E apontar o dedo aos verdadeiros culpados, já não interessa ao BE?


A malta do BE à falta de melhor, lá vai atirando para Bruxelas a culpa pela emissão de dívida da CGD, esquecendo com seu cúmplice silêncio quem foram os verdadeiros responsáveis pela ruinosa gestão política do Banco público. De 1995 a 2017, o PS governou durante 16 anos, o PSD apenas 6. Não que os restantes 40 anos sejam particularmente brilhantes, mas o período 2005-2011 deve ser das páginas mais negras de corrupção, compadrio, incompetência que há memória, talvez apenas durante o PREC se tenha descido tão baixo em matéria de destruição de dinheiro dos portugueses, apesar das muitas viúvas que continuam por aí em estado de negação…

Comments

  1. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Caro António de Almeida.
    Não interessa ao BE, como não interessa a nenhum partido que antes esteve no governo ou o suportou, tal como nunca interessou apontar as causas para os desfalques criminosos que em Portugal se passaram. Os indiciados estão todos protegidos pela classe política, Presidentes incluídos.
    A situação que hoje se vive – assobiar para o lado – vem sendo trilhada desde Mário Soares. Total impunidade de criminosos por gestão ruinosa que qualquer partido tem perdoado pelo silêncio.
    Descobriu-a agora?
    Há três dias ouvi o actual Primeiro Ministro pronunciar uma alarvidade que mais não é que uma mentira grave: que a situação financeira que atravessamos foi causada pela crise internacional de 2008.
    E esta alarvidade, foi repetida vezes sem conta por Cavaco, por Durão Barroso, por Passos Coelho e por toda a classe política. Branqueia-se, assim, uma criminosa responsabilidade que todos os portugueses estão a pagar e que tem como consequência termos que ouvir um plagiador de teses (Dijosselbloem) que confunde a árvore com a floresta e, de uma só vez insulta todos os portugueses (e não só), em vez de insultar esta miserável classe política – da esquerda à direita – que continua criminosamente a assobiar para o lado.
    Em terra de gente de bem – grupo ao qual tenho a honra de pertencer – diz-se que tão bom é o que rouba, como o que fica à porta. E esta irresponsável classe política, nunca da porta saiu. E quando sai, são presenteados com uma pulseira electrónica.

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro, tem toda a razão. O ponto é mesmo esse. escamoteá-lo é ser ainda pior do que eles.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro Antero Seguro. Há por aqui muita gente que não estará de acordo connosco, mas não se manifestam e é pena. Respeitando a opinião de todos, os políticos não deixarão de agradecer a boa vontade de muitos portugueses que gostam de praticar o “paga e não bufes”, culpando uma qualquer crise internacional e esquecendo os roubos que por aqui se praticam e jamais serão julgados. E isto, não é defender nenhum dos partidos políticos, nem olhar para a situação do ponto de vista partidário. Os Portugueses deveriam responsabilizar todos os partidos que são cúmplices neste forrobodó e portanto, olhar para a questão de um modo absolutamente apartidário.

        • Ernesto Martins eu não me importo de levar puxões de orelhas (levei 4) por dizer aquilo que penso. Ignorar a realidade e os seus contornos é a pior forma de a combater. Vivemos no fio da navalha devido aos governos que democraticamente temos escolhidos desde o 25 de Abril (PS/PSD/PSD) em todas as modalidades e arranjos possíveis que conduziram o país para o abismo. Numa breve declaração de interesses tenho de dizer que ainda não consegui que o meu voto tivesse contribuído para ganhar qualquer delas. Tenho ficado sempre, não orgulhosamente só, mas sim triste por viver num mundo que não se compreende a si próprio e escolhe sempre e alegremente os seus inimigos. O BE e o PCP não podem nem devem ficar reféns do PS permitindo que nos vão cortando os braços com o argumento de que se assim não for ainda é pior pois virá outra vez o “daesh” anterior que depois de nos ter tirado o escalpe nos virá agora cortar a cabeça. Se a cabecinha dos eleitores não dá para mais paciência. Cabe em última análise aos eleitores duma vez por todas assumirem as suas responsabilidades e usar o seu voto com responsabilidade. O tempo de recreio já acabou à muito.

    • José Peralta says:

      Ernesto Martins Vaz Ribeiro :

      “Há três dias ouvi o actual Primeiro Ministro pronunciar uma alarvidade que mais não é que uma mentira grave: que a situação financeira que atravessamos foi causada pela crise internacional de 2008”.

      Em primeiro lugar a minha “declaração de interesses” : Sou apoiante do BE, e bem tenho visto o quanto os seus deputados na A. R. (sobretudo Catarina Martins e Mariana Mortágua, excelente no estudo dos “dossiers” ) tentam averiguar, esclarecer, identificar e “apontar as causas para os desfalques criminosos que em Portugal se passaram”. E não me consta “que os indiciados estejam protegidos” pelo BE, antes pelo contrário…

      Depois, e não sendo “advogado de defesa” de António Costa, a “alarvidade” que lhe atribui, tem um consabido fundo de verdade : ” a situação financeira que atravessamos NÃO FOI SÓ CAUSADA pela crise internacional de 2008″…mas também teve nela a sua génese.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro José Peralta.
        Num outro escrito nesta mesma página deixo claro que, referindo os dizeres populares …”Tão bom é o que rouba, como o que fica à porta”.
        O BE, ao dia de hoje, tal como o PC, têm na inacção o pior dos argumentos para que, cidadãos como eu, os não metam no mesmo saco em que meto todos os outros partidos.
        No caso vertente, o escândalo da Banca, NÃO PODEM EXISTIR MEIAS PALAVRAS. Estamos perante um caso gravíssimo de depauperação das finanças públicas, pensado, orquestrado , executado e defendido pela classe política de um modo miserável. O povo português, a quem os papagaios políticos chamam de bravo, tem sido na prática um verdadeiro anjinho na mão daqueles que gozam com a sua cara.
        Considero-me uma pessoa equilibrada, mas este caso dos “amigos do presidente” que envolve, para fins de recapitalização da banca, para já, mais de metade dos 80 mil milhões que a Troika cá meteu, é um escândalo e um insulto à inteligência de qualquer português. Cada qual tratará a sua inteligência como quiser. Eu não permito que os papagaios políticos façam de mim estúpido.
        A gente que nos governa, directa ou indirectamente estão enterrados nesta vigarice até à testa. Uns porque são cúmplices. Outros, porque protestam, mas não vão além disso e continuam a cooperar com a inacção.
        Este é o princípio e a maioria dos portugueses faz de conta que não quer ver.
        Nesta enorme VIGARICE em que se transformou a Banca, tenho duas formas de protestar: no voto e nestes espaços, tal como a democracia o permite. E faço-o, no pleno uso dos meus direitos.
        O Sr. Primeiro ministro ao atribuir apenas à crise de 2008 o estado financeiro do País – eu ouvi o discurso e foi exactamente isso que ele disse – está não só a mentir, como a branquear uma situação em que ele é cúmplice, por omissão.
        Não lê, nem o Sr. nem ninguém, no que eu escrevi que não houve uma crise em 2008. Utilizar este chavão para tudo justificar, BRANQUEANDO casos de verdadeiros assaltos, é um crime por omissão no qual me não integro.
        Independentemente do que o José Peralta afirma sobre o BE ser verdade, para mim fica claro que continuarem com paninhos quentes numa situação destas, a apoiar um primeiro ministro que BRANQUEIA uma situação criminosa (que bem ele canta com o Presidente…) e que faz inclusivamente que um qualquer presidente europeu o acuse a si, a mim e a todos os portugueses de gastarmos o que temos com mulheres e vinho verde é algo que eu como cidadão, não permito.
        Se o Sr. Dijsoelbloem se referisse à classe política portuguesa, como uma cambada de irresponsáveis e gestores danosos, que gastam o dinheiro de uma forma irresponsável, ter-me-ia a assinar por baixo. Poder político e autárquico. Poupo-lhe os exemplos de gestão danosa e irresponsável.
        Eis, por que, a partir de agora, os políticos são, para mim, todos iguais. E não eram, acredite.
        Quem quiser marcar a diferença, não é com palavras. O caso é demasiadamente grave – porque atinge o País e TODOS os cidadãos, conduzindo-nos a um estado de quase indigência na Europa – para nos contentarmos com blá, blá, blá dos Partidos que denunciam a situação e, ao mesmo tempo, apoiam o governo.
        Há alturas para tudo e quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele.
        Cumprimentos.

  2. José Fontes says:

    Caro António Almeida:
    Não há um espacinho, ainda que apenas do tamanho do espacinho de uma vírgula, para referir que também ocorreu a maior crise do sistema financeiro (com origem nos EUA e no Lehman Brothers, em 2008) que desencadeou a maior recessão da economia mundial desde 1929?
    É que os resultados dos bancos dependem muito mais da saúde da economia do que das fraudes.
    Fraudes sempre houve, crises agudas das economias com efeitos terríveis na banca só de vez em quando: são cíclicas, como deve saber.
    Já viu quantos países no mundo (particularmente no Ocidente) estiveram em crise aguda?
    Foi tudo por causa dos Sócrates locais?
    Ainda não se deu conta de que o sectarismo ideológico-partidário, quando em excesso, tem, precisamente, o efeito contrário ao que se pretende?
    Pense nisto.

    • José Fontes says:

      Caro António Almeida:
      Esqueci-me deste pormenor.
      Se a culpa da situação da CGD (já agora também do nosso Resgate) foi apenas a governança do PS durante 16 anos e a acção do Sócrates, diga-me lá porque tiveram prejuízos (ou fortíssima restrição dos lucros) bancos como o BPI, o Santander, o Barclays (que acabou por vender o negócio ao Bankinter), e o Deutche Bank (que, devido ao grave risco da casa-mãe germânica) está em vias de vender também o negócio?
      Parece que o Sócrates não meteu a unha nesses, pois não?
      E quanto à dimensão da recapitalização da CGD, é bom ver-se a sua quota de mercado, não é?
      Uma coisa é criticar-se fundadamente os governos do PS (que se limitaram a prosseguir o caminho apontado pela governança cavaquista (deixem-nos trabalhar, fazer obra, construir autoestradas), outra é atribuir-lhe todas as culpas pela nossa situação, esquecendo a crise de 2008 e os efeitos nefastos do euro disfuncional para a nossa economia hipo-competitiva.
      E centrar tudo no desgraçado (para nós) do Sócrates, é dar-lhe demasiada importância, não acha?
      O que é estranho é que foi a Direita que o elogiou durante os primeiros anos da sua governnança, passando depois a odiá-lo e a fazer-lhe a cama.
      Eu sempre tive a pior opinião da criatura, sei por quem o conhece bem, a ele e ao PS, que ele era do pior que por lá existia na época.
      Coisas estranhas, não acha, os amores da Direita por ele a partir de 2005?

  3. Fernando Manuel Rodrigues says:

    Há uma coisa que me faz confusão no artigo: Quando diz que “de 1995 a 2017, o PS governou durante 16 anos, o PSD apenas 6” refere-se ao país ou à CGD? Fa mesma maneira, quando diz “Não que os restantes 40 anos sejam particularmente brilhantes, mas o período 2005-2011 deve ser das páginas mais negras…” uma vez mais refere-se ao país ou á CGD?

    Parece-me que está a confundir alhos com bugalhos. Aliás, já vai sendo tempo de separar o governo (administração) da CGD com o governo do país. Havia até uma sadia prática, que ew ra a de nomear administrações que fossem sempre mais próximas da oposição do que do partido do governo. Foi o PSD que rompeu com esta prática. E foi a partir desse momento que as coisas na CGD começaram a andar menos bem, e que o governo passou a ingerir mais. E o resultado foi o que se viu.

    Por isso, o melhor que há a fazer é nomear uma administração verdadeiramente independente (o actual presidente executivo é insuspeitamente independente do governo) e deixar a CGD fazer o seu trabalho, sem ingerências da política.

  4. O autor do texto e o primeiro comentador acertariam sempre no euromilhões entregando a chave de sexta-feira no sábado seguinte e tomariam sempre decisões acertadas de crédito quando se soubesse que, por qualquer razão não antecipável, as situações financeiras daqueles que os pediram se tinham alterado.
    E, não, não houve nenhuma crise financeira em 2008.

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

      Pois como a mim se refere, deixe-me dizer-lhe que não entendo a sua alusão à futurologia.
      Não lê, em parte nenhuma do que eu escrevi, que não houve nenhuma crise financeira em 2008.
      O que me parece é que AMC pretende, com estas alusões, deitar-se a adivinhar os pensamentos dos outros, partindo de uma leitura errada e deficiente do que se escreve.

  5. Rui Naldinho says:

    Ó António, você pegou no “animal”, dissecou a parte que lhe interessava, aquela carne cor de rosa estragada, putrefacta que você não gosta, e deixou ficar escondida por baixo da couraça, do que restou do “animal”, a carne Laranja. Mas ela não está também contaminada?
    O “animal” chame-se “sistema financeiro”.
    A única coisa que eu lhe diria em contraditório com o seu post, se é que o há algum, são duas coisas:
    Primeiro, eu rejeito aquela ideia muito peregrina da direita de que:
    1 – Quando o ladrão que rouba é do PSD, e o polícia que devia de tomar conta da casa é do PS, a culpa é do Polícia. Quando o Polícia é do PSD e ladrão do PS, aí a culpa já é do ladrão.
    Eu vou repetir-lhe aquilo que já aqui escrevi por diversas vezes.
    Eu quero-os lá todos, na cadeia, numa cela 44, 45, 46, 47, etc…, mas quero tudo por cronologia dos crimes. Não quero saltos na História. Como se ouvisse uns hiatos nas alturas em que PSD governa, ou rouba.
    Nunca permitirei que a minha consciência e a minha palavra se calem, apenas para prender os gajos do PS, deixando os do PSD à solta.
    2 – Tivessem já julgado os gajos do BPN, BPP, Duarte Lima, e outros tantos, já lá vão oito anos António, e era o país todo a querer um julgamento exemplar a Sócrates, a Vara, e Salgado. Acho que até aqueles socialistas menos indefectíveis, se juntariam ao grupo.
    O problema é que a nossa Justiça parece-me que está a querer fazer uma dissecação como a que você fez.
    Basta ver aqueles blogues da direita, o do Apoio ao Juiz Carlos Alexandre, por ex. mas até há mais, para que qualquer distraído perceba, que Portugal nunca terá Justiça de verdade, porque ela também está politizada até à medula.

    • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

      Felicito-o pela lucidez no que toca à análise da actual situação financeira portuguesa.
      Veja só que ainda há pessoas que, tal como a nossa classe política refere, associam a crise financeira apenas à crise de 2008, passando como gato sobre brasas sobre os crimes financeiros que vêm sendo cometidos pelos amigos dessa mesma classe política.
      Dá para esquecer que dos 80 mil milhões de euros do resgate, já mais de metade foi usado na recapitalização da Banca fundamentalmente depauperada pelas folestrias dos Salgados, dos José Oliveira e Costa, dos Rendeiros e C&A ?
      Pois culpem a crise, porque a classe política e os corruptos, agradecem…

  6. Atento/sempre says:

    Gostava de meter a minha colherada, mas provavelmente muitos não tem tempo para saborear, a sopa que eu faço em minha casa. Porque é a única coisa que eu consigo comer, é uma boa sopa quente! Visto que o resto, já não tenho paciência! Vi comos meus próprios olhos, em alguns supermercados da lista dos mais ricos de Portugal, a depositarem alimentos nos caixotes do lixo, e muito desses caixotes, deitam para lá químicos, para que ninguém dos “afortunados” possa retirar de lá alguma coisa para matar a fome.
    Para finalizar: A hipocrisia não nasceu hoje aqui, já existe antes e depois do 25 de Abril de 74!
    Todos os sucessivos governos, incluído o actual com apoio das suas muletas, e a CEE/EU/ euros são os responsáveis para não dizer criminosos e terroristas, do que se passa em Portuga. Toda essa canalha deveria ser julgada e presa.
    E mais não digo porque posso ser multado ou preso, como foi o caso da Maria de Lurdes Rodrigues, por ter a coragem de dizer em tribunal umas tantas verdades sobre a “justiça” em Portugal, e não só.

    https://polldaddy.com/js/rating/rating.js

    • No essencial concordo consigo. Acho todavia que o actual governo merece algum crédito. Pela primeira vez temos um governo que tenta remar contra a maré o problema é que não tem condições. Para poder ter sucesso teria que ter tomado posse 30 anos antes.

      • Atento/sempre says:

        “O seu comentário aguarda moderação”! Como se pode ler o meu cometário, ainda aguarda moderação… Onde anda a chamada Liberdade de expressão?
        “Contra Prisão por crime de Injúria e Difamação”
        Para: Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias

        1. A constatação de que existem disposições obsoletas de criminalização da difamação em Portugal que não cumprem os padrões internacionais por uma margem alarmantemente ampla e um número invulgarmente elevado de condenações de Portugal no Tribunal Europeu de Direitos do Homem (TEDH) por violações do artigo 10º da Convenção Europeia de Direitos do Homem, muitas das quais relacionadas com a aplicação das leis da difamação;

        2. O facto de a lei portuguesa oferecer, nesta matéria, protecção acrescida a quem tiver posições de poder, agravando em 50% as penas sobre crimes de difamação, o que pode ferir o principio de IGUALDADE perante a lei que a Constituição da República Portuguesa garante a TODOS os cidadãos;

        3. Levam os subscritores desta Petição a solicitar que, no sentido de adequar a legislação portuguesa em matéria de difamação aos padrões internacionais, seja promovida pela Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias o acolhimento, a discussão e eventual aprovação na Assembleia da República das seguintes recomendações:

        • Revogação do artigo 184º do Código Penal sobre a “agravação da difamação”, envolvendo agentes públicos;
        • Revogação dos artigos 180 a 183º sobre difamação criminosa (no mínimo, as potenciais penas de prisão que tais artigos acarretam, devem ser eliminadas);
        • Revogação dos artigos 187, 322, 323 e 332º, devendo, no mínimo, as potenciais penas de prisão pelas ofensas em questão, ser eliminadas;
        • Revogação ou modificação do artigo 185º sobre a “ofensa à memória de pessoa falecida”, de forma a remover a possibilidade de prisão, a encurtar o prazo prescricional para não mais de um ano em circunstâncias normais, e especificar que, para ser legalmente responsabilizável, o conteúdo também deve directa e intencionalmente prejudicar a reputação de uma pessoa viva;
        • Restringir o âmbito do artigo 365º às denúncias falsas perante as autoridades;
        • Quanto à legislação civil em matéria de ofensa do crédito ou do bom nome – art.º 484.º do Código Civil ,- deve ser reformulada de forma a prever normas claras de defesa, incluindo a verdade dos factos, o estatuto público ou privado do ofendido, a prossecução de um interesse público, a opinião, e a definir um carácter simbólico ou um limite máximo razoável para as indemnizações.
        ASSINAR Petição. http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84903

  7. o antónio e o seu habitual mundo de factos selecionados e outros alternativos.

  8. O que por aqui vai…
    Até alguns que iam disfarçando o seu militantismo político, estão a perder a compostura.
    Imagino como será quando forem conhecidos os números do 1º trimestre/2017.
    Quando à crise financeira de 2008, sugiro que, para perceberem o que se passou, visitem este site:
    http://escolakids.uol.com.br/a-crise-financeira-de-2008.htm
    Como é para Kids…

    • Atento/sempre says:

      “Um dos acontecimentos históricos de maior importância da primeira década de século XXI foi a crise financeira deflagrada em 2008. Você já deve ter ouvido falar na Crise de 1929, que é mais famosa, por ter atingido proporções imensas, levando a um colapso da economia dos Estados Unidos (episódio que ficou conhecido como a Grande Depressão Americana) e a um agravamento do sistema financeiro mundial, na época. Apesar das semelhanças, a crise de 2008 teve um impacto menor e ainda pode desencadear novos impasses no setor financeiro, nos próximos um historial”. Mas isso não me impede de continuar a dizer, o que penso. Que a entrada para CEE/UE e Euro foi um erro gravíssimo…Aliás não fomos nós que entramos, foram eles, é que entraram em Portugal…. Onde estão as nossas fábricas, os estaleiros navais, agriculturas, as pescas, oceano Atlântico/Mar Azul que foi negociado e ninguém foi chamado a concordar! Já não vou falar nas PP, nas EDP, TAP, PT, nem se quer na Banca, como é sabido, a Banca esta mais que falida. Agora onde anda o MP para prender e julgar essa gente, que é responsável por tudo isto, como estão a fazer em outros países… e mais não digo, porque posso ser multado ao preso fase ao artigo 184º, do Código Penal que foi aprovado pelos ditos democráticos desta Europa maribunda…

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