A crise que vivemos e a família

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O orçamento de estado para 2013, acaba não apenas com as entradas lucrativas, bem como com começa com os despedimentos do emprego, a falta de entradas e, o que é bem pior, com as lutas familiares.

É verdade que as pessoas juntam lares dentro de uma mesma casa para poupar o pagamento de rendas, que, de certeza, passam a ser mais caras, assunto inusitado no nosso país. Como é natural, todos querem morar no seu canto de família doméstica, mas, quando não há dinheiro, a única alternativa é juntar pessoas da mesma família beijo um mesmo teito.

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O amor é uma boa rotina!

Há rotinas que não se devem «perder», como o beijo de «boa noite» que está em vias de extinção.

A Delicadeza

É nome de um livro, que dá nome ao filme francês que estreou esta semana em Portugal e classificado como «comédia romântica». Uma história de David Foenkinos (1974), considerado hoje um dos melhores escritores da nova geração, pelo menos na França.

Nathalie fica viúva. Entra numa «letargia» que dura cerca de três anos, “até ao dia em que rouba um beijo a um colega de trabalho tímido e pouco carismático”. 

“Será um beijo capaz de mudar tudo?”, lê-se na contracapa do livro (Editorial Presença, 2011). O autor cita Maupassant: “O beijo, contudo, não é mais do que um prefácio.” Foi uma amiga que me ofereceu o livro o ano passado pelo meu aniversário. Uma boa prenda, como são sempre os livros…

Isto é a delicadeza enquanto ficção!

Enquanto realidade: é uma qualidade que poucos têm. E quando encontramos alguém com ela… preste bem atenção: é maravilhoso. Um gesto, uma palavra, uma pergunta no tom certo, um toque nos ombros, um mimo…

Preste atenção. Esteja atento ou atenta às pessoas delicadas, poucas, é certo, que vai encontrando na sua vida ou no seu quotidiano.

Tentemos ser uma delas.

Linda

adão cruz

Tinha um nome muito bonito que não vamos revelar. Contentemo-nos em chamar-lhe Linda, que também não é feio. Tinha um ar luminoso, os olhos cheios de sol. Os cabelos douravam como uma auréola o ar límpido do azul do céu à volta da sua cabeça. Abria-se em nós como romã sumarenta. Uma onda transparente de um qualquer mar de inesperado encanto embalava o olhar de quem dela não conseguia desviá-lo. Tinha quarenta anos e um provável cancro do colo do útero. Mas eu não sabia. [Read more…]

Tentem agora tirar este


Fracos!