
Os blogues são filhos do papel. Muitas vezes, filhos do papel de jornal. Mesmo sabendo que as relações entre pais e filhos sofreram mutações, continua a ser de bom-tom ter uma palavra simpática sobre os progenitores e ajudá-los sempre que possível.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Os blogues são filhos do papel. Muitas vezes, filhos do papel de jornal. Mesmo sabendo que as relações entre pais e filhos sofreram mutações, continua a ser de bom-tom ter uma palavra simpática sobre os progenitores e ajudá-los sempre que possível.
[…] Os abaixo assinados vêm solicitar ao Provedor de Justiça que, nos termos do artigo 20º do seu estatuto,
1. Actue junto do Governo Português e das instâncias competentes no sentido de assegurar a disponibilização imediata, em língua portuguesa, de todos os documentos directa ou indirectamente relacionados com o Programa de Assistência Económica e Financeira.
2. Que execute diligências junto do Tribunal Constitucional para que averigue a inconstitucionalidade da não disponibilização, atempada e em língua portuguesa, do Memorando de Entendimento, suas actualizações, e documentos relacionados, e aja consequentemente no apuramento de responsabilidades e restabelecimento da lei e do direito dos cidadãos.
Porque a nossa língua é o nosso património e deve ser a base das decisões que nos rege, assine a Petição Tradução Já!
Desde o clímax do milenarismo, em 2000, que tem vindo a aumentar a ansiedade quanto a outro hipotético “fim do mundo”. Do cinema à publicidade, todos glorificam o momento final como se fosse possível vender souvenires do armagedão. Se repararem não há blockbuster recente que não introduza o tema do fim do mundo. Os espectadores acorrem para assistir de camarote ao take final. Afinal de contas, para os tradicionais voyeurs dos acidentes, aqueles que abrandam ou param para ver os destroços dos carros sinistrados, ou os que aguardam no sofá pela imagem do sangue que os cameramen sempre filmam, o paraíso é ver acontecer a desgraça final, em todo o seu esplendor.
Excerto do filme “O pintor e a cidade” de Manoel de Oliveira; para além de alguns comboios a vapor em São Bento e a caminho de Campanhã, surge também a ponte Maria Pia (então com 79 anos de idade) e as carruagens Schindler em início da sua carreira de meio século.
Os jornais portugueses concentram-se na sórdida campanha eleitoral. Títulos sensacionalistas, ausência de imparcialidade e excessiva atenção aos atritos entre Sócrates, Coelho e Portas, o trio nacional que ratificou, perante a troika externa, a condenação dos portugueses à pobreza, uns, e à miséria, outros.
Do conteúdo do programa da troika ‘FMI-BCE-CE’, a divulgação e análise não constituem informação relevante. A nossa comunicação social confina-se ao sujo, ao mesquinho e ao colateral; em certas ocasiões, aquece o debate no ‘arco do poder’ com a intriga – ontem a SIC anunciava indevidamente haver uma 3.ª versão do acordo entre o governo e a troika; o ‘Público’, na edição online, navegou na mesma onda, mas, entretanto, retirou a notícia de circulação.
Em suma, tal como a campanha, a imprensa portuguesa tem-se revelado sórdida e desprezível para quem precisa de ser esclarecido da vida que nos espera de 6 de Junho em diante. O desapontamento levou-me a um périplo por jornais estrangeiros. Eis que, de súbito, embato de frente nesta notícia no ‘Guardian’.
É verdade, da mixórdia eleitoral portuguesa salto para o desaforo de gastos do nosso compatriota Barroso e sua equipa de comissários. Em cinco anos, gastaram 7,5 milhões de Euros, apenas no aluguer de jactos privados. O ‘Guardian’ refere outros despesismos e, embora a tradução sofra das imperfeições normais com o automatismo do Google, é possível apercebermo-nos da faustosa e dispendiosa a vida de Barroso, Comissários & Cia., ou seja, das gentes da Comissão Europeia.
Saber que os luxos são pagos por milhões de contribuintes europeus, alguns dos quais alvos de vidas sacrificadas, e deparar-me com a notícia de tal afronta é revoltante. Há dias em que um homem nem pode entrar na Internet para ler um jornal sequer. Mesmo estrangeiro. DASSE!
Nem uma única palavra acerca dos compromissos assumidos com o FMI. Apenas folclore. É o que dá estas campanhas eleitorais que há muito que não são mais do que arruadas de circo de fracos palhaços, malabaristas e ilusionistas.
Depois do episódio PSD “Africanistas de Massamá” (comentário dos Homens da Luta no facebook: Camaradas… assim ficamos sem trabalho pá!! Vamos lá acalmar um bocadinho pá!!!), temos agora a contratação pelo PS de figurantes no Martim Moniz:
Seguem José Sócrates para todo o lado, de norte a sul do País, em autocarros pagos pelo PS. Depois são usados para compor os comícios, agitar bandeiras, e puxar pelo partido, apesar de muitos deles não perceberem uma palavra de português e não poderem votar. Em troca têm refeições grátis. CM
E, acrescento, sempre ficam a conhecer a paisagem, que Portugal não é só Lisboa. Olhando para esta fotografia reparo que a JS, tal como o país, está mais idosa e multiculturalista. É a vida pá.
Assistimos a uma campanha PSD Sacripanta – com um Porta-Voz Sacripanta – com objectivos Sacripanta – de valor de Sacripanta. Mais palavras para quê? SACRIPANTA é a justa. Quem se subjuga, agora, no silêncio, a Sacripantas, que se cale para sempre. Não venham depois bradar o Sócrates!! Ai o Sócrates! Não, não é o Sócrates, nem o terrorista, nem o mentiroso ( ó! que ridículo é o coro de Santos em desespero da Santa verdade, Y logo no Planeta Terra! Y com os condicionalismos da Condição Humana … ). Os Sacripantas salivam Y todos fecham os olhos: o Sócrates!! Ai o Sócrates. O Sócrates é o PS! Y uma coisa é justa dizer sobre o Sócrates: no dia 23 de Março de 2011, Portugal só teve um Homem à altura da sua História: O Sócrates! O Sócrates que eleito numa maioria relativa, respeitou essa maioria relativa. Não teve foi quem o acompanhasse nesse respeito; os, agora, Candidatos Sacripantas colocaram-se à frente dos interesses do país. Sim. Há o Candidato José Sócrates Y há os Candidatos Sacripantas que salivam por isto: [Read more…]
Por exemplo, ao que parece, este ano não vamos ver as nossas cidades inundadas de lixo como este. Em 2009, os gastos da campanha eleitoral (que decorreu durante o então claro rumo à banca rota) custou ao país:
Fonte (inclui estimativas para 2011)
Frustração, por outro lado, para as gráficas, que perdem assim uma oportunidade adicional de muito boa facturação. É a vida…
Apareceu-me isto no Facebook. É de um tal “Movimento Civil de Apoio ao Portugal que estamos a renovar desde 2005.” Linkam para o Serviço Nacional de Saúde, que foram destruindo, a Segurança Social que foram descapitalizando, o Subsídio de desemprego que retiraram a milhares, o Ensino Público que massacraram, a Caixa Geral de Depósitos onde continuaram a colocar os seus Varas.
O PS começa a propaganda eleitoral com um vídeo de Miguel Portas, e armado em esquerda. O partido de José Sócrates mente, não é novidade. Se tivessem cara diria que nela não têm, nem nunca tiveram, um pingo de vergonha. O PS começa a campanha eleitoral de uma forma baixa, outra coisa não seria de esperar a seres rastejantes.
Onde botar o voto nestas presidenciais estava complicado. O voto rege-se pela sua utilidade e necessidade,* e perante António Cavaco Silva só votando noutro gajo se fica com a consciência tranquila. Qual gajo?
Manuel Alegre foi demasiadas vezes deputado por Coimbra para não ter reparado nele. É da geração do meu pai na sua passagem pela aldeia universitária, quando deixei de o ouvir em ondas curtas continuou a ser um poeta muito pouco interessante para o seu tempo (convém lembrar que Herberto Helder é seu contemporâneo mas sempre escreveu poemas e não se lhe conhecem rimas para cantarolar), caçador, e aquela parte da voz ficou-se-me eternamente associada a coisas politicamente muito más quando passou a ouvir-se em frequência modulada. Voto numa segunda volta, sem urticária, mas irrita-me. Os tactitismos dos meus camaradas que continuam no Bloco de Esquerda são tacticismos muito pouco estratégicos, que é quando se faz da politíca um jogo de sorte e azar. Para a próxima espero que tenham sorte.
Fernando Nobre, que não é grande apelido para um presidente da República como Mário Alberto Nobre Lopes Soares percebeu ao deixar-se conhecer simplesmente por Mário Soares, li esta piada algures e copiei, escutei-o numa missa no Pátio da Inquisição quando a Marisa Matias e o Rui Tavares eram candidatos ao parlamento europeu e fiquei com a ideia de que não iria votar nele para a presidência da república se uns meses mais tarde lhe desse para ser candidato, julgamentos de Inquisição em seu pátio, admito, precipitado, aceito, mas sem dúvidas pelo menos para uma 1ª volta. [Read more…]
Maria foi despedida da cantina de uma escola em Vila Nova de Gaia por ter levado para casa comida que iria para o lixo. A funcionária, com poucos recursos, aproveitava as sobras do dia para dar de comer aos cinco filhos.
Filomena Martins, que trabalha na Escola Alcaides de Faria, em Barcelos, tinha pão e sopa no cacifo e está suspensa de funções, com um processo disciplinar em curso.
Na cantina da Portucel, em Setúbal, uma das trabalhadoras foi revistada na segunda-feira, à saída, e como tinha sobras na carteira, está também suspensa e ameaçada de despedimento.
Estes casos, divulgados pelo Correio da Manhã, têm em comum a Eurest, empresa que diariamente fornece o almoço a 200 mil portugueses, em 1200 restaurantes e cantinas de hospitais, escolas, prisões, áreas de serviço, autarquias e empresas e vieram a público porque esta vai participar na campanha “Direito à Alimentação”, lançada com pompa e circunstância pelo Presidente de todas as caridadezinhas, a começar pelas hipócritas. Vejamos como: [Read more…]
Não, este não é um video da campanha de 2010. Este é um vídeo de uma altura em que Manuel Alegre se esforçava por parecer um político livre, independente e quase sempre contra o seu próprio Partido.
Esforçava-se. Agora já nem isso.
«Coragem para estar ao lado dos desempregados e desfavorecidos». Sim, tinha uma boa oportunidade no próximo dia 24 de Novembro.
Tempos atrás, iniciei uma campanha no “meu” sítio no sentido de, sempre que possível, consumir-mos productos da nossa região. Fui criticado de todas as maneiras e feitios, e apelidado de separatista, independentista e reaccionário.
Voltando ao assunto, podemos mudar o rumo da história que se segue, que no fundo não passa de uma caricatura, começando por, cada Português, passar a consumir mais 200 euros por ano em productos da sua região, do que hoje consome, em vez de comprar productos similares estrangeiros.
“O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, pelas 6h45 da manhã, acordado pelo seu despertador (Made in Japan). [Read more…]
E afinal Miguel Abrantes é mesmo um assessor do Governo, segundo o artigo de hoje do «Correio da Manhã» que me chegou ao conhecimento via A Regra do Jogo.
Como refere Eduardo Dâmaso na sua investigação, «Assessores, chefes de gabinete, membros do Governo usaram o seu tempo, pago pelo erário público, instalações do Estado, meios informáticos públicos e informação privilegiada para fins de combate político. Como o CM demonstra nesta edição, o Governo alimentou blogues de campanha eleitoral daquela forma, mas também outros que antes e depois do tempo de eleições continuaram a ser a barriga de aluguer de argumentários e documentos pré-fabricados.»
E assim se percebe quem é afinal Miguel Abrantes e de que forma blogues como o Câmara Corporativa, o Simplex ou o Jugular foram criados ou alimentados numa determinada lógica e com um determinado objectivo. O polvo em todo o seu esplendor…
Luis Figo sempre foi uma personalidade controversa e não é de hoje que está no meio da polémica. Revejo-me muito no que foi escrito aqui, no «post» e sobretudo na caixa de comentários.
Aqui ficam, na óptica do Aventar, alguns dos momentos mais significativos da sua carreira desportiva:
– Em 1989, estava no Sporting, era presidente Sousa Cintra, e assinou ao mesmo tempo pelo Benfica. Voltou atrás quando o Sporting dobrou a proposta do Benfica.
– Em 1995, estava ainda no Sporting quando assinou por dois clubes italianos ao mesmo tempo, Parma e JUventus. Ficou impedido pela Federação Italiana de Futebol de se inscrever em qualquer clube italiano durante dois anos.
– Ainda nesse ano, recusou a renovação pelo Sporting, razão pela qual, em fim de contrato, acabou por sair para o Barcelona por um valor irrisório.
– Em 1997, no rescaldo do «Caso Paula», pelo que se disse na altura, terá arremessado, no Hotel onde a Selecção estagiava, um saco de urina ao jornalista da SIC, Nuno Luz, que estivera envolvido na cobertura daquele execrável «Os Donos da Bola».
– Em 2000, idolatrado e reverenciado pelos adeptos do Barcelona e por toda uma região, a da Catalunha, assinou contrato com o Real de Madrid sem qualquer explicação, dando origem ao epíteto pelo qual é mais conhecido, o de «pesetero».
– Em 2001, quando foi eleito o Melhor Jogador do Mundo pela FIFA, fez o discurso da vitória em espanhol.
– Em 2006, já no Inter de Milão, festejou de forma efusiva e despropositada, no banco de suplentes, o golo do Inter de Milão contra o Sporting.
– Em 2007, anunciou que iria jogar na Arábia Saudita e chegou a ser apresentado em conferência de imprensa pelo clube saudita.
– Em 2008, disse que gostava de ter voltado ao Sporting, mas que nunca fora convidado.
– Em 2009, terminou a carreira colocando uma cabeleira de palhaço na cabeça.
– Em Setembro de 2009, durante a campanha eleitoral para as Legislativas, terá alegadamente anunciado o seu apoio a José Sócrates a troco de 750 mil euros.
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Para mim, o Norte só acaba lá para as bandas do Mondego. Acaba o Norte onde o Sul começa. Já o disse antes nestas páginas, que a região norte deveria abarcar não só o Minho, Douro e Trás os Montes, mas também as Beiras, litoral e interior. É a minha ideia, devendo no entanto estar sozinho nesse pensamento.
Não é, no entanto, isso que aqui me traz hoje. Mais cedo ou mais tarde, por certo mais tarde que mais cedo, a regionalização virá, seja com uma região, como agora, seja com três, cinco, quatorze ou trinta e sete. Tantas quantas os mandantes deste nosso País, entenderem.
O que hoje me leva a escrever, é outra coisa. Para já, entendo eu, que a mais importante. Restituir ao Norte a sua real importância.
É por demais sabido que o Norte perdeu força, perdeu influência e até terá perdido o respeito de todo o restante País. Nós, os trabalhadores por excelência, o ganha pão de um País inteiro, somos hoje a zona mais pobre de Portugal, e uma das mais pobres da Europa. O respeito que antes tinham por nós, esfumou-se, e fazem da nossa região, gato-sapato. Basta ver o que os da capital nos tiram ou tiraram, sem se preocuparem connosco, sem se importarem com os prejuízos económicos que daí advieram. estou a falar, como é evidente, dos acontecimentos mais relevantes, como sejam o salão automóvel, o salão de moda e «aquelabebida air race», que do Porto, onde tinham um sucesso estrondoso, rumaram a Lisboa.
É preciso que as gentes portuguesas, mormente as gentes governamentais, saibam que estamos aqui, e que sabemos fazer valer os nossos direitos.
Para tal, é preciso afirmação e trabalho na defesa do que é nosso.
E no fundo, o que é que é nosso?
Nosso, são as nossas fábricas, os nossos produtos, as nossas casas, as nossas gentes, o nosso dinheiro.
E como poderemos nós, defender as nossas coisas? Consumindo-as, usando-as, incentivando os outros a fazerem o mesmo.
E é fácil, e não custa mais caro, e pode dar um gozo danado fazer as coisas do modo que eu faço.
Por isso, lanço esta campanha, para uma vida melhor, a Norte.
Como todos temos de comer e vestir e fazer férias e viver, sempre que possível faço da maneira que vos proponho. São oito medidas simples e fáceis de tomar.
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Diz o Sol que há conversas de Sócrates com Vara a pedir dinheiro para a campanha socialista das últimas eleições.
É para isto que servem as empresas públicas e os boys, que vão pagando as nomeações políticas com estas comissões de negócios "à sucata", desculpem, à socapa.
Sócrates vai dizendo que não sabe de nada, e quando sabe, é campanha negra. Esta teia fecha-se ferozmente quando é apanhada, há cumplicidades perigosas e o poder dá poder, passe a evidência, veja-se a embrulhada em que estão metidos o PGR e o Presidente do Tribunal Superior de Justiça, a ver qual dos dois dá o passo para o pântano em que se transformou a Justiça.
Levanta-se uma certidão e lá está Sócrates, em todas, e se não é ele são os amigos, ou os familiares e ele de nada sabe, escolhe as palavras "oficialmente", mente à Assembleia da República e os outros é que estão a "politizar" um assunto que é da Justiça.
Deixem a Justiça funcionar, a tal que o PS e o PSD ataram de pés e mãos, para não a deixarem ir a lado nenhum, só faltava a sociedade civil não ter opinião, já tivemos isso durante 40 anos sabemos "ler a partitura".
É possível este homem continuar como Primeiro Ministro? Felizmente as escutas vão todas ser escarrapachadas nos jornais.
E não tenham pena, o PS fez isto a muita gente !

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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