Sopa do Dia: conceptualizar algo

Quanto aos abusos da Casterman, não sei, não são do “Alerta Laranja” e o SIMpleX é um “medley” de muitas mentes.
Sei, que como art-director, pago os direitos de imagem(e paguei pela laranja) para a poder utilizar.
Tenho o cuidado de não ser vulgar, não pretendo ter graça, apenas conceptualizar algo.
E por mais que ache estranho, não sou, nem vou votar PS…
Abraços

Comentário de João Coisas, pelos vistos art director do Alerta Laranja e mente participante nesse medley que é o Simplex,  no Cinco Dias

Discurso sobre o filho da puta

João Galamba chamou filho da puta ao João Gonçalves por causa do João Constâncio.
Começa a tornar-se um hábito. O futuro deputado da Nação, quando não gosta do que lê, desata a chamar filho da puta a uma velocidade superior à do Alberto Pimenta. Já me chamou filho da puta a mim, já terá chamado a uns quantos, agora chamou ao João Gonçalves.
Neste ponto, não posso deixar de dar razão a Fernanda Câncio no último «post» que escreveu no «5 Dias» (devo estar confuso, porque agora estou a lê-lo no Jugular numa data em que o mesmo nem sequer existia): «Sempre me fez muita confusão que para chamar um nome a alguém — no caso, para dizer que alguém não presta — se optasse por qualificar a respectiva mãe. ora não só me parece de manifesto mau gosto partir do princípio de que uma pessoa é má rês por alguma coisa que a mãe fez ou deixou de fazer, como não me é minimamente óbvio que o trabalho sexual deva ser associado à geração de más índoles. mas o mais curioso de tudo será a espécie de desculpabilização do facínora implícita na designação. como quem diz que o problema não é bem dele, é da mãe.»
Quanto ao futuro deputado João Galamba, será certamente um digno representante da Nação. Ao nível de um Manuel Pinho ou de um Jorge Coelho. É que quem se mete com o PS leva!

31 da Armada

Estar de férias, no meu caso, implica não dispor do tempo do costume para actividades extra-familiares, como é o caso da internet. Isto só para justificar o atraso deste «post».
Como «blogger», e ao contrário de Carlos Abreu Amorim e outros, só posso ficar contente com a acção do 31 da Armada. É a blogosfera a dar um ar da sua graça na sociedade civil e a chegar a públicos que nem saberão muito bem o que é um blogue. Já víramos antes o fenómeno, com a facção canalha da blogosfera a integrar as listas do PS à Assembleia da República. Agora vemos a facção monárquica a brincar com aquilo que, realmente, não tem nada de sagrado: a bandeira nacional.
Que pena o Nuno Castelo-Branco não se ter lembrado daquilo!

Adalberto Mar – O meu 1.º de Maio de sangue

Devido a discordâncias com a linha editorial do Aventar, o nosso colega Adalberto Mar abandonou o blogue. Em jeito de despedida, aqui fica um dos seus primeiros textos, aquele que, no fundo, nos motivou a convidá-lo para integrar este projecto. Se me permitem um aparte pessoal, deixo-lhe aqui um grande abraço. Apesar da azeda troca de palavras, em privado, nos últimos dias, não deixa de ser alguém que me tocou, mesmo sem o conhecer pessoalmente. É alguém muito diferente da generalidade das pessoas que aqui escreve e mesmo das pessoas que conheço. Foi essa visão diferente da vida e do mundo que partilhou comigo ao longo dos últimos meses.
————–
Ao percorrer aquelas ruas e avenidas lembrei-me de quem por mim, há 4 décadas atrás, foi esmagado pela policia política. Qual poema triste e melancólica canção ao entardecer, senti-me triste porque senti que mesmo que fossemos muitos não éramos milhões. Senti que a juventude mais recente estava embriagada em casa, vendo os seus programas favoritos, os seus jogos de computador ou sublimando o dia com coisas doces e agradáveis.
E lembrei-me de uma Era que já morrera, ainda eu era adolescente em inicio de vida… Um fascismo cínico e feroz. NÃO CONHECI QUEM CONTRA O MAL, CONTRA O HORROR, CONTRA A DITADURA E O DESAMOR lutou. Não conheci as feridas que lhe lançaram ao corpo, não conheci as mulheres a quem queimaram os seios por dizer «quero ser uma mulher livre»! Não conheci o lutador a quem destruíram os genitais com choques, Não conheci, e estão tão «longe de mim», as mulheres que foram sucessivamente violadas pelos abutres do sistema de então, para que desse nomes, locais, histórias..Não sei o que foi feito delas no caminho da vida. Não sei do que é feito dos milhares de negros e de brancos cujo sangue humedeceu as terras de África, simplesmente porque queriam viver e crescer em paz e identidade com os seus filhos.
Não sei onde pára essa gente, verdadeira vítima e última razão para que eu hoje possa ser o que sou e possa dizer o que quero, em paz e com determinação. Para que eu hoje possa viver como quero e com quem quero, sem que me entrem na porta e me digam como «devo viver e o que devo dizer»!

Eu gosto de luxo, de cor e de suavidade. Gosto do toque da seda e do veludo na minha pele e no meu rosto cansado. Mas não posso, jamais poderei esquecer, o chão húmido e rugoso, o odor de podre que os meus irmãos, camaradas ou simples amigos, perdidos no tempo e no espaço tiveram de suportar, nas noites dos cadafalsos das prisões, para que eu hoje observasse o pôr do sol em harmonia com os meus sentimentos. NÃO POSSO NEM DEVO ESQUECER QUE O SOFRIMENTO DELES E DELAS foram ‘chão e adubo’ para que eu hoje deixasse crescer a minha sensualidade, sexualidade, harmonia, poesia ou palavra fluindo como o coração e os sentidos. SEM A DOR DELES NÃO PODERIA HOJE SENTIR AMOR. Devo-lhes isso e muito mais. Por isso, sem os/as conhecer, digo que são meus irmãos, amigos, camaradas e tudo o que for soletrado com graça, harmonia e raça.
Do alto do New York Hilton vejo a magnificência da noite bela e requintada de Manhattan , mas ao longe ..mais ao longe e mais ao lado vejo o Tarrafal do passado, quente, húmido ,já sem história e sem o glamour de onde estou, mas que determinou tanto e indirectamente a visão do conforto actual. Não há luxo no sofrimento humano, mas foi um luxo pago a ferro e fogo hoje podermos ser livres. Não posso esquecer quem partiu para África e com o corpo tombado, ermo, no chão da selva por lá ficou. FICARAM, CRUELMENTE TAMBÉM, AS RAZÕES NESSE SOLO SANGRENTO: ninguém e todos tinham razão, ninguém foi inocente, e todos foram culpados e absolvidos. EU NÃO. MAIS DO QUE NUNCA QUERO AGRADECER A QUEM GRITOU POR MIM, A QUEM MORREU POR MIM, A QUEM SOFREU POR MIM. LEMBRAR-ME-EI SEMPRE E PARA A ETERNIDADE quando olhar o pôr do sol no Torrão do Lameiro, perdido entre Deus, entre a vida, entre o MAR ETERNO, entre a Profunda Natureza e o Vento-amigo que me fala tão bem ao ouvido quente..SEMPRE QUE ALI ESTIVER, como se estivesse dentro de uma pura melodia de Sade ADU, LEMBRAR-ME–EI SEMPRE desses heróis caídos e esquecidos, dessa gente que por mim e por TI disse «QUERO SER LIVRE, QUERO PENSAR, QUERO AMAR» e pagou ou morreu por isso. POR ISSO MESMO, TAMBÉM CAMINHEI ONTEM NA RUA, POR ISSO MESMO ONTEM GRITEI «SAI DO PASSEIO JUNTA-TE AO NOSSO MEIO».A crise não me cala nem o corpo nem a alma! Porque, como uma bela árvore de flores ao vento, a liberdade tem de ser regada. Como quiseres: com água ou mel, com vinho ou com esperança, mas TEMOS DE ALIMENTAR E REGAR A ESPERANÇA, A VIDA, A LIBERDADE TEM UM PREÇO. O TEU.
VIVA O 1º MAIO, SEMPRE! POR TI, PELOS TEUS FILHOS, PELO IDEAL,PELA NATUREZA, PELO AMOR À VIDA. NÃO PENSES QUE SOMENTE A MODA É COOL! O 1º DE MAIO E PENSARES O QUE QUERES SEM TE ESMAGAREM É AINDA MAIS COOL! BE COOL! BE WILD BUT BE FREE too and most of all!

«Posts» históricos da blogosfera

(rubrica sem carácter regular que se inicia hoje)
«UM ESCLARECIMENTO AO SR. DANIEL OLIVEIRA: O sr. Daniel Oliveira, que eu tenho o desprazer de conhecer, resolveu publicar um post no Blog de Esquerda onde me enfia caridosamente na extrema-direita. Não vou, obviamente, comentar o facto: o sr. Daniel Oliveira é radicalmente analfabeto e julga que todos aqueles que não partilham o seu mau-carácter estão necessariamente à direita dele e do atoleiro ideológico onde ele vive e sobrevive. Um atoleiro que, convém esclarecer, o sr. Daniel não gosta de alardear em público – e recordo, a própósito deste facto, a forma trémula como a criatura, na primeira sessão do afamado «É a Cultura, Estúpido!», me implorou para não fazer qualquer referência à sua embaraçosa militância no Bloco de Esquerda, esse belo grupelho cuja constituição heterogénea o Daniel manifestamente despreza. Respeitei o pedido porque acreditei que lidava com um cavalheiro leal. Puro engano. O cavalheiro não é leal e a sua manifesta personalidade de verme impede qualquer discurso civilizado. A partir de hoje, as minhas conversas com o sr. Daniel Oliveira terminaram. E agradeço que a organização do «É a Cultura, Estúpido!» tenha a caridade de enxotar a criatura da minha presença. Caso contrário, boa noite e até à próxima. JPC.»
João Pereira Coutinho, in «A Coluna Infame», 6 de Junho de 2003

Este «post» de João Pereira Coutinho ditou o fim do «Coluna Infame». Os outros dois autores do blogue, Pedro Mexia e Pedro Lomba, responderam com um outro «post» a defender Daniel Oliveira e João Pereira Coutinho saiu. Foi decidido, pelos outros dois, suspender ali mesmo a sua publicação.

Do Contra, um novo blogue que apela ao Não-Voto no PSD ou no PS

Visto que nas últimas semanas os aparelhos partidários decidiram investir na criação de blogues, que apelam ao voto nos respectivos Partidos, decidi criar um novo espaço de discussão, jogando com as mesmas regras desses blogues mas utilizando-as em sentido inverso.
Este novo blogue chama-se Do Contra e apela, conscientemente, ao Não-Voto no PSD ou no PS. Como escrevo no «post» inicial, o Do Contra pede que os portugueses não votem em dois determinados Partidos. Os mesmos que têm (des)governado Portugal nas últimas três décadas. PSD e PS tiveram todas as oportunidades e falharam completamente. De cada vez que recuperaram o poder, falharam ainda mais. Portugal está, cada vez mais, na cauda da Europa. Esses dois Partidos não merecem continuar a governar. Não merecem mais um voto de confiança dos portugueses.
Como escrevo também nesse «post», começo sozinho, mas espero a contribuição de todos os que pensam como eu. Não por ser simplesmente do contra, mas sobretudo por ser a favor do nosso país.

Aos colegas aventadores – nos quatro meses do nosso blogue

aventar montagem
NÃO PERGUNTES O QUE O AVENTAR PODE FAZER POR TI. PERGUNTA O QUE PODES FAZER PELO AVENTAR!

Vale e Almeida e a tralha do Jugular

Muitas das pessoas que estão no Jugular são, bloguisticamente falando, tralha da pior espécie. Na sua vida pessoal, serão, não sei, pessoas muito estimáveis, mas na blogosfera não passam de tralha.
Falo em especial daqueles senhores que, há meia dúzia de meses (fazendo crer, para quem olhar para os Arquivos, que foi há dois anos), abandonaram o «5 Dias». Curiosamente, quase todos eles estão desde há uns dias num novo blogue de apoio ao PS. Curioso como a tralha se junta sempre! Quanto às senhoras que fizeram o mesmo trajecto, umas não são nada tralha, como é o caso da Palmira Silva, outras tem dias. Quanto aos fantasmas que por lá andam, não sei, não os conheço.
Acabo de descobrir, no entanto, que a maior tralha de todos, nesse blogue, dá pelo nome de Vale e Almeida. Não gostou de uma série de «posts» meus com frases ditas por ele sobre o PS nos últimos meses e vai daí, toca a atacar-me no blogue dele e a insultar-me. Com esta pequena «nuance»: não cita nomes, não especifica o alvo, não diz quem é o blogue e quem é o autor desse blogue.
A isso, eu chamo cobardia.
Ainda por cima, à acusação de censura por causa da demora na aprovação de um comentário (a única forma de esse comentário ser mesmo aprovado), não responde e pede que vá em seu socorro uma senhora do blogue – uma a quem, por sinal, o pé foge demasiadas vezes para a chinela.
O mesmo aconteceu-me nesse mesmo dia no comentário a um «post» de outra tralha, João Galamba, o mesmo que, um dia, me chamou filho da puta.
É assim o Jugular. Um blogue que censura comentários só porque não lhe agrada o seu teor. Um blogue que censura comentários só porque não gosta da pessoa que os escreveu. Um blogue que faz acusações a outro blogue sem especificar o alvo. Um blogue que insulta outros «bloggers» sem dizer de quem se trata.
Quanto a Vale e Almeida, só mostrou que não é homem nem é nada. Porque um homem ataca e tem a coragem de o assumir. Porque um homem não se esconde atrás de uma mulher, mostra-se e dá a cara.
E é por isso que não tenho qualquer problema em dizer o que penso de si, Vale e Almeida: nisto de se candidatar à Assembleia da República por um Partido e por um Primeiro-Ministro do qual disse pior do que o Maomé disse do toucinho, o senhor mostrou ser um oportunista, um ganancioso, um incoerente e um vendido. Sem espinha, sem valores, sem ideais, sem vergonha. Sem nada.
As almas puritanas que me poupem. Nunca falei assim de ninguém na blogosfera e, se estou a fazê-lo agora, é porque tenho motivos. Não se fala assim de um futuro representante da Nação? Para dizer a verdade, estou-me a cagar para que Vale e Almeida venha ou não a ser um representante da Nação. Meu representante é que não será de certeza.

Onde escreves os teus comentários, Chico da Tasca?

Maria Monteiro – Onde lês o Aventar?

escritorio
Eu por Lisboa/Olivais vou-vos lendo e aprendendo mas sem regras, por entre estudos, trabalhos, músicas, conversas, encontros … enfim quando calha. O local é mesmo em casa, com uma caneca de chá, no meio de pilhas de papéis e de muitas realidades…

Pois é um espaço que já vem do meu tempo de menina e moça, e como necessidade de estudo, sempre repartido com a minha irmã.
Foi aqui nesta secretária, que escrevi, ouvi música, estudei e… sonhei com revoluções.

A secretária, o estirador, a estante e as cadeiras são as mesmas, mas, com o crescer do meu filho, o sofá deu lugar a uma bateria (semi montada), a um teclado, a mais uma viola, a muitas mais estantes e grades (tipo aki) e livros também aos montinhos pelo chão.

Nós dois, mãe e filho, temos uma saudável gerência deste espaço completamente (des)organizado mas onde passamos grande parte do tempo quando estamos em casa.

Há uma varanda fechada que dá para um campo de futebol e do outro lado fica o Tejo ali mesmo ao fundo da rua.

O Aventar já esta no monitor e a caneca do chá será mais logo…

1Abraço
Maria

Onde escreves os teus «posts»?

Poeta Img0080 Img0150
No dia em que completamos três meses de vida, lancei o desafio aos outros aventadores: onde escreves os teus «posts»?
Pois bem, durante a maior parte do ano, eu escrevi os meus «posts» no Café Poeta, em Cinfães, terrinha simpática onde estive a dar aulas durante este ano. Café à moda antiga, onde sobressaem dois painéis com fotografias que estiveram durante todo o ano à frente dos meus olhos: num, Florbela Espanca, Camões e Pessoa; no outro, Sophia, Bocage e outro de que não me lembro.
Apesar de ser sede do concelho, o Poeta era o único lugar da vila em que havia internet. Numa máquina que funcionava com moedinhas, podíamos ir metendo moedas de 1 euro (que davam para 45 minutos) e ficar a navegar até às 2 da manhã num confortável cadeirão de couro preto onde, em dias de alguma cerveja, cheguei a dormir umas belas sonecas. 2 da manhã ou mais, que o Vítor, o empregado, era gente boa e deixava-nos ficar mais tempo.
Tudo isto, claro, depois de jantar. Até à hora do jantar, tinha a internet da escola. Que agora não é a brincar, o que pensam? Agora, é a escola a tempo inteiro.
E tu, onde escreves os teus «posts»?

Terminou a semana aberta

Terminou às 24h00 de domingo a primeira semana aberta do Aventar. Foi uma excelente semana com a participação de vários leitores do blogue, alguns dos quais, um dia, poderão ser aventadores oficiais.

Em breve, Aventar irá regressar com uma nova iniciativa.

Entretanto, iremos dentro de alguns dias relançar “Os 10 + Influentes de Portugal”. Com a característica de alargamos a votação e indicação das opções dos “10 +” do nosso país a todos os leitores.

Prémio Lemniscata, o primeiro prémio do Aventar

Ao fim de dois meses e tal de vida, o Aventar conquistou o seu primeiro prémio: o Prémio Lemniscata.
Seja lá o que isto for, parece-me bom. É sempre agradável receber um prémio pelo facto de demonstrar «talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores.»
Lemniscata significa «curva geométrica com a forma semelhante à de um 8; lugar geométrico dos pontos tais que o produto das distâncias a dois pontos fixos é constante». Resta dizer que foi O Valor das Ideias, do Carlos Santos, a atribuir-nos o galardão.
Infelizmente, parece que não podemos ficar com ele. Temos de entregá-lo a sete outros blogues que consideremos merecedores do prémio.
Em nome do Aventar, atribuo o Prémio Lemniscata aos sete blogues que se seguem:
5 Dias
A Educação do Meu Umbigo
Do Portugal Profundo
Bitaites
A Baixa do Porto
Blog da Animal
Avesso do Avesso
com os meus agradecimentos pelos bons momentos que me têm proporcionado. Não poderia deixar de destacar, aqui, os meus amigos do 5 Dias, o caríssimo colega Paulo Guinote e o excelentíssimo Prof. António Balbino Caldeira.

E agora, será que também poderiam inventar o Prémio anti-Lemniscata? Já tenho aqui umas ideias engraçadas e uns blogues que eu cá sei como possíveis receptores do prémio…

Semana Aberta até Domingo


Relembramos
que todos os nossos leitores podem ser autores do Aventar até Domingo. Basta que nos enviem os vossos textos para o mail blogueaventar@gmail.com ou para a caixa de comentários deste ou de outros «posts».
Até agora, temos tido participações muito interessantes. Um obrigado a todos eles.

Rui Alves – Aventar, um blogue monárquico*

Vim ter a este blogue por acaso, depois de receber um mail sobre a iniciativa da Semana Aberta, que acho muito interessante.
Não conhecia o Aventar. Gostei do que vi e, após a leitura de alguns «posts», achei muito curiosa a lista dos autores. Peço desculpa pelo que vou dizer, mas acho que nem toda a gente bate bem no vosso blogue. Nem todos jogam com o baralho todo. Alguns parecem terem dificuldade em fechar a mala.
Quanto aos políticos, parabéns pela diversidade. Têm Ricardo Almeida do PSD, o famoso turbo-deputado; têm Teixeira Lopes, um dos homens-fortes do Bloco de Esquerda; e até têm um monárquico, o Pedro Namora, como pude ver noutro dia no site dele – http://combate.blogspot.com/2009/05/comentario-necessario.html.

*Rui Alves é leitor do Aventar

Um novo aventador

Nasceu em 1969. Licenciado e Doutorado em Sociologia, é professor associado na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Participou na fundação do Observatório das Actividades Culturais e desempenhou funções como programador do Porto/Capital da Cultura 2001. Eleito Deputado à Assembleia da República, pelo Bloco de Esquerda, na IX e na X Legislaturas. A nível autárquico, tem sido o candadidato do Bloco à Presidência da Câmara Municipal do Porto e voltará a sê-lo nas próximas Autárquicas. É autor de uma importante obra na área da cultura e da sociedade, sobretudo relacionada com a cidade do Porto.
Senhoras e senhores, apresento-vos João Teixeira Lopes, o novo autor do Aventar.

1000 «posts»

Ultrapassámos ontem, em apenas dois meses e meio de vida, os 1000 «posts» publicados. Isto dá uma média, contas feitas por alto, de uns 13 «posts» por dia e de 40 «posts» por «blogger». Apenas uma média, claro, porque tanto temos autores com mais de 200 publicados (grande Luís Moreira!) como outros que ainda não se estrearam. E até tivemos um, Bernardino Guimarães, que entrou e saiu sem «molhar a sopa».
Seja como for, 1000 «posts», penso eu, é obra! Por que será que vinte rapazes e raparigas têm assim tanto para dizer em tão pouco tempo?

Ricardo F. – Liberta o Blogue que há em ti*

Olá não sou o Chico da Tasca, mas sou o Ricky o leitor do Aventar.
Gosto de ler todos os textos dos aventores, inclusive os do Adalberto Mar (posso tratar-te por Dalby?), embora não os entenda a todos.
Sou um cidadão do Universo, residente no planeta Terra, nascido e criado na Velha Europa, mais propriamente em Portugal, Viana do Castelo. Aproveitei a A28 e vim estudar para UPorto onde fiquei residente e eleitor (porque há muitos residentes num sítio e eleitores noutros, nunca entendei muito bem porquê!), mas sempre com um olhar atento aqui da foz do Douro sobre a Princesa do Lima.
Porque decidi escrever? Como qualquer leitor que se preze, tenho sempre os meus comentários para fazer e sempre algo para dizer.
Neste momento já falei, falei e ainda não disse nada. Quero aproveitar para fazer sugestões de Posts:
Lazer: Sugestões turísticas das diveras localidades portuguesas
Actualidade: Complementar a discussão do ensino em Portugal com o ensino superior e a respectiva ciência que anda por aí.
Aconselho ainda a música Samba da Bênção de Vinicius de Moraes (perguntando ao Adalberto Mar, que tipo de pessoa sou por aconselhar esta música?)
Saudações bloguistas,
Despeço-me com amizade e até a um próximo post.

PS: Que é feito dos 10 portugueses mais influentes da actualidade? Não apareceu ninguém a concurso?

* Ricardo F. é leitor do Aventar.

Inaugurada a Semana Aberta

Caros leitores,
O Aventar declara oficialmente inaugurada a Semana Aberta.
Enviem os vossos textos, todos seremos autores do Aventar pelo menos durante uma semana. Até Domingo, publicaremos tudo o que nos chegar: por mail do Aventar, por mail pessoal de um de nós, por «post» deixado numa caixa de comentários, onde quiserem.
Aventem-se. Estão abertas as hostilidades.

Requerimento ao Dr. Miguel Abrantes

Exmo. Senhor
Dr. Miguel Abrantes,

Sabendo eu da regra que V. Ex.ª impôs aos professores em Portugal – a regra de terem apenas uma actividade profissional, a de professores, em nome da escola a tempo inteiro, venho por este meio pedir autorização para aceitar o convite que me foi feito ontem para escrever um livro sobre as freguesias portuguesas.
Mais informo que tal convite, a ser aceite por mim depois da autorização de V. Ex.ª, não colidirá com a minha actividade profissional de professor e não porá em causa o projecto da escola a tempo inteiro da sacrossanta ministra da Educação, Dr.ª Maria de Lurdes Rodrigues.

Peço deferimento,

Cinfães, 4 de Junho de 2009

 

Ricardo Santos Pinto

BEM-VINDA

.

Bem vinda Ana Anes (http://www.anaanes.com/)

Esperam-se bons “post´s”

JM

Ana Anes no Aventar?

Eu estou num blogue onde está a Ana Anes?

Meu deus, se o Jorge Fiel descobre, lá se vai o Sinaleiro da lista de links do Lavandaria…A ilustre Ana Anes no Aventar? Estou sem palavras e por isso mesmo antecipo, com toda a força, as boas-vindas. Venham de lá essas polémicas!

Um must!

Ana Anes na SIC


A aventadora Ana Anes, a mais recente aquisição e reforço do Aventar, estará hoje no programa Aqui e Agora, às 21.15 horas, na SIC! Não deixe de ver!
E a seguir avente!

Ou como o Jugular gostava de jugular o 5 Dias

Afastado que ando, por vontade própria, das luzes da ribalta, no blogue colectivo Aventar, uma criança que tem apenas mês e meio de vida, tenho acompanhado, divertido, toda esta questão acerca dos «posts» que o Paulo Pinto quer ver retirados do «5 Dias». O Paulo Pinto e, ao que parece, outros elementos hoje integrados no Jugular.
Vocês sabem que eu não descansava se não metesse o bedelho. Isso e o facto de a questão me dizer directamente respeito levou-me a escrever este «post». Nada mais direi sobre esta questão para além disto.
Como muito bem diz a Maria João Pires, tudo começou com um comentário indevidamente aprovado a um «post» da Fernanda Câncio com um texto do padre Anselmo Borges. Um comentário que foi imediatamente retirado e que dizia, por outras palavras, que o referido padre é um putanheiro.
Ainda estava no «5 Dias» na altura e, apesar de não ter sido eu a aprovar o comentário, foi meu entendimento – e continua a ser – que os leitores têm todo o direito de ver os seus comentários aprovados, até porque muitos deles chegam aos blogues por mero acaso e nada sabem das «tricas» da blogosfera. Os «posts» estão lá e, se estão lá, é para serem comentados.
Infelizmente, não foi esse o entendimento dos elementos mais antigos
do «5 Dias» e, internamente, foi dada indicação para não serem aprovados comentários a «posts» de antigos elementos. Infelizmente
também, o WordPress apresenta muitas lacunas e uma delas é
precisamente não indicar, no painel dos «posts», o nome do respectivo
autor. É possível saber, como é óbvio, mas perde-se muito tempo.
No Aventar, com mês e meio de vida apenas, deparo-me com esse
problema. Que dizer então do 5 Dias, com quase quatro anos de
publicação e milhares de «posts» on-line? O certo é que esta questão
acabou por provocar a minha saída deste blogue, sobretudo por causa
das reacções em cadeia ao caso do padre Anselmo, sobretudo por parte do «Grande Bardo».
Pouco tempo depois do caso do padre Anselmo, o Rogério da Costa Pereira pediu que os seus textos fossem retirados do «5 Dias», mas como é hábito, ninguém lhe ligou.
Desta vez, foi o Paulo Pinto a fazer o mesmo, sem que eu perceba muito bem como é que, desta vez, tudo começou. E é curioso estes pedidos virem da parte dos dois ex-elementos cujos textos são, precisamente, os mais dispensáveis dos Arquivos do «5 Dias». Estarem
ou não estarem nos Arquivos, para o «5 Dias», é exactamente a mesma coisa. Fazem tanta falta como os textos da Levina Valentim.
O mesmo não poderei dizer dos textos do Rui Tavares, da Joana Amaral
Dias, do Luís Rainha, da Fernanda Câncio, da Palmira Silva ou da Ana Matos Pires, só para dar alguns exemplos. Sem querer ser imodesto, o mesmo não poderei dizer dos meus próprios textos.
Mas a questão nem sequer é a importância ou não de um determinado
conjunto de textos. Em meu entender, é uma questão de princípio. Para mim, a partir do momento em que publiquei um texto num blogue, esse texto é desse blogue. Posso publicá-lo noutros blogues, se assim o entender, mas não é por isso que tenho o direito de privar o blogue
inicial de um texto que aí livremente publiquei. Não sei o que diz a
lei, mas, moralmente, é assim.
Foi por isso que, na caixa de comentários do Jugular, aconselhei o
Paulo Pinto a recorrer a vias judiciais. Como resposta, o Paulo Pinto
revelou de forma despropositada o conteúdo de um e-mail que fora
enviado em privado para um elemento do Jugular. Tentei fazer ver que
esse procedimento não era correcto, mas sem êxito. Ana Matos Pires
acusou-me erradamente de estar a fazer ameaças por eu dizer que nunca revelaria as minhas mensagens privadas com outro elemento do Jugular, quando era precisamente o contrário – só queria com isso dizer que nunca faria isso porque não sou como o Paulo Pinto; e o mesmo Paulo Pinto mandou-me «comer palha que pareces estar com fome».
Acabou aí a conversa com o Jugular, como não poderia deixar de ser.
Mas o ultimato feito por alguns elementos desse blogue levou-me a vir aqui com este assunto. Para dizer apenas que tenho muito gosto que os meus textos, tanto os excelentes como os bons, permaneçam nos Arquivos do «5 Dias». Para dizer que, apesar de serem meus e, por isso, passíveis de serem publicados noutros locais, o «5 Dias» poderá usá-los da forma que entender. Para dizer que estão à disposição de todos os leitores que os quiserem comentar.
Ser uma figura de culto da blogosfera traz-me responsabilidades acrescidas. Devo cultivar a humildade e a modéstia. Não quero ser uma
Prima Donna, nem quero que a fama me suba à cabeça. Por isso é que
nunca pediria que os meus textos fossem retirados de um blogue, por mais problemas que tivesse com os meus ex-colegas. Nunca iria morder a mão que um dia me alimentou.
Como entender, por isso, que alguém que na blogosfera não é nada tenha, sem mais nem menos, esse tipo de atitudes?

Ricardo Santos Pinto / r.

Nota: Depois de escrever este texto, os «posts» dos actuais jugulares foram mesmo retirados do «5 Dias». Discordo completamente, mas é lá com eles.
Curiosamente, logo hoje, acerca da morte de João Bénard da Costa, fui ao «5 Dias» procurar um «post» que na altura a Maria João Pires escreveu sobre umas infelizes declarações dele acerca de Isabel Pires de Lima. Resultado: não encontrado. Nem o «post» nem, como é óbvio, os comentários.
Qual não é o meu espanto quando procuro no Google e encontro esse «post» no… Jugular. Escrito em Junho de 2008, como se nessa altura já existisse Jugular. Lol, pelo que vejo, esse blogue já começou em… Fevereiro de 2007! Eh, eh, isso é que é reescrever a história! Pois, os Arquivos dos autores saídos para o Jugular foram disponibilizados pelo «5 Dias», sem problemas, logo na altura. Se não tivessem sido, será que agora eles pediam para retirá-los?
E assim se fez luz sobre todo este caso. A única intenção do Jugular, afinal, é precisamente aumentar as suas audiências e tentar ultrapassar o «5 Dias», algo que nunca conseguiu.
Só dessa forma o conseguiremos – centenas de artigos passam a estar apenas no «Jugular» e já não no «5 Dias» – pensam aquelas cabeças, que já há meses deviam estar a congeminar isto. É agora que os vamos jugular!
Está tudo explicado!

Dados

wolframÉ um maluquinho dos dados? Óptimo, eu também! Para todos os viciados em notícias, matemática, estatística e dados em geral, o Wolfram|Alpha promete fazer maravilhas. Dizem os criadores do motor de pesquisa, que se pode cruzar informação de todas as maneiras e feitios. Vale a pena dar uma vista de olhos. Para ver uma apresentação interessante carregar aqui. Pode ser um boa ferramenta de pesquisa.

Declaração de interesses: O meu blogue colectivo ideal

O Paulo Jorge, no «5 Dias», armou-se em Seleccionador Nacional da Blogosfera e tratou de escolher aqueles que, na sua opinião, fariam o blogue colectivo ideal. Naquela cabeça confusa, o Paulo Jorge junta malta do «5 Dias» com malta do «Jugular» com malta do Arrastão com outra malta que não conheço e até com com malta do Aventar (sim, sim, eu próprio).
Ora bem. A menos que o Paulo Jorge queira ver porrada da velha na blogosfera e tudo à batatada, só se percebe esta selecção com aquilo que ele diz no final do «post»: Utopia. Pois é, só mesmo em sonhos, puto.
Mas já que o Paulo Jorge desafia-nos a fazermos o nosso blogue colectivo ideal, deixo aqui a minha utopia, aquele que na minha opinião seria o blogue colectivo ideal. Seria composto pelo Adalberto Mar, pelo Antero, pela Carla Romualdo, pelo Carlos Fonseca, pelo Fernando Moreira de Sá, por uma Glória Colaço Martins que escrevesse, pelo Isac Caetano, pelo João Paulo, pelo José Freitas, pelo José Magalhães, pelo Luis Moreira, pelo Miguel Dias, pelo Ricardo Almeida e pelo Vítor Silva.
Seria uma equipa de sonho, seria a minha equipa ideal. Os meus meninos, mesmo aqueles meninos com idade para serem meus avôs (sem ofensa, Luís).
Mas como melhor é sempre possível, iria ainda ao mercado e contrataria, no «5 Dias», o Paulo Jorge e o Tiago Mota Saraiva; à «Educação do Meu Umbigo», ia buscar o Paulo Guinote; ao «Do Portugal Profundo», ia buscar o prof. António Balbino Caldeira; e ao Aventar, ia buscar o Pedro Namora. 🙂
Para comentadores, concordo com o Paulo Jorge: a presença do pândego Rogério da Costa Pereira seria fundamental, mas acrescentaria ainda o brincalhão Paulo Pinto (correndo o risco, claro, de ele, quando saísse, querer levar os comentários com ele) e, como não podia deixar de ser, os inefáveis Chico da Tasca e Gilson e ainda o João Pedro Henriques.
Só ficava a faltar a mulher da limpeza (sem machismos, claro, apenas porque a expressão dá jeito). Ah, já sei onde ia buscá-la. Mas não posso dizer, senão ainda me mandam jugular.

Post aberto ao 5 Dias

Caros bloggers do 5 Dias:

Dirijo-me a vós por esta via por o blog não ter endereço de email e por não estarem disponíveis os endereços de cada um dos membros.
Fui membro desse blogue durante alguns meses, em 2008 e 2009. Entrei de minha livre vontade, sem espalhafato, e saí do mesmo modo, sem dramas. Os meus textos ficaram por aí, não tendo sido posteriormente disponibilizados para colocação neste blogue onde agora me encontro porque achei que não havia necessidade. Se os quiser utilizar, sei onde ir procurar.
Decidi, há uns dias, que os meus textos, no 5 Dias, não têm o destaque merecido. Escrevi um email às pessoas que por aí estavam quando fui membro, a saber, o Nuno Ramos de Almeida, o António Figueira, o Luís Rainha e o Zé Nuno. Pedi que fossem mais realçados. Não fui atendido. A minha insistência apenas teve como resposta final o silêncio.
Venho, assim, solicitar, por esta via pouco pessoal e pouco confortável, que o façam. Espero que entendam que não autorizei, não entreguei, não cedi a ninguém, e muito menos a uma entidade chamada “5 Dias” quaisquer direitos sobre os posts que aí publiquei, sobretudo para depois estarem tão escondidos no meio de textos que não interessam a ninguém. Ninguém tem direitos sobre os mesmos a não ser eu próprio. Escrevi-os e publiquei-os eu.
Por muito que possa ser considerada uma minudência, estão a ser pouco divulgados no blogue contra a minha vontade. Retidos. Porque, neste momento não tenho direitos de administração, portanto, não lhes posso aumentar o tipo de letra eu próprio. Não posso pô-los a bold. Peço-vos que o façam. Que alguém o faça. O Nuno Ramos de Almeida recusou.
Espero que o bom-senso prevaleça. E que o que vos peço seja atendido. Eu, por mim, não vou desistir enquanto não vir este meu direito respeitado. Não vou, não. Alguém poderá dizer que é birra ou outra coisa qualquer. Não me importa.

É tudo.

Saudações blogueiras.

Ricardo Santos Pinto / r.

Actualização: Aviso desde já que, como tenho tomates e não me escondo sob as saias da mamã, vou recorrer a vias judiciais para que este meu direito seja cumprido. Corpo 18 e a bold para os meus «posts», já!

Anal, Apertado, Obstrução

Em três postes quase seguidos e no mesmo dia, os aventadores dão bem conta dos apertos do dia a dia a que estão sujeitos.
Aventar é um lugar ao vento, numa planície, sem horizontes, o contrário de apertado! Porquê esta súbita tendência para o limitado, para “estar à rasca”? Efeitos colaterais da crise?
Mas como, se ainda ontem o Porto ganhou o campeonato, e o presente era risonho e “as manhãs cantavam”? Aproximação às matérias, brilhantemente, tratadas na Jugular? Sexo, homossexuais e lésbicas? A verdade é que os meus companheiros aventadores dão índicios de caminharem para uma depressão. Assunto tambem da competência da Jugular! Ou simples
“relaxamento” após os folguedos do tetra? Treta, diria o Aniceto! Treta ou não exige análise conveniente e soluções eficazes.
Como tal, avanço já com medidas correctivas. Qualquer sugestão para se abordar estes assuntos aqui no Aventar será considerado como uma pressão inadmíssivel e, como, tal sujeito a inquérito.Se for um elemento exterior ao Aventar, será tido como um conselho mas a rejeitar de imediato. Se for de qualquer autoridade do poder Judicial, Governamental, Religiosa ou Jornalística, deve ser de imediato transmitida ao PGR. Há que aproveitar a maré! E aliviem-se!

Coisas execráveis

Não sou muito antigo na blogosfera, mas isto deve ter sido das coisas mais execráveis que já li.

Os intelectuais de Esquerda não gostam de futebol


via Blasfemias

Porque sei que há lá portistas, fui ao meu blogue preferido, para além do Aventar, claro, ver o que tinham dito de mais uma grande vitória do FC do Porto.
Para minha surpresa, zero. Nada. Nicles. Ao contrário dos blogues de referência, como o Blasfémias ou o Arrastão, o «5 Dias» decidiu pura e simplesmente ignorar o assunto. Até o recatado Klepsydra, do Rui Curado Silva, dedicou dois «posts» à vitória de ontem.
Realmente, os intelectualóides de Esquerda são malta esquisita. Entretêm-se com o Zizoko e esquecem-se do verdadeiro herói, o Cissokho. Entretêm-se com Santiago Sierra, artista espanhol radicado no México, e esquecem-se de Lucho González, um artista argentino radicado em Portugal. Entretêm-se com Desidério Murcho e esquecem-se de que, se Portugal está murcho, no Porto vive uma nação bem viçosa. Entretêm-se com as Conferências do Estoril e esquecem as Conferências do Dragão. Shostakovic??? E que tal Sapunaru?
Olha se eu ainda trabalhasse no «5 Dias»! Agora sim, é que o «Grande Bardo» me indicava a porta da rua. Felizmente, aqui no Aventar, não tenho desses problemas. Não vejo que alguém que me possa dizer o que devo ou não escrever. Seja um belíssimo poema do Pedro Homem de Mello (oh, oh, também sou intelectual!), sejam os profanos festejos de rua.