
2020.

2025.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A ancestral arte das sombras chinesas feitas com as mãos, é fascinante. O saber usar as mãos à contra-luz para se obter uma forma de algo tão distinto das mãos em ofício, seja um porco, um cisne, um cão ou um homem de chapéu, desperta não só o imaginário como aguça a nossa capacidade de percepção.
Ora, parece que António Costa tem sabido aplicar esta arte oriental à prática governativa.
O mais recente exemplo, e que melhor espelha esta fina arte de iludir, reporta-se ao tão propalado apoio ao pagamento das rendas habitacionais, como medida social para debelar os efeitos da inflação e da perda de poder de compra. Foi notícia de primeira página, abertura de noticiários, holofotes, palanque, gráficos e tudo mais.
Posteriormente, foi aprovado o DL 20-B/2023, de 22/03, que, segundo o Portal do próprio Governo, estabelecia o seguinte regime de acesso:
Parecia ser linear, a interpretação do artigo 4º daquele DL 20-B/2023, de 22/03. Parecia. Pois, segundo a notícia de hoje do “Dinheiro Vivo”: [Read more…]
Wagner Os maestros cantores Coro
Foi, para mim, um grande prazer um dia de receber um telefonema de um professor do secundário para me convidar a escrever com um grupo dos seus amigos, todos do Norte de Portugal. Eu apenas conhecia os meus livros escritos e publicados pelas casas editoras das casas deste, hoje em dia, o meu país, por gentileza do Estado e dos amigos do governo passado. Fiquei impressionado. Agradeci e aceitei. Desde esse dia, nunca mais parei de escrever para este grupo, denominado Aventar, útil para deitar as penas e desabafar ideias abstractas. Além dos textos, havia uma conversa entre os camaradas, no denominado diálogo. Toda ideia o facto, era ai comentado. Com simpatia e bom humor.
Está explicada a dificuldade que tivemos em arranjar alguém que apoiasse Sócrates aqui no Aventar, apesar de termos recorrido a um anúncio. Primeiro é preciso ter dois milhões de euros em dinheiro vivo ou contrapartidas (é preferível que o dinheiro não seja nosso) e alguns boys que se saibam mexer, só depois é que se faz o anúncio de apoio. Estamos sempre a aprender. Viva a cidadania.
Quando a escritora e feminista Maria Velho da Costa comandou as mulheres no movimento de libertação feminino, começou pelo soutien. E com razão! Se há alguma peça de vestuário bem feminino e que caracteriza as mulheres é o apoio. Às mamas!
Fizeram uma bela fogueira ali entre o Marquês de Pombal e o Parque Eduardo VII, tiraram os soutiens e vá de fazer um “auto de fé” com a peça feminina por excelência.
Claro, que foi o ínicio de muitas outras coisas, como os jeanes, as t-shirts e as sapatilhas de que resultaram estas mulheres maravilhosas, eternamente jovens e meninas. Eu aderi imediatamente. Desde logo porque ficaram mais jovens e bonitas (nunca gostei do tipo mulher “marqueza” ) e porque tudo era mais simples e prático. Para elas e para nós.
Mas o problema (há sempre um problema) é que as mulheres querem fazer a vida militar e para andarem a correr e ” à batatada” não podem e não dá jeito andarem com as “pendurezas” a oscilar demasiado. E, aí está, o primeiro movimento a favor dos soutiens que já partiu das mulheres Suecas, que criticam não haver no seu uniforme uns soutiens “à maneira”.
São elas próprias que têm que comprar o seu próprio soutien, normal, que não está adaptado e que se rasga com relativa facilidade.
Agora começo eu ( e elas, aposto) a tentar perceber porque nunca foi colocada a questão de, em vez de se chamar ” soutien”, que dá logo a ideia de uma peça íntima e feminina, não lhe termos chamado aquilo que ele é na verdade. Um simples apoio. Lá se vai a carga erótica e feminina, mas eu, por uma vez, deixo de andar aqui feito “tolo”, ora bato palmas por deitarem fogo à peça (literalmente) ou grito de contente por ver as mulheres com as mamas a saírem do decote!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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