Nem que te fodas todo, ó Nando!

Até te fica bem. Demonstra gratidão e serviço. Defender os que te lá puseram, te cobrem e te mantêm. Mas este tipo de embustes, já deram o que tinham a dar. Este género de merdas, tão utilizado na política, acabou com a reforma de uns tantos que passaram à inenarrável categoria de senadores da nação (vá-se lá saber o que é isso).

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Cara-de-pau

Claques? Nós? Não! Apenas sócios que se organizam…

Dobradinha, triplete, tetra, pentacional!  A jogar menos bem e às vezes menos mal.

foto benfica

Pedro Lemos, “Ouro sobre Azul”
Papelotes sobre telão (técnica multimédia)
Lisboa, 29.05.2017

Pedido de reunião do SLB ao CA já produziu resultado…


Será que o após o jogo com o Chaves, os dirigentes do Benfica continuam indignados?

Glorioso!

jesus

© AFP

É o penta

Depois da taça, da liga e do campeonato, SLB ganha Vítor Gaspar, o homem que corta todas as jogadas. E o Passos Coelho também, já se sabia.

As coisas no devido lugar

Vindo de um benfiquista como o João Gobern, nada mais tenho a acrescentar.

Causa e efeito

Quando o SLB ganha o campeonato o PIB cresce mais 1,6% do que nos anos em que o FCP ganha o campeonato. Médias feitas, não foi o Mexia.

Uma fotografia que vale por mil palavras:

Solidário:

Hapoel? Hap…quê? De onde? De Jesus…além? Não, de Telavive. Pois.

Depois do gozo que nos deram pela presença na Liga Europa nada como um banho de humildade e tentarem o apuramento para essa tal liga da segunda divisão….

Acontece.

Para memória futura…

Obrigado Ricardo Costa:

O Vídeo, ver AQUI

SLB: Tudo bons rapazes…

Nove adeptos do Benfica arguidos por ameaçar árbitros

A Gratidão do SLB

Retirada AQUI

Bom fim-de-semana:

Visita do Papa – (pausa no caminho para a Bancarrota):

Programa Oficial da Viagem do Papa Bento XVI:

Dia 12: Chega a Lisboa e vai festejar o título de campeão do Benfica.

Dia 13: Segue para Fátima onde irá pedir desculpas pelos pecados dos árbitros e do Dr. Ricardo Costa

Dia 14 – Último dia: Vem ao Porto agradecer a Bondade dos Portistas por de dez em dez anos deixarem o Benfica ser campeão!

A moda dos farrapos

Um bando de meninos sem tempo andam todos contentes a plantar farrapos. Eu deixo aqui algumas sugestões de locais a colocar:

Túnel da Ribeira, Túnel de Ceuta e Túnel de Águas Santas…

Golo, Benfica a caminho do título:

Um jogo intenso com um Braga à altura de um candidato ao título. Transições rápidas que impediam o Glorioso de recuperar a bola bem à frente como gosta, assistiu-se a um jogo equilibrado e bem interessante.

A defesa do Benfica está numa forma soberba, os dois centrais jogam de olhos fechados e isso permite que os laterais desequilibrem lá na frente, impedindo que os extremos do Sporting de Braga de efectuar os habituais desequilíbrios.

Ver Golo de Luisão:
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Faltam 415 dias para o Fim do Mundo

E o nosso Primeiro continua em campanha eleitoral (será que ele é candidato nas directas de sexta do PSD?). Por falar em directas, depois de Alberto João, nada como contar com o apoio de Ribau Esteves para ajudar à festa. Entretanto, Aguiar Branco manda um recado forte: não desiste!

O Twitter festejou ontem quatro anos a atormentar-nos com 140 caracteres e mais nada. Já Messi está cada vez melhor…que Ronaldo e quase tão bom como Maradona! As grandes dores são mudas…

Alguém me consegue explicar este surto de quedas de avionetas? E pé ante pé, lá vai Obama levando a água ao moinho.

Faltam 416 dias para o Fim do Mundo

Afinal, o nosso Primeiro é um tipo com algum humor. Um dia não são dias. Por falar em paródia, nada como os aviões da Red Bull a substituir os da TAP no Lisboa-Porto. Mais uns dias e uns cobres a menos e ainda vão parar a Portimão…

O passado mês de Fevereiro ficará para a história pelos recordes: o benfas consegue garantir o seu campeonato da década – agora só a partir de 2020 é que vão voltar a cheirar o título – e o desemprego, upa-upa, sempre na frente e rumo ao milhão…

Nas voltas por este Mundo temos o México a marcar a agenda dos próximos protestos da comunidade Gay internacional; as fotos dos criminosos mais procurados (façam o favor de ver bem as fuças dos meninos não vá o diabo tecê-las e um deles ser nosso vizinho). E Obama, sempre ele, a colocar Portugal no mapa – mais uns 30 dias de sossego para o nosso Primeiro!

O Túnel Italiano

Olha, olha, o Mourinho foi multado (será que o Sócrates também vai ser multado por ter feito o mesmo?) pelo valor da gorjeta que costuma deixar no seu restaurante preferido de Milão. Afinal, o menino da foto já faz escola e internacionalmente. Aqui está um produto para exportar. Rapidamente e em força, sem regresso à casa da partida.

Já está a ferver!

Vamos entrar na recta final da Liga, Taça de Portugal e Taça da Liga. É chegada a hora de lançar apostas entre os nossos leitores. Ora digam: quem vai ganhar? Apostas na caixa de comentários, s.f.f.

A Pastelaria Gomes e a Azia…

Não sei se foi por me empanturrar de covilhetes fabulosos e dos inacreditáveis éclairs da Pastelaria Gomes em Vila Real ou se foi da vitória do benfas e do Braga, já para não falar do empate do meu F.C.P., mas hoje acordei com uma azia que nem vos digo nem vos conto!

Não satisfeito com a dose cavalar de açúcar na mesa da Gomes, aproveitei para mandar embrulhar meia dúzia de napoleões – uma coisa de outro mundo: massa folhada com cobertura de chocolate e recheio de creme! Os quais foram, em parte, deglutidos sofregamente enquanto assistia ao jogo do Marítimo com aquele clube da segunda circular. Daí a azia: os dois napoleões foram em excesso.

Nestas coisas de doçarias é preciso moderação. Algo que não se coaduna com o meu feitio. A moderação e as vitórias dos clubes da segunda
http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/tpvU7VBHHnEKFPG0MqgY/mov/1
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FutAventar…

…nada a declarar. As grandes dores são mudas…

A máquina do tempo: o futebol como ideologia

 

Para não ser acusado de ser mais «um mouro a sair da toca», como aqui foi dito num comentário, quanto a mim infeliz, sobre o entusiasmo que tem grassado entre os aventadores vermelhos, tinha decidido esperar que o Benfica perdesse para publicar este texto. Secretamente, acalentava a esperança de nunca ter de o publicar ou de o vir a publicar mais tarde; mas no sábado o Benfica perdeu – e bem – cá está a prosa. Vou, pois, ocupar-me, mais uma vez, do chamado «desporto-rei».

Continuando na onda de rapinanço de títulos, a minha vítima de hoje é o alemão Gerhard Vinnai, autor de um livro com o título que dei ao texto – «O Futebol como Ideologia». No prefácio da edição portuguesa – datada de 1976 – Vinnai caracterizava Portugal como um país em que «o futebol e Fátima competem ainda no esforço de consolar as massas da miséria da sua vida de todos os dias».

De 1976 para cá, a situação alterou-se substancialmente – para melhor numas coisas, para pior noutras – Fátima e o fado (Vinnai esqueceu-se do fado), perderam terreno, mas o futebol que naqueles anos em que a luta política assumiu um papel importante na vida dos cidadãos, perdeu protagonismo, veio depois a recuperar o seu papel cimeiro nas preocupações mais ingentes de grande número de cidadãos. Mas não vou falar do livro de Vinnai, nem sequer orientar este texto no sentido que ele deu à sua obra – o de escalpelizar a relação desporto/alienação no mundo capitalista. Apenas me apropriei do título.

Ainda me lembro, durante a ditadura, de ver em cafés, bares, em barbearias, em lugares públicos onde se juntavam homens, pequenos cartazes impressos que diziam . «Proibido discutir política e futebol». Não se podia discutir política porque era perigoso, a PIDE tinha olhos e ouvidos onde menos se esperava. Já discutir futebol era uma fonte de zangas e de desordens. Imaginem um bar ou uma taberna – vinho e futebol era uma mistura explosiva. Daí os cartazes. Um cartaz à entrada do Aventar moderando a discussão de futebolices não faria mal nenhum.

Não porque aqui se beba vinho. A Carla até veio num comentário afirmar-se abstémia. Facto que me deixou seriamente preocupado,  tendo eu pedido ao Adão Cruz que lhe receitasse qualquer remédio ou terapia para a abstemia. Mantenho a opinião de que, discutir futebol na óptica clubística, reduz a capacidade de raciocínio, transformando pessoas inteligentes em mentecaptos. Mas vamos al grano, como dizem os nossos amigos e vizinhos.

Já tenho dito aqui – gosto muito de futebol e até tenho uma forte e indeclinável opção clubística. No entanto, nunca atribuí ao futebol, que é só um jogo, a importância que vejo muita gente conceder-lhe. É um jogo e é um negócio. Mas hoje só quero falar do jogo e da sua incidência (negativa) nas mentalidades.

Assisto aqui no Aventar a picardias entre adeptos, sobretudo do FCP e do SLB. Algumas têm graça, outras nem tanto. Por exemplo, já aqui condenei a atitude de misturar no futebol questões políticas ou regionalistas, ou seja, coisas que nada têm a ver com o futebol. Pelo menos não deviam ter. Em certas alturas das últimas semanas, o Aventar pareceu ir transformar-se num blogue especializado em futebol o que seria lamentável. Até porque esse espaço da blogosfera está densamente povoado.

No momento em que escrevo estas linhas, apesar da derrota em Braga, o Benfica parece ter recuperado algum do seu histórico fulgor, a chama imensa que lavrou pelos estádios de Portugal e da Europa nos anos sessenta e setenta. Nessa altura também não ganhava sempre, basta consultar os jornais desportivos da época. Parece, porque, como se viu no sábado, ainda é cedo para diagnósticos optimistas (tal como para os pessimistas). O Porto e, sobretudo, o Sporting atravessam decididamente um período menos bom. Claro, daqui por um mês o panorama pode ser tão diferente que o cenário de hoje seja irreconhecível.

Seja o que for que aconteça, pergunto: que importância tem isto? Tem a importância que tem e que é pouca, equivalente a zero. Nenhum dos problemas que afectam os portugueses ficam mais perto de ser resolvidos – desemprego, subida dos índices de pobreza, o estado do ensino, da cultura e da saúde, o baixo poder de compra, a marginalidade e a corrupção, ou seja, todos as doenças endémicas do País estarão longe de ser erradicadas e não será o futebol que as erradicará. Pode é fazê-las esquecer. Isto, por muito bem que o campeonato corra a uns e mal a outros.

Acho muito engraçado quando ouço dizer a um adepto de qualquer destes clubes grandes que ser benfiquista, portista ou sportinguista é qualquer coisa de especial, de único. Embora eu próprio experimente essa sensação – sobretudo com o estádio cheio e com a águia a voar – de quem basta estender os dedos para tocar o céu (dizem que o ópio provoca uma sensação semelhante). Acho graça, porque somos todos iguais, com reacções iguais. Por exemplo, se o futebol do Benfica anda, como tem andado nas épocas anteriores, na mó de baixo, descubro-me a preferir falar de futsal ou de basquetebol ou de qualquer outra modalidade em que o meu clube esteja a sair-se bem. E se não estiver a sair-se bem em nenhuma, derivo para a música sinfónica ou para a banda desenhada.

Naturalmente que nada disto é exclusivo dos adeptos portugueses. Em Paris, nos tempos do Racing Paris, do Red Star (fundado pelo mítico Jules Rimet), do Stade de France, o futebol era o desporto-rei. Quando as equipas do Sul, como o Marselha começaram a ganhar os campeonatos, a pouco e pouco, os parisienses foram deixando de ir ao futebol. O Red abandonou o futebol em 1948, o Racing em 1964 e o Stade em 1966. Hoje, com o pífio Paris Saint-Germain a perder jogos, preferem o râguebi. Já, aqui há uns anos, me disse um parisiense «isso do futebol é lá para os marselheses», franzindo o nariz como se estivéssemos perto de peixe estragado.

O futebol transformou-se na ideologia de muitos milhões de portugueses de Norte a Sul. Claro que agarradas ao futebol vêem outras coisas, tais como ancestrais problemas regionalistas. Como já tenho dito, chamar mouro (ou galego) a alguém não constitui objectivamente uma ofensa. Porém, subjectivamente é-o. E é uma agressão sem sentido, pois Portugal, desde as suas origens, sempre foi um vórtice onde se sumiram etnias.

Por exemplo: os judeus que não fugiram e não foram assassinados pela fúria dos gentios e pela Inquisição, misturaram-se com o resto da população. Eram muitos. Outro exemplo, este mais recente – calcula-se em duzentos mil o número de escravos negros que, já no século XIX, abolida a escravatura, desapareceram sem ter regressado a África, fundiram-se com a restante população. Estranhamente, com os árabes que viviam a Sul do Mondego isso parece não ter acontecido. Muito civilizados, muito elitistas, não se misturavam com os cristãos, em geral, culturalmente básicos – a miscigenação foi no caso deles fenómeno raro.

Deixando a questão para quem tenha autoridade científica para o investigar, eu diria
q
ue, segundo me parece, país territorialmente pequeno, estamos de Norte a Sul, muito homogeneizados do ponto de vista étnico. Linguisticamente, as diferenças dialectais são irrelevantes – embora, apesar disso, as utilizemos abundantemente em graçolas nem sempre muito imaginosas. Nada tenho contra a regionalização, porque descentralizar parece-me urgente; mas, na realidade, o nosso País é, no seu conjunto, uma região.

Chamo a atenção de quem aqui no Aventar usa essa «graça», que chamar mouros aos sulistas equivale a defender uma teoria da raça em que o Norte seria povoado por celtas, ou melhor, por puros arianos, e o Sul por semitas. Por tudo o que da História recente sabemos, é uma graça perigosa e de mau gosto. Cuidado! Deixem essas expressões para gente estúpida e boçal como o Manuel Serrão. Não é conveniente sujar o blogue com coisas tão idiotas.

Porque, pensando bem, o futebol não tem qualquer importância. A não ser que o transformemos em ideologia ou em religião. Mas essa não é uma atitude sensata. O nosso clube estar a ganhar ou estar a perder, pode-nos dar alegria, boa-disposição, como disse Vinnai »distrair-nos das misérias das nossas vidas de todos os dias», mas para o que verdadeiramente importa, não conta. É igualzinho a zero.  

Um zero tão redondo como a bola de futebol.

 

 

Pedreira é habitat de águia real

Tudo se conjuga para ser um grande jogo. Ambas as equipas praticam um futebol muito parecido, com desenvolvimentos defesa/ataque em velocidade, mas com o SLB a fazer uma pressão em terrenos mais avançados.

 

No meio campo vai travar-se em boa medida o resultado deste jogo. O Braga joga com dois médios à frente da defesa, o SLB apenas com um. Vamos ver muitas vezes Ramires jogar por dentro para compensar, essa diferença numérica.

 

Em contrapartida, o médio mais defensivo do Braga vai que estar atento às descidas de Saviola que vem atrás buscar jogo.

 

As bolas paradas farão o resto.

 

Gostava que o Braga ganhasse para ver como é que Pinto da Costa se comportava perante a hipótese de um companheiro do Norte ser campeão.

Os Malandros…

Atlético Madrid estraga festa benfiquista
21 de Julho de 2009, 22:14, Sapo.

Ehehehehehe, hihihihihihihih!

benfica

Luz falha em Benfica há duas horas

Humm, deve ser por isso que ainda ninguém leu em condições a tal decisão do Juiz sobre as eleições internas da lampionagem, eheheheh.
Confesso, já não me divertia assim há muito. Então o orelhas não pode ir a votos? So falta dizer que foi o Pinto da Costa que comprou o juiz, eheheheh.
Caro Amigo Bruno Carvalho: Cuidado. Se vais a votos sozinho eles matam-te.
Ehehehehehe.

Benfica

aguia-depenada

Depois de “Maria”, agora Jesus. O Burro, esse, já por lá anda. Os camelos são inúmeros.

O slb é um autêntico presépio…