Home sweet home


Pois é, o Aventar está de volta ao WordPress, a sua casa de sempre. Ultrapassados os problemas com os «hackers» asiáticos, voltámos a encontrar o nosso lar, janota como sempre e imensamente cosmopolita. De onde estou, já vejo o Blasfémias e o magnífico Carlos Abreu Amorim. E mais atrás um bocadinho, ali está o Arrastão, sempre com o Daniel Oliveira no comando. Olha, é o 5 Dias! Olá 5 Dias, está tudo bem? E o Paulo Guinote, e o Aspirina… Ena, tantos senhores, já tinha saudades…
Realmente, o WordPress é um mundo e foi para esse mundo que nascemos. É uma relação perfeita, um amor que nem um indiano maroto pode matar. Nos nossos 9 meses de vida, comemorados com alguns dias de atraso, é realmente um prazer voltar a estas bandas.
A última palavra, essa, fica para o Sapo, que tão bem nos albergou nos últimos dois meses. Era uma casa pequenina, amistosa e confortável. Na Maria João Nogueira, encontrámos uma anfitriã excelente e que só merece o nosso agradecimento. Os Blogs do Sapo são bons, mas para um blogue normal.
O Aventar não quer ser normal. Quer mais, muito mais do que isso.

Tchau Sapo, ainda assim gostei deste bocadinho

Quando um hacker coreano achou que as 9000 visitas diárias que tínhamos tido nos dias anteriores eram um bom alvo para intermediar um ataque a uma loja indiana de trapos estilizados, a 16 de Outubro do corrente ano ficámos como a Apollo 13, com um problema. A primeira solução que caiu na mesa foi mudar para o Sapo.

Fui contra, e resisti até ser vencido pelos acontecimentos. Fui contra porque conhecia os blogs do Sapo por fora e não gostava, uma coisa mal amanhada entre o Live Journal e não sei mais quê, agravado por saber que a equipa de apoio foi em tempos a equipa do Terrávista, e o Terrávista foi a primeira experiência muito mal acabada dos portugueses que usavam a net na década passada para a publicação de conteúdos (reparo que nem há uma entrada na Wikipédia para o que foi o maior espaço de produção na rede em língua portuguesa: estórias mal-contadas, nem contadas, e um dias destes meto-me na arqueologia disso, prometo).

O facto é que o apoio da Maria João foi acima de excelente, e grande parte dos problemas normais numa migração de urgência foram superados. Revi opiniões pré-formatadas, e aqui fica o meu pedido público de desculpas por as ter tido.

Sucede que a plataforma do Sapo concorre com a do Blogspot, com a vantagem de ter apoio nacional. Para quem vem do WordPress é como meter o F.C.Porto a jogar num relvado sintético ou em Oliveira de Azeméis: não dá. Sobretudo numa publicação com um elevado número de autores, boa parte dos quais muito pouco dados ao que se passa depois de meterem as letras no monitor via teclado.

O regresso a uma plataforma WordPress, com todos os riscos de segurança que acarreta termos de ser nós a assegurá-la no intervalo de termos muito mais que fazer que a malta precisa de pagar o almoço, tornou-se inevitável.

Obrigado Sapo, apesar de todas as limitações, aprendi mais um bocadinho, e é para isso que andamos na vida.

Aventar de regresso

Aventar de regresso

Aventar de regresso

Sejam bem-vindos ao Aventar.

Estamos já na casa nova. O nosso e o vosso Aventar está de regresso, depois de pouco mais de 24 horas de ausência para efectuar a mudança.

Como é habitual em mudanças há sempre algumas coisas que se vão aprimorando e afinando ao longo dos dias. É o nosso caso. Por isso, se encontrarem falhas ou erros, não hesitem e utilizem o formulário aqui acima, em Contacto, para nos darem conta do que está menos bem.

Aventar é um blogue, pois, mas um blogue diferente. Por isso estamos receptivos às vossas opiniões.

Bons ventos!

Aventar em manutenção

 

Dentro de algumas horas, o Aventar vai entrar em período de manutenção.

Durante algumas horas iremos estar ausentes para afinar alguns detalhes do blogue.

 

Informamos os leitores que nos acompanham por RSS que haverá, após a operação de manutenção, um novo endereço de RSS, através do qual poderão subscrever todas as actualizações do blogue.

 

Em todo o caso, fica a promessa de regressar em força.

I Tertúlia do Aventar – Salgueiro Maia e a Memória da Revolução

 

Tertúlia do Aventar – «Salgueiro Maia e a Memória da Revolução». Hoje, 5 de Dezembro, 18 horas. Com Carlos Abreu Amorim e João Teixeira Lopes. Clube Literário do Porto (à Ribeira).

 

A liberdade de expressão e a moderação de comentários no Aventar

Os nossos leitores habituaram-se a ver no Aventar, desde Março, um espaço de liberdade onde todos podiam dizer o que lhes ia na alma.

Nada mudou no que a isso diz respeito. No entanto, uma caixa de comentários tem de ter um aspecto limpo e asseado, agradável à vista e que convide ao regresso. Ora, nos últimos tempos, utilizando uma expressão muito portuense, as caixas de comentários do Aventar andavam muito badalhocas. Peço desculpa a quem não gosta da palavra, de facto muito feia, mas é a mais pura das verdades.

Ora, foi necessário tomar medidas para que essa situação não continuasse, daí a solução óbvia encontrada: moderação de comentários. Tudo continua como dantes e será publicado o que não seja ordinarice, conversa fiada, desconversa, diálogos particulares.

Há por aí quem pense que a liberdade de expressão não tem limites. A cómica «liberdade total intelectual» de que se ufanam. Pode-se insultar à vontade que não há qualquer problema. Chame-se a alguém filho da puta ou paneleiro, é tudo uma força de expressão. Se entendem que há difamação, aí sim, cai o Carmo e a Trindade. Insultos é que pode ser à vontade do freguês.

Há quem pense também que tem direito de escrever num blogue o que lhe apetece. Porque é um blogue e num blogue escreve-se o que nos vem à cabeça. Pois bem, os donos de um blogue também têm direito a seguir uma determinada linha editorial e a definir as suas regras. As nossas são estas. Quem não gostar, paciência!

I Tertúlia do Aventar: Salgueiro Maia e a Memória da Revolução

 

Tertúlia do Aventar – «Salgueiro Maia e a Memória da Revolução». Sábado, 5 de DEzembro, 18 horas. Com Carlos Abreu Amorim e João Teixeira Lopes. Clube Literário do Porto (à Ribeira).

 

I Tertúlia do Aventar: Salgueiro Maia e a Memória da Revolução

 

«Salgueiro Maia e a Memória da Revolução», com Carlos Abreu Amorim e João Teixeira Lopes. Sábado, dia 5 de Dezembro, às 18 horas, no Clube Literário do Porto (à Ribeira).

I Tertúlia do Aventar: Salgueiro Maia e a Memória da Revolução

Como temos vindo a divulgar, é já no dia 5 de Dezembro que se realiza a I Tertúlia do Aventar. Subordinada ao tema «Salgueiro Maia e a Memória da Revolução», pretende transformar-se num debate sobre a memória de Salgueiro Maia e a sua herança à luz da pobre democracia que temos hoje em dia.

E porque Abril é de todos – dos Capitães e dos civis, da Esquerda e da Direita – queremos uma Tertúlia que seja mais do que o habitual desfiar de histórias militares e actos de heroísmo. Todos sabemos o que aconteceu naquele dia mágico, partamos dali para as suas consequências.

Assim, temos um enorme prazer em anunciar a presença de duas figuras incontornáveis do Portugal dos nossos dias e cuja posição ideológica é bem diversa. De um lado, Carlos Abreu Amorim, professor universitário e um dos autores do «Blasfémias»; do outro lado, João Teixeira Lopes, também professor universitário e destacado dirigente do Bloco de Esquerda.

E no final, celebremos todos à mesa, ali bem perto, no «Verso em Pedra», a memória de Salgueiro Maia. Um convite que nem é displicente nem brincalhão e que se coaduna perfeitamente com o espírito do evento. Estamos a celebrar Salgueiro Maia, caramba, não estamos a enterrá-lo.

Lembro-me de um episódio ocorrido logo a seguir ao 25 de Abril, quando uma «striper» negra se despia, no Cais do Sodré, ao som do «Grândola». A revolta, a blasfémia, o pecado por se usar a música da Revolução – enquanto isso, o Zeca só se ria.

Estão, pois, todos convidados. 5 de Dezembro, 18 horas, no lindíssimo edifício do Clube Literário do Porto (perto da Ribeira). «Salgueiro Maia e a Memória da Revolução: Petição para a preservação da casa onde nasceu o Capitão de Abril».

De manhã não estou para ninguem

Acordo às dez, com a voz do mulherio na cozinha, conversa abafada, de onde sobressai a voz estridente da D. Maria, a porteira do prédio, sobressaltada pela chegada da Zèzinha.

 

Chegam-me emoções que não sei colocar no tempo, serão certamente as vozes das minhas irmãs no fundo das escadas na nossa casa. Ali me mantenho por algum tempo, enquanto me habituo à claridade que  entra generosa pela ampla janela.

 

A caneca do café com leite fumega na mesinha e enquanto tomo o único alimento da manhã, vou-me fazendo à vida. Aventar, ler e-mails e blogues preferidos e são 11 horas. Hora da ginástica matinal.

 

Enquanto sigo as notícias na SIC-N, vou pedalando como um louco na bicicleta fixa que tenho no escritório, a suar ao fim de 40 minutos vou direitinho para o melhor do dia. O banho, depois do exercício físico, é um prazer sempre renovado.

 

Mais Aventar, leituras e escrever o poste diário, chega a hora do almoço que a D. Emília, a senhora que trabalha cá em casa há 30 anos, apresenta fumegante na sala de jantar. Primeiro pecado, almoçar, enquanto torno a ouvir as notícias, agora nos canais generalistas.

 

Passo pelas brasas, reflectindo nas dificuldades do dia, e por volta das 15 horas saio de casa, para o Tejo, para a Baixa ou para a Guerra Junqueiro. Hora de leitura dos jornais, espraiar o olhar nas coisas bonitas da vida, passear, eventualmente ir ao cinema…

 

Se estou em dia de trabalho, recebo pedidos de ajuda do meu sócio, Vensã, com quem tenho uma empresa de prestação de serviços de contabilidade e finanças, jovem de 38 anos, 1,90 metros de altura e uns 100 Kilos, negro da Guiné: "Dôtor, estás pronto para reunião com cliente?", como se não fosse a primeira vez que me fala no assunto; ou então o meu filho "pá, podes vir ajudar que chegou uma carta das finanças?", e aí vou eu suar as estopinhas a bem desta juventude.

 

A noite prolonga-se até às três da manhã, televisão e livros, Aventar e ficar quietinho a ouvir a noite, a rua e os prédios sem luz, sem carros, a cidade a dormir para outro dia de trabalho.

 

Mato-me a rir com os meus amigos que dizem que não sabem estar sem fazer nada, deprimidos, o dia é longo, e eu a explicar-lhes que o pessoal das aldeias senta-se à porta, a  fazer nada, que é um exercício que explica a serenidade e o prazer de viver.

 

Andam cheios de comprimidos e de doenças mas sempre muito atarefados, e eu a perceber muito bem aquele ditado que diz " trabalhar dá saúde"!

 

Sem dúvida, está aqui, neste vosso amigo, a prova viva!

Os 7 meses do Aventar e o dia dos Fiéis Defuntos

Pois é, hoje fazemos 7 meses de vida e as coisas não nos correm bem. O espírito do Dia dos Fiéis Defuntos é hoje o nosso espírito.

Exactamente há um mês, estávamos em crescendo, as audiências não paravam de subir e em breve iríamos chegar ao 13.º lugar do Blogómetro, que ocupámos durante uma semana.

Mas depois vieram os «hackers» coreanos e a destruição de um trabalho de meio ano. Perdemos muita coisa, tivemos de mudar de casa e a queda nas audiências foi abrupta.

Só que na casa nova, parece que não gostam muito de nós. Parece-me que teremos de apelar ao nosso espírito de ciganos e fazer outra vez as malas. E o WordPress ali tão perto…

Não desanimeis, amigos aventadores. Todos nós somos uns animais bloguísticos e iremos em breve renascer das cinzas. Daqui a um mês, veremos como estão as coisas.

Hoje, definitivamente, não é dia para comemorações. O Valupi vai ficar todo contente.

Houston, problema resolvido

 

Estamos de volta, apenas falta parte do nosso arquivo que ficou esquecido num porão qualquer, mas que se vai já buscar de seguida.

 

Um agradecimento à Maria João Nogueira

Mudar de casa tem que se lhe diga. Mesmo que seja apenas uma mudança virtual, eram quase 5 da manhã e a Maria João Nogueira, dos Blogs do Sapo, ainda estava a trabalhar na transferência do Aventar. Informava-nos por e-mail, hora a hora, do ponto da situação. E nós, grandes desavergonhados, a dormir. Ninguém lhe respondia! Ainda pensei em ficar acordado a noite toda à espera de novidades, mas lembrei-me de quando o fiz para acompanhar a corrida do Fernando Mamede nos Jogos Olímpicos de 1984… e desisti.

Agora que a transferência está em andamento, apesar do que ainda falta, serve este «post» para agradecer à Maria João Nogueira o excelente trabalho que levou a cabo com o Aventar. Calculo que não seja fáci transferir um blogue que, apesar de ter apenas 6 meses de vida, já tem milhares de «posts» e de comentários e um tráfego tão intenso.

Não conhecia a Maria João, à excepção de alguns comentários que fez aos meus «posts» do «5 Dias». Fiquei a conhecer alguém cujo profissionalismo difere em muito daquilo a que estamos habituados em Portugal.

Cara Maria João, nunca esqueça este «post». 🙂 Porque, daqui em diante, tenho a impressão de que vou precisar muito de si. Eu e todos os meus colegas.

E já agora, obrigado por tudo.

 

A nova casa do Aventar: Bom dia, vizinhos!

Hoje é dia de festa no Aventar. Porque estamos a inaugurar a nossa casa nova e porque faz hoje exactamente 6 meses e 17 dias que começámos a postar. É pois dia de comemorar e penso que o Valupi não levará a mal.

Antes de tudo, uma explicação. Começámos a 30 de Março deste ano e nunca pensámos que, 6 meses decorridos, estaríamos em 13.º lugar no «top» dos blogues mais lidos em Portugal. A nossa pobre máquina não aguentou. Depois das 20 mil páginas lidas no dia das eleições, deu o tilt e baqueou. Uns «hackers» indianos aproveitaram a fraqueza e atacaram. O Aventar não se recompôs e, perante as alternativas, a única solução era mesmo mudar rapidamente de casa.

Por isso, cá estamos nos Blogs do Sapo. Por aqui, só queremos ser tão felizes como fomos no WordPress. Já conhecemos alguns dos vizinhos. Eles não gostam muito de nós. Paciência, teremos de conquistar a sua amizade. Quanto ao senhorio, foi de uma simpatia incomparável e só por isso já estamos contentes.

Por tudo isto, hoje é dia de festa no Aventar. Por tudo isto e ainda porque, a partir de hoje, o Aventar conta com um novo elemento. É ele José Reis Santos. Esteve até há pouco tempo no «Simplex» e, no nosso blogue, vem reforçar a ala socratista, que bem precisada está de apoios nestes tempos de maioria relativa.

E cá está o novo Aventar. O mesmo Aventar de sempre, mas numa casa nova. Bom dia, vizinhos!

 

Esta malta nova é um bocado precipitada

 

Já cá estamos, mas ainda vai demorar um bocadinho a sair do casulo, e principalmente a trazer a bagagem espacial.

Aproveito para avisar os que nos seguem por feed – mudou, e agora é este:

http://aventar.blogs.sapo.pt/data/rss