Inimigo Público? Não…TVI24

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(Via página de facebook de Miguel A. Pinto)

Sem contraditório: a TVI24 ao serviço da direita liberal

Medo TV

via Uma Página Numa Rede Social: [Read more…]

Pedro Guerra, o assessor de luxo do CDS transformado em humorista da bola

PG

Não sou grande adepto de programas de comentário futebolístico, mas desde que descobri esse fenómeno do humor que é Pedro Guerra, comecei a perder alguns minutos do meu serão de Segunda-feira para soltar umas gargalhadas.

Não quero perder muito tempo com assuntos de bola, ainda que a minha condição de portista neste caso nem seja muito relevante. Não me faltam amigos benfiquistas que se sentem envergonhados com os tiques fundamentalistas deste comentador que é também director de conteúdos da Benfica TV. Mas não deixa de ser interessante assistir ao fanatismo anedótico do indivíduo que cai no absoluto ridículo de afirmar que existe na Sportv uma conspiração para beneficiar o Porto e o Sporting na cobertura dos jogos ao passo que, no caso do Benfica, comentadores e operadores de câmara vivem num conluio permanente para distorcer as transmissões dos jogos do Benfica, com o intuito de o prejudicar. É tão ridículo que nem justifica mais comentários. [Read more…]

Da ausência de pluralidade no comentário político em Portugal

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São 23:40. Nos três canais noticiosos que existem em Portugal, discutem-se as eleições presidenciais. Na TVI24 estão três comentadores, todos de direita, a discutir a vitória do comentador de direita. Temos João Miguel Tavares, António Costa do Diário Económico e David Dinis da Fox News portuguesa do Observador. A Fox News portuguesa O Observador está também representado  na RTP3 com o incontornável José Manuel Fernandes, num painel feito de comentadores e politólogos essencialmente de direita. Num e noutro canal, não há um único comentador próximo das posições do PCP ou do Bloco de Esquerda. Eles até existem, mas a sua opinião aparentemente não conta. Pacheco Pereira, na SIC Notícias, será porventura aquele que mais se aproxima. Um perigoso e radical social-democrata.

O debate político do ano

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O ano de 2016 começa politicamente em grande. Hoje vamos poder assistir, às 23h30, na TVI24, ao debate político do ano.

O debate reunirá os candidatos presidenciais Marcelo Rebelo de Sousa e os conhecidíssimos, nas suas ruas, Jorge Sequeira, Cândido Ferreira e Vitorino Silva (vulgo Tino de Rãs).

Este debate, sem qualquer menosprezo pelos debates que se seguirão, penso que decidirá quem vai ser o próximo Presidente da República.

A não perder por todos os indecisos que ainda não decidiram o seu voto!

Se *tivéssemos pior

Através de Rafaela Mota Lemos.

Entrevista de Manuela Ferreira Leite à TVI24

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Acabo de engolir um sapo grande e gordo para poder iniciar este poste.

Nunca pensei concordar em tantos pontos com (desculpem, é só um momento, tenho que engolir outro sapo) … Manuela Ferreira Leite.

Fiquei genuinamente convicta de que (com a decisão do Tribunal Constitucional) tinha saído a sorte grande ao governo

ou, mais à frente:

– Como é que vai ser o país (após o “ajustamento”, lá para dois mil e não sei quantos, à custa da recessão, do desemprego, do empobrecimento, do aniquilamento da estrutura produtiva)?

-Não sei. É que eu não sei fazer renascer o país a partir das cinzas…

Veja a entrevista de MFL aqui a partir do minuto 2.30.

Se o caro leitor precisar de engolir algum sapo, pode pedir-me, envio-lho grátis, nos últimos tempos tenho andado a fazer criação intensiva.

E agora vou-me, está na hora de ir à caça de insectos para alimentar a bicharada.

ASS e Câncio, Mofo na TVI24

Umas das coisas mais prodigiosas da sub-democracia portuguesa é a flexibilidade funcional dos seus actores políticos: depois de exercerem funções ministeriais ou de deputação, funções aliás guardadas caninamente como se fossem absolutos e propriedade privada [no caso de ASS, são o supremo altar a si mesmo] dão em comentadores nas TV. Que cansaço! Uma pouca vergonha.

Isenção? Zero. Distanciamento crítico? Nulo. Que é que se pode esperar de novo, autónomo, pessoal, de cromos sistémicos, repetidos, melífluos, como ASS ou a matrafona Câncio vagamente jornalista?! E depois há isto: são sempre os mesmos. Sempre. Sobretudo socialistas; os socialistas abancaram-se nos media para evacuar inanidades, encher de verbo e pastéis-pentelho todos os interstícios de antena, mal refeitos da grande festa rapace. Uma pouca vergonha.

Ver Vieira da Silva em grandes perorações morais de dedo indicador, no Parlamento, revolve as tripas, tal como saber que há um ASS na TVI24, por exemplo a ‘analisar’ o Affaire Relvas, esse nó górdio de aselhice na legislatura em decurso. ASS e Câncio, com as suas cábulas manhosas, são faces de uma mesma moeda jurássica: extintos, corridos, e ainda estrebucham qualquer coisa repleta de mofo para dizer e que de todo não vale a pena ouvir. Uma pouca vergonha!

Notícia das notícias em gráficos

O jornal Público divulga hoje o relatório da ERC sobre os gastos em publicidade por parte do Estado central – isto é, sem contar com autarquias, instituições de ensino, tribunais, Presidência e Assembleia da República. [Adenda a 20.Out.: a edição impressa acrescenta mais alguns detalhes. Sumário no fim deste texto.]

É portanto apenas uma parte do total desta desta despesa e desde logo espanta pelo seu valor: 408 milhões de euros! Caro leitor, fique sabendo que só para a propaganda do Estado central contribuiu no ano passado com mais de 40 euros. Contribuiu, aliás, bem mais do que este valor, pois o número de contribuintes efectivos é muito inferior a 10 milhões. Dada a falta de números oficiais, estima-se em 3.5 milhões o número de contribuintes efectivos. Neste caso, a sua generosa contribuição em 2009 para os cartazes do solar, das Novas Oportunidades, dos programas patrocinados na TSF, anúncios de página inteira em jornais e mais uma catrefada de "investimentos" (!) foi superior a 100 euros.

Mas vejamos esses números saídos hoje no Público, aqui apresentados em 5 gráficos, para depois  os lermos.

1. Gastos totais

 Gastos em PUB pelo Estado central

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