O Jorge do Fliscornio acusa João Grave Rodrigues de ser o autor das falsas transcrições das escutas. O raciocínio que segue parece-me bem esgalhado, contrariando a minha tese de que quem o fez apenas se estava a divertir, e o fez mal e porcamente.
Pode ser, e claro que pode não ser, e tal como muita coisa dificilmente se saberá ao certo.
Bem vistas as coisas imaginar um diálogo telefónico entre Vara e Sócrates é um exercício de ficção aliciante.
É esse desafio que deixo aos nossos leitores, e aos meus colegas: imaginem um destes diálogos. Prometemos publicar, dentro das regras da casa, que passam pelo bom senso de à custa da ficção ser má ideia insultar terceiros.
Enviem os vossos textos para aventarblog arroba gmail.com.
Cá os esperamos.
Lembras quando falaste com a nossa filha Camila no dia do seu matrimónio, em Setembro do ano passado, esse dia que eu levava a filha ao altar, onde esperava Felix Ilsley, excelente genro, congratulaste-a e desejaste para eles muitos descendentes? Bom, essa tua, como gosto dizer, neta secundária – nunca tiveste filhos, como narro mais em frente, é resultado dos teus bons desejos. Parece-me que o nome será Elisa, apesar dos pais preferirem o nome Rebeca. Maria Eugénia, é a filha deles, apenas temos que aceitar tu, Amanda a tua mãe e o teu pai Raúl, todos vocês juntos nessa eternidade sem tempo, sem portas nem tecto, minutos ou dias, imaterial, onde descansas de tanta agonia. A tua irmã Gloria, mandou celebrar uma missa em Cambridge, a tua sobrinha Paula na Holanda, uma terceira em Portugal, mandada por mim. As tuas amigas e primas em Santiago do Chile, comemoraram com outra celebração de altar e flores na tua campa: como sabes melhor do que eu, o Chile está em Primavera e as flores duma formosura e odor que até da alegria saber desta homenagem.
Aprendi uma palavra, 





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