Feliz 2010

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Faltam 10 minutos para a meia-noite.
Uma filha que esta linda, outro que vem a caminho, uma colocaçao à porta de casa, um grande Aventar.
Um ano em grande termina da melhor maneira. Bom ano para todos, amigos!

2010 é antes de 2011

Temos que começar pelas verdades incontestáveis, porque de outra forma começamos todos aqui a mandar abraços uns aos outros e  abraços “amando” todos os dias e mais que uma vez ! Até às pessoas de quem não gosto “amando” mas são os chamados “abraços de urso” bem apertadinhos, valha-me Deus, a ver se deixam de contribuir para o CO2.

Por isso, amigos meus, o que há a dizer é que 2010 não me pode dar nada que me tenha faltado em 2009, por isso o 2010, que me deixe em paz, faça de conta que eu ando por aqui mas não me vê. O drama de quem tem as necessidades básicas resolvidas e dinheiro para gastos é que, o que lhe falta, não se compra com a vinda do 2010.

Podem-me dizer, mas é pá, podes dar umas passeatas (já agora vou à China) mas o que é que 2010 tem a ver com isso? Em 2009 fui à argentina e ao Brasil e o 2009 teve a ver com a questão? Zero!

O que vai faltar em 2010 é o que falta a todos, todos os anos, à excepção dos corajosos, que vivem apaixonados pela vida, pela cultura, pelos filhos, pela namorada, pelos livros  e estão a marimbarem-se com o ano, o mês , o dia, e a hora…

Por isso, meus caros, há que viver, fazer a maior parte das coisas que dão prazer, incluindo o trabalho (é que nos divertimos e ainda nos pagam), aventar frequente e azedamente ( há quem avente com doçura) e sentir todos os dias “o fogo que arde sem se ver…) o que não quer dizer que seja por alguem que nos tire do nosso cantinho e dos nossos amigos ou que não nos mereça.

E, já agora, que fique bem claro. Se me deixarem pratico todos os pecados que há no cardápio,  da gula, da lascívia, do lazer (não me lembro de mais nenhum que valha a pena considerar como pecado)!

E prontos, pecados para todos, é o que desejo ! Se estiverem todos a pecar é porque têm saúde, não andam à chapada, não odeiam o Glorioso, têm amigos e família (é preciso ser feliz) e, assim, sim, vale a pena dar as boas vindas a 2010!

E não esperem para serem felizes! Mereçam-no!

Um excelente 2010 para todos

São os meus votos. Excelente ou Muito Bom, que só Bom não chega para subir na carreira.

Balanço

Dos acontecimentos de 2009, destaco, sem hesitações, a primeira íris que nasceu na minha varanda, e que deu origem ao texto com que iniciei a minha feliz vida no Aventar. A sua existência foi curta mas inspiradora, à sua pequena escala.

Recupero igualmente um salgueiro que encontrei na margem de um rio, lá nos idos de Agosto, e a sua particular melodia nessa tarde que anunciava o fim do Verão e o princípio de uma pequena crise. [Read more…]

Assombroso discurso de um veterano da guerra do Iraque

Bem sei que hoje devíamos só falar de coisas amáveis para não deixarmos o ano com azedumes. Mas este discurso de um soldado americano, veterano da guera do Iraque é, por assim dizer, imperdível. O Adão Cruz chamou-me a atenção para ele e, depois de o ouvir, não resisti à tentação de o partilhar com quem ainda não o ouviu. Está legendado em castelhano. Vejam e ouçam este impressionante documento:

Happy New Year, Feliz Ano Novo, 2010!

O ano está a terminar. Um ano e uma década que ficam para trás. Para mim foi um ano cheio e uma década activa.

Nasceu o Aventar e com ele regressei aos blogues colectivos, conheci outras pessoas e aprofundei a amizade com um dos seus mentores. Ao mesmo tempo, congelei o meu doutoramento e disse “adeus”, por uns tempos, ao jornalismo. Profissionalmente foi um ano intenso, inacreditavelmente enérgico. Um ano com três eleições, imensas inaugurações e outras tantas iniciativas de todo o género. O país, a Europa e o Mundo, sobretudo estes dois últimos, viveram uma das piores crises económicas da história e a pior para a minha geração. Quer dizer, Portugal em crise? Bem, nesta década foi sempre assim, de mal a pior. A minha região continua a bater recordes negativos para desespero de todos. O Douro continua a ser a excepção, crescendo a todos os níveis: económicos, turísticos e culturais. O Douro e o F.C. Porto, o grande vencedor da década (Taça UEFA, Champions League, Ligas, Taças de Portugal, Supertaças, Campeão do Mundo de Clubes, etc.). Nesta década nasceu a minha filha e neste ano começou, a sério, a sua vida escolar. Em termos musicais foi a década dos Sigur Rós; em termos culturais destaco o renascer do movimento cultural portuense cujo expoente máximo é, sem dúvida, a Miguel Bombarda e toda a zona envolvente. [Read more…]

Carrot! A fairy tale….

In few more days, you will be with us all. If I were you, I would stay where you are: it’s lovely and cosy the place where you are….Mum’s tummy. Near her, four Father, to whom you shall call Dad, or Pa, or, even more, Daddy, taking care of Mum. You shall call her Ma!, at the very beginning, or Ta-Ta-Ta.

You shall have need of her. As she is the only being who will feed you, as she is feeding you at this very moment, through her body. Same as Abuela, Mum’s Mum, used to do with her. What are we going to do with so many mothers around you? Granny Sue, your Father’s Mother, Gloria, la Abuela, and Camila, your own Mum!

my youngest grand-daughter, with no name as yet, so Carrot

my youngest grand-daughter, with no name as yet, so Carrot

LittleCarrot,within few more days, after a bath, after having been fed.

Meantime time, this is what you are:

Carrot witihin Mum´s body, planted in by her Father

Carrot witihin Mum´s body, planted in by her Father

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Um desejo para 2010

Num país em que a população está num crescente processo de envelhecimento, pondo em perigo a continuação da própria nação; onde a dívida pública é galopante; onde o desconcerto das instituições, sejam públicas ou privadas, face às demandas da cidadania se enraíza cada vez mais, desrespeitando-se princípios básicos de legalidade com a maior das facilidades; e onde a República capitula às adversidades e usa a comunicação social para mascarar essa realidade, a preocupação que ronda o casamento homossexual, principalmente em sede de adopção, parece-me, uma vez mais, mais um exercício autismo lusitano.

Confesso que, a mim, a adopção de crianças por casais homossexuais faz-me enorme confusão, tal como o próprio casamento homossexual, enquadrando a questão na óptica do secular instituto do casamento e da génese deste. Mas faz-me ainda mais confusão que o actual processo de adopção seja tão estúpido, anacrónico e obstrutivo a quem quer dar uma vida melhor a crianças que se vão amontoando em instituições, sem afectos ou referências. É desumano tanto para as crianças que perduram nas instituições, como para quem quer tomar conta delas e ampliar as suas famílias.

Pior ainda, é que nada se tem feito de verdadeiramente válido para apoiar as famílias. Para apoiar o aumento da natalidade.

Somos, antes, uma país que fez do baixo custo da mão-de-obra uma bandeira de competitividade, sem nunca perceber que haveria um custo social terrível a pagar. E a factura aqui está: não há dinheiro para ter filhos, não há dinheiro para ter casa, não há dinheiro para ter carro. Excepto se for emprestado. E aqui temos um povo mal pago e endividado, a quem é dito que para vencer os desafios do futuro é preciso ser mais produtivo, apostar na qualidade e ser inovador.

Este não é um artigo a favor ou contra o casamento homossexual.

É um artigo contra a incapacidade da República em resolver os seus problemas e desviar as atenções daquilo que é essencial à sobrevivência futura da nação.

É um artigo a favor de que os assuntos com verdadeiro interesse para o futuro do país, passem a estar na ordem da agenda política e do debate nacional.

Quando se falou do aborto, falou-se de concepção, de liberdade, mas muito pouco se falou de família excepto para justificar a manutenção de uma dada estatuição penal, como se fosse esta a base programática de construção e de apoio à família.

Quando se fala de casamento entre homossexuais, agita-se o tema da adopção, mas não se aborda nem rumos civilizacionais nem a vergonha que é o actual sistema de adopção que protelam a entrega de crianças, à sombra sabe-se lá de que interesses institucionais.

É urgente debater a família, estabelecer prioridades sociais e de rendimento, passando por políticas de educação, de saúde, laborais e fiscais. É urgente cuidar do essencial, e deixar o acessório. Ou o problema não será que país vamos deixar aos vindouros, mas antes a que vindouros vamos deixar isto?

Desejo que em 2010, haja vontade de falar do futuro do país além do TGV, das escutas, de homossexualidade ou de aeroportos.

Desejo, mas não espero.

Entretanto: Feliz 2010!

Que finalmente comece uma verdadeira avaliaçao de professores em 2010

Disse o Joao Paulo ha dias que um professor custa ao Estado ao longo da sua carreira 1 milhao e 300 mil euros.
Sabendo que, no ano que terminou ha dias, houve professores que estiveram de atestado durante todo o ano lectivo sem qualquer motivo e no final tiveram BOM (eu conheço um deles, porque ja andou por aqui e sei que e um pessimo professor), parece-me cada vez mais inconcebivel que os professores continuem sem ser verdadeiramente avaliados, a nao ser atraves desta fantochada que foi inventada por Maria de Lurdes Rodrigues.
Mais. Parece-me cada vez mais inconcebivel que os maus professores, depois de lhes ser dada uma segunda oportunidade, nao sejam pura e simplesmente expulsos do ensino. Os nossos alunos; nos, os colegas; e nos, os contrtibuintes, nao temos de aturar eternamente os parasitas que querem viver a custa dos outros.

A máquina do tempo: vale a pena?

Colaborar no Aventar, transformou-se num vício. De manhã cedo, antes de me deitar ao trabalho, a primeira coisa que faço é visitar o blogue. À noite, antes de me deitar, dou-lhe uma última olhadela. Pelo meio, quando vejo mensagens na caixa do correio, vejo se são comentários; se sim, respondo ou não. A pergunta é – valeu a pena este trabalho?

A pergunta faço-a a mim mesmo. E fico agradecido se não me citarem o poema da «Mensagem». O Pessoa merece ser recordado por outras obras. Valeu a pena? O Professor Moniz Pereira, que formou tantos atletas de alta competição, compôs um bonito fado, afirmando que «valeu a pena». Canta-o muito bem Maria da Fé. Eu não afirmo – pergunto: «vale a pena?»Às vezes penso que sim. Outras vezes penso que não. [Read more…]

Villa Cicogna-Mozzoni

Desta vez não pensava ir a Villa Cicogna-Mozzoni, mas um convite de Jacopo fez-me mudar de ideias. Para mim, é sempre um prazer revisitar a casa, os jardins e, sobretudo, rever os frescos que os irmãos Campi di Cremona ali executaram entre 1540 e 1550. E, claro, tomar um café com Jacopo ouvindo as inúmeras histórias de uma casa com séculos de História.

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A primeira parte da casa foi construída nos primeiros anos de 1400 como pavilhão de caça. Na primavera, a família Cicogna abandonava Milão, convidava outros nobres lombardos e passava o Verão em caçadas ao urso e javali por terras de Bisuschio.

Em 1440, estando presente Galeazzo Maria Sforza, duque de Milão, o mais importante nobre de toda a Lombardia ( um destes dias deixarei aqui algumas imagens do extraordinário Castello Sforzesco ), este foi atacado por um urso ferido e enfurecido. [Read more…]

Apontamentos de Inverno (6)

Rio Vez, Arcos de Valdevez (2)

(Rio Vez, Arcos de Valdevez (2))

Um SÓ desejo para 2010

Que a distribuição da riqueza no mundo se torne mais igual!
E o teu? Qual é?

2010 – Ano Novo, Vida Nova

2010 – ANO NOVO, VIDA NOVA!
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Como seria bom quAno_Novo_vida_nova_3e o novo ano de 2010 nos trouxesse realmente uma vida nova. As crises que travessamos, a internacional e a interna, podem e devem ser aproveitadas para mudarmos a nossa maneira de ver as coisas, o nosso entendimento da política e dos políticos, o nosso olhar para o estado de Portugal. A crise interna, que para além de económica é acima de tudo de valores, pode ser mais facilmente ultrapassada com mais e melhor educação, com mais e melhor ensino, com mais e melhor cultura, e também com mais e melhor democracia.

O nosso país não cresce há mais de dez anos, todos os números são maus, todos os indicadores estão no fundo da Europa, excepto claro, os que o governo lê ou quer ler, e nos impinge quase diariamente, numa lavagem cerebral digna do melhor vendedor da banha da cobra.

Temos por isso de mudar o rumo que Portugal e os Portugueses estão a levar, e isso volta a estar nas nossas mãos. Neste ano que passou, com três eleições, perdemos uma oportunidade suberana de mudar radicalmente as coisas e resolvemos mantê-las na mesma. Agora, neste ano que se avizinha, poderemos, caso o queiramos, fazer algo por nós, embora com mais dificuldades do que em 2009.

Ao baterem as doze badaladas da meia-noite, no último suspiro do ano, as esperanças renovam-se e os desejos intensificam-se. Comem-se as passas e pedem-se coisas em voz sumida, em segredo, com a certeza de que o novo ano irá ser muito diferente, para melhor, do que acaba de falecer, e nos vai trazer tudo o que desejamos e pelo que andamos a lutar já há muito tempo. O renascimento traz sempre uma nova visão da vida, repleta de boas intenções e presságios. Para trás ficam o Ano Velho, as decepções, as desgraças e as recordações.

Para este novo ano, quero levar só as boas recordações, infelizmente poucas, não querendo lembrar-me de novo, das outras que me fizeram viver com ódio e raiva, com lamentações e queixas, com azedume e mal estar. Quero que dentro de mim, em 2010, só existam pensamentos positivos, coisa que eu sei ser utópica, mas que quero tentar vir a ter diariamente. O dia a dia do meu país, e o meu próprio, não mo vão deixar, com os problemas que não vão deixar de continuar a existir, e com os outros que virão a ser criados todos os dias, pelo que terei, com assiduidade, de me insurgir, na esperança de que essa minha reacção possa levar a alguma mudança positiva.
Um bom Ano de 2010 para todos!

A máquina do tempo: em demanda de Eça* (4)

_ Já pudemos ver como Coimbra foi importante no despertar da sua vida intelectual. Lisboa pode considerar-se a segunda grande etapa dessa evolução. Que papel desempenhou a capital na sua obra?

– Eu lhe conto. Com a minha carta de bacharel num canudo, trepei enfim um dia para o alto da diligência, dizendo adeus às veigas do Mondego. Justamente nesse mesmo tejadilho ia um francês, um commis-voyageur. Era um colosso, de lunetas, duro e brusco, com um queixo maciço de cavalo, que à maneira que o coche rolava ia lançando através dos vidros defumados um olhar às terras de lavoura, aos vinhedos, aos pomares, como se os sopesasse e lhes calculasse o valor, torrão a torrão. Não sei porquê, deu-me a impressão de um agiota, estudando as terras dum morgado arruinado. Conversei com este animal; ele pareceu-me surpreendido da minha facilidade no francês, do meu conhecimento do francês, da política de França, da literatura de França.

E ainda recordo o tom de alta protecção, com que me disse, batendo-me no ombro: «Vous avez raison, il faut aimer la France… Il n’y a que ça! Et puis, vous savez, il faut que nous vous fassions des choses, des chemins de fer, des docks, des choses… Mais il faut nous donner votre argent…

– A França e a sua cultura influenciavam fortemente os políticos e os intelectuais portugueses. Aliás, é sua a fórmula: Portugal é um país traduzido do francês em vernáculo. Passados tempos, alterou essa formulação: Portugal é um país traduzido do francês em calão. [Read more…]

Paulo Abrantes: Mensagem para o novo ano

Aventar fotografia de paulo Abrantes

O exílio com riqueza é uma pátria e a pátria com pobreza é um exílio.

Provérbio Árabe

nÃO sEJAS dURO dE oUVIDO – dEZ/09 – # 15: O Melhor de 2009!

Não é fácil escolher o melhor álbum de um determinado ano e, 2009, não foge a essa regra. Confesso que ao longo dos últimos anos, sobretudo desde que escrevo na blogosfera, dedico-me sempre a este exercício muito pessoal e subjectivo. De Lhasa a Lilla Downs, passando pelos Sigur Rós ou os Arcade Fire, muitas foram as escolhas de melhor entre os melhores.

O ano de 2009 não foi, na minha opinião, um ano vintage mas esteve perto. Chegados a este ponto, ao final, os dedos de uma mão chegaram para uma selecção: Phoenix, XX, Jonsi & Alex, Moby e Rodrigo Leão. Em qualquer dos casos, trabalhos fabulosos e marcantes. Mas, só um podia ser o melhor de 2009. Uma opinião muito pessoal. Quando olhei para estes cinco e repeti, vezes sem conta, a audição dos seus trabalhos, procurei que a escolha tivesse em conta um factor essencial: qual destes trabalhos será o mais intemporal e que mais marcante será na história da música. Daí não ter dúvidas: o álbum Mãe, de Rodrigo Leão é, sincera e honestamente, o melhor trabalho musical de 2009. Pela sua imensa diversidade musical, pelo bom gosto e qualidade dos arranjos, pela voz da Ana, pelos convidados internacionais e por todo o passado (e o que ele representa na música internacional) de Rodrigo Leão.

É a primeira vez que escolho um autor português. Sendo-o, não podia deixar de ser o Rodrigo Leão. Aqui fica o vídeo e a recordação, AQUI, do que escrevi sobre o seu concerto no Coliseu do Porto (cujo post no Aventar sumiu!!!).

Assim terminam os “nÃO sEJAS dURO dE oUVIDO” de 2009 no Aventar, um espaço que nasceu num outro blogue a que pertenci e que agora está no Aventar. Em 2010 regressa ao Aventar e, se tudo correr como planeado, será transformado num programa de rádio. A ver vamos. Aproveito para desejar a todos os leitores, amigos e companheiros do Aventar, um grande ano de 2010!

Sherlock Holmes

Como parte do meu programa de Natal fui ver a última aparição de Sherlock Holmes no cinema.
É sem dúvida um Sherlock Holmes americano, sem grandes subtilezas ou contemplações e que está acompanhado por um Watson também pouco dado a servir só como acompanhante.

Para quem se habituou ao Sherlock Holmes da BBC esta versão pode por isso ser um choque. De qualquer forma é um bom entertenimento.
Fiquei a pensar que este era o caminho que gostava que o Alan Moore tivesse seguido com a sua Liga de Cavalheiros Extraordinários.
Aliás este filme lembrou-me muito a primeira história dessa série não só pelo tempo em que se passa mas também pela própria história, com o habitual mau da fita que quer governar o mundo, a personagem feminina com um passado misterioso, e as tiradas humorísticas que aparecem.

O cinema de um ano, em sete minutos e trezentos e quarenta e dois filmes

Kees van Dijkhuizen decidiu olhar para o cinema de 2009 e resolveu criar um pequeno filme. Em cerca de sete minutos decidiu montar imagens de 342 filmes. Não quis deixar nada, do que considerou relevante, para trás. Há um ano atrás, ‘recuperando’ o cinema de 2008, fez-lo com pouco mais de 100 filmes. Desta vez foi bem mais longe.

Os filmes em causa são…

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Se o ME diz que é bom, então tem que chegar ao topo! SIMPLES!

Sem que os bons professores atinjam o topo da carreira NÃO HÁ ACORDO COM O M.E.

Peço, car@ leit@r, mais um segundo de atenção:
– crie agora aí, no sítio onde está sentada ou sentado, o mais delicado e apertado sistema de avaliação de professores. Ok… Eu espero… já está.
Agora avalie todos os professores.
Com o seu modelo, criado agora mesmo, 90% dos professores conseguiram provar que são bons.
Acha que todos devem progredir ou só meia dúzia…
A pergunta que se faz: para que serviu a avaliação? Que raio de motivação estamos a gerar?