O Que se Leva Desta Vida, vídeo de Bruno Canas, a estória no Ionline
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O Que se Leva Desta Vida, vídeo de Bruno Canas, a estória no Ionline

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Claro, a malta desta idade já não tem tempo a perder, os gajos nunca mais passavam à acção, propriamente dita…
Não conheço a peça nem a companhia, mas estamos perante um evidente choque de culturas. Os artistas, pelo que pude ver não eram de elevada qualidade, o público de tipo rural, de uma faixa etária pouco propensa a experimentalismos e de um nível cultural pouco favorecido, não seria o mais adequado. Quem teria propiciado a maldade de juntar estes ingredientes? Uma autarquia? O artista deve conhecer o público a quem se dirige. Não me parece que o espectáulo tivesse alguma coisa a ver com o público. Ó João José Cardoso esclareça-me lá, pois pelo vídeo não se percebe tudo e fiquei curioso.
Foi o Inatel…
A estória pode ser lida aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/37014-e-isto-que-os-nossos-meninos-andam-ai-nas-drogas—video
Agora, já percebi. Não conheço a peça, mas deve ser tudo menos adequada ao público que o Inatel traz aos teatros. Aqui há uns anos, no Teatro da Trindade, representava-se uma peça de um autor americano, muito dramática, sobre o problema da velhice e da solidão. Entre o público estavam umas largas dezenas de idosos trazidos em excursão. A peça era muito boa e a interpretação excelente, com o Ruy de Carvalho no papel principal. Diziam-se muitos palavrões. E, a cada um, os idosos das excursões, que eram a maior parte dos espectadores espectadores, explodiam em gargalhadas que não deixavam ouvir o que se passava em cena. O Ruy de Carvalho, a certa altura interrompeu a fala e veio à boca de cena. Pedagogicamente, embora em tom um pouco zangado, explicou que aquelas gargalhadas impediam os actores de representar e que, quanto mais não fosse por respeito ao trabalho daqueles profissionais, as pessoas não deviam rir. As risadas moderaram-se, mas algumas pessoas não as conseguiam conter. Anos antes, ainda no teatro Avenida, assisti a uma representação de «A Cantora Careca», do Ionesco, pela companhia brasileira do Luís de Lima. Um grupo de jovens, onde eu estava, não resistiam ao absurdo dos diálogos e riamo-nos. Choviam os «schiu» de todos os lados. O Luís de Lima comentou, também em cena aberta, que a intenção de Ionesco era precisamente as de provocar o riso. Porém, o snobismo daquela gente fazia-a julgar que era indecoroso rir de uma peça de uma autor tão famoso. Públicos…