
(Via página de facebook de Miguel A. Pinto)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

(Via página de facebook de Miguel A. Pinto)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não sai do mesmo sítio, nem provavelmente sairá! Isto prova que o caso é complexo. Mas também prova uma coisa insofismavel. Se Maddie não fosse filha de um casal escocês, de médicos ao que presumo, amigos de gente importante no Reino de sua majestade, filhos diletos de um país que contribui fortemente para o nosso PIB, e com o qual mantemos uma “santa aliança” secular, em que os ingleses fazem de oficiais, e os portugueses de sargentos, talvez o caso fosse mais fácil de resover. Quem sabe!? Aqueles amigos todos que gravitavam à sua volta, era tudo gente impoluta?
Agora, imaginem que Maddie era a filha do casal estrangeiro, moçambicano, os Gungunhanas, ou os Machava. Ou até, de uma daquelas empregadas de limpeza dos hoteis, da Moldávia. Ou a peixeira de Olhão!? Ou daquelas tóxico (in)dependentes da Quarteira!?
O inspector Amaral, antes de lhes fazer qualquer pergunta, arraiava-lhes uma dose de porrada, e deixava-os com metade dos dentes, o sobrolho a sangrar, etc…
Coitados dos pais da Maddie mocambicana ou moldava. Até eram capazes de dizer que tinham visto o que não viram, e que tinham feito o que não fizeram. Mas nessa altura, tinhamos mais uma condenação para ajudar a sarar as feridas da nossa Justiça e dar um louvor a PJ.
Rui, se me permite e no seguimento do seu comentário-reflexão acrescento que o direito é um mecanismo de controlo e repressão de quem tem o poder. Em vez de ” um arraial de porrada” ou do Pelourinho tem o direito. É mais “suave”…
A justiça é uma utopia sempre uma utopia na qual devemos persistir. Mas o direito nem sempre faz justiça…
O desaparecimento da criança em causa é deveras um fenómeno social curioso e estranho.
Tem circunstâncias fora do comum: Política e Poder de grupos sociais (pais e amigos).
Estranho porque a resposta dos organismos de controlo social, policia e entidades de investigação, manifestaram padrões de acção fora do comum tendo em consideração outros desaparecimentos de crianças, nomeadamente o da criança filha da tal senhora Cipriano que terá levado um enxerto de porrada para confessar um crime, pelo qual creio ter sido condenada, mesmo sem o cadáver ter aparecido.
Que sei eu de direito!!!
Estranho estes pais insistirem em entrevistas e em quererem a condenação de alguém que escreveu a sua versão de determinadas circunstâncias e a sua opinião ou visão especulativa sobre o que poderá ter acontecido.
As crianças exigem mil cuidados. E mesmo assim um acidente pode acontecer… Mas deixar crianças sós e ir para os copos… Se como refere fossem pais “sem poder social” já tinha sido condenados pelo direito dos poderosos.
Registo de memória o caso dos pais chineses que foram jogar para o casino e deixaram uma criança só que veio a cair de um prédio e morreu…
Estranho este mundo.
Finalizando direi que nós somos as portas do fundo dos ingleses para o continente. Quando as outras se fecham, França, Alemanha, é por aqui que eles entram. Nós precisamos desses “piratas” para nos ajudarem quando espanhóis ou franceses vêm por aí abaixo.A aliança é essa…
Subscrevo o seu comentário, como é óbvio.