.
23 jogos são muitos jogos! Bem mais que a meia dúzia de minutos que deu ao Guedes para depois se vir gabar que foi ele que o “lançou”!
O André Gomes também ainda só tem 23 anos, é novo, pode crescer muito mais, mas a nível de velocidade duvido que vá dar muito mais que aquilo.
Outro jogador len-ti-nho era o Pedro Barbosa. Grande jogador desde que não lhe pedissem grande correrias.
Esse tanto era capaz de me levar ao céu como era capaz de me levar ao desespero. Em dia sim, recebia na esquerda, arrumava com 2 com aquele toque para o lado na finta que desconcertava toda a gente e espetava-a lá dentro num arco perfeito. Em dia não, o Sporting não criava um desequilíbrio na equipa contrária através da velocidade.