Um Feliz Natal SEM consumismos!

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Este cavalheiro branco e azul – lá teria de ser – é português, chama-se Kao (branco) e deseja a todos um Feliz Natal. Já agora, aproveitem para não colaborar com as plutocráticas grandes superfícies que infelizmente não vão entrar em greve. É uma época de juízo e não de desvarios.

Associação Ateísta Portuguesa

Eu sei que não é bem aceite a colocação em poster de textos alheios ao autor. Mas tenho visto no Aventar a transcrição de textos que não são do autor, bem como de poemas e extractos. Por essa razão, pelo facto de considerar este texto importante, e ainda por ser membro da Associação, atrevo-me a publicá-lo.

Assunto: Casamento entre pessoas do mesmo sexo

COMUNICADO

À Comunicação Social

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), na defesa da laicidade e da separação Igreja/Estado, rejeita as manobras do episcopado católico para impor a sua doutrina sobre o casamento a todos os portugueses.

Na sequência da recente aprovação da proposta de lei que permite a realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, pelo Conselho de Ministros, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) que, já no período eleitoral, advertiu os católicos para o dever de não votarem em partidos que defendessem posições contrárias às da Igreja católica, reincide na mobilização das suas estruturas para pressionarem os Órgãos de Soberania na defesa de um referendo, na esperança de inviabilizar a igualdade dos cidadãos perante a lei, em função da sua orientação sexual.

Entendendo a AAP que os direitos individuais não são referendáveis e que a Assembleia da República tem inteira legitimidade para legislar sobre o casamento civil, repudia o comportamento abusivo da ICAR do mesmo modo que repudiaria o da Assembleia da República se pretendesse legislar sobre o casamento religioso.

A AAP censura e repudia a lamentável tentativa da CEP de condicionar os órgãos de soberania para impor os seus valores a quem não se revê na sua moral nem nos seus exemplos. [Read more…]

1989: os romenos tomam o seu destino nas mãos

Faz hoje 20 anos que o povo romeno invadia as ruas de Timisoara. O fim do déspota Ceausescu estava próximo. Ceausescu, o amigo de alguns aparentemente insuspeitos políticos portugueses como Mário Soares, ia ter um merecido Natal.

nÃO sEJAS dURO dE oUVIDO – dEZ/09 – #5 – Maia Hirasawa:

Novamente Março de 2009 e agora com Maia Hirasawa e o GBG vs STHLM um refrescante e surpreendente trabalho que entra, igualmente, nos melhores de 2009.

A importância de se chamar Uretra

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Uma das grandes vantagens de se viver nos dias de hoje dá pelo nome de Wikipedia. Essa infinita e ecuménica enciclopédia on-line graças à qual todos podemos ser como OS “Beauvart e Pecuchet”  do romance inacabado de Flaubert . Com a wikipedia, o brilharete da erudição está ao nosso alcance em poucos minutos. Ainda há atrasado (ou será à), tinha de me inteirar do conceito de Acção Comunicativa do Jurgen Habermas, de quem apenas sabia ser um filósofo alemão vagamente contemporâneo.  Noutros tempos, lá teria de ir à biblioteca, perder imenso tempo a estudar o fulano propriamente dito, e os sicranos que sobre ele especularam, para tentar espremer uma definição muito esquemática do pensamento do homem. Hoje a coisa é mais simples. Vai-se à Wiki, e quase instantaneamente, já está. Há só que ter o cuidado de não escarrapachar directamente o que lá vem. Convém ir ao original, procurar uma citação directa que se encaixe, referir a data edição e página, e coisa está feita e apresentável. Vem isto, claro está, a propósito da uretra.

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Massive Attack: o vídeo de Paradise Circus é pornográfico?

Um vídeo de Paradise Circus, música do próximo álbum dos Massive Attack, Heligoland, é apelidado de pornográfico, por exemplo pela Blitz.

No vídeo a música intercala-se com depoimentos de Georgina Spelvin, uma actriz porno reformada e hoje com 73 anos, e ilustra-se com planos soft do filme O Diabo na Senhora Jones.

Não é exactamente um vídeo para se ver no local de trabalho, e admito que algumas das imagens só passariam numa televisão depois das 22h, mas daí a confundir um depoimento sobre a relação de Georgina com a sua profissão com essa mesma profissão, já acho abuso. Aliás no youtube encontram-se outros depoimentos da senhora. Senhora que fala sobretudo da sua relação com a câmara, coisa que as senhoras que foram actrizes passam a vida a fazer.

Entretanto o vídeo vai circulando clandestinamente pela net, pré-vendendo o próximo álbum, numa estratégia comercial interessante, e acho-o giro embora  não mais do que isso.

Faça o seu juízo, mas evite que o patrão veja, e faça de conta que é só para ver a horas indecentes.

http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8195617&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1

Massive Attack – Paradise Circus

Comportamentos homossexuais tratáveis?

Desde 1973 que várias instituições internacionais desaconselham tratamentos para a reconversão da homossexualidade, que não é uma doença e, portanto, não é “tratável.”

Mas há homossexuais que não estão “de bem” com a sua sexualidade ou com a sua orientação sexual e, portanto, podem e devem pedir ajuda.

A homossexualidade é um assunto muito complexo, tem a ver com a “identidade” o que afasta a possibilidade de tratamento.

Mas há pessoas, que não sendo homossexuais, têm comportamentos homossexuais, resultantes de uma personalidade ainda em formação ou de “depressões” ou outras doenças subliminares que os levam a comportamentos desviantes, mesmo de outra natureza, como sociais.

Nestes casos os médicos tendem para se disponibilizar para ajudar, embora não ignorando que a homossexualidade sendo inerente à “identidade”, não é reconvertível.

Embora, o Aventar já tenha tido aqui boas discussões sobre o tema, veio agora à luz um relatório que aponta para a possibilidade de existência de outras orientações de comportamento sexual, que podem e devem ser tratadas.

O que defendo, antes e agora, é que qualquer pessoa que sinta necessidade de ser ajudada, deve procurar ajuda, médica, religiosa…

Pedir e obter ajuda é um direito do ser humano e os comportamentos sexuais não devem constituir excepção.

Concurso «Blogues Escolares» – Turmas participantes


Explicação do Concurso aqui.
Regulamento do Concurso aqui.

Turmas participantes até ao momento:

Distrito de Aveiro
Escola José Macedo Fragateiro, Ovar – Posto de Socorro

Distrito de Évora
Agrupamento Vertical de Montemor-o-Novo – Mostra lá (Escolas EB 1)

Escola Secundária Conde de Monsaraz, Reguengo de Monsaraz – Semáforo 9.º P

Distrito de Leiria

Escola Básica Correia Mateus, Leiria – 8.º C Correia Mateus 2009/2010

Distrito de Lisboa
Escola EB 2 3 de Marvila – Treino as minhas competências… em História (7.º Ano), Epidemias e Pandemias (9.º C, Área de Projecto), Rostos das Ditaduras no Século XX (9.º C, História)

Distrito do Porto
Escola Básica do Canidelo, Vila Nova de Gaia – Ciências da Natureza 5.º, Resolver Problemas (Ano III)

Escola Básica Marques Leitão, Valbom – Blogue do 9.º A, Diário do 9.º B, Blogue do 9.º C

Distrito de Viseu
Escola Secundária Prof. Dr. Flávio Pinto Resende, Cinfães – Turma 11.º D

A namoradinha

No nosso bairro não acontecia nada, a não ser os jogos de sempre, e o assalto às quintas circundantes onde roubavamos fruta, principalmente laranjas e diospiros. E romãs, o fruto mais bonito, mas que dá muito trabalho a comer.

Até um dia, aquele bairro foi uma maravilha de baixa “tensão”, nenhuma adrenalina a não ser quando éramos invadidos pelos “gajos” do Bairro do Castelo que íam para lá engatar as “nossas miúdas”, (amigas e irmãs).

Mas o paraíso não dura sempre e um belo dia chegou lá a Lurdes, vinda de França, filha de uma Francesa e de pai português, que felizmente tinha saído à mãe. Loirinha! A irmã era mais nova, hesitei, e enquanto hesitava os meus amigos andavam doidos, todos “no santo sacríficio da saída” que era quando as miúdas saiam do Liceu.

Mas o filtro foi funcionando, a vizinhança ajudava, e às tantas eu e o meu melhor amigo, eramos a companhia natural, para e do Liceu. Soube mais tarde que o meu amigo, sempre que me apanhava de costas, lançava a rede à Lurdinhas, em absoluta e miserável deslealdade.

A Lurdinhas é que se matava a rir com a nossa conversa, dizia que sim aos dois, ou não, conforme as coisas se tornavan mais ou menos sérias. Em absoluto desespero, passava frequentemente pela porta dela para dar uma palavrinha à mãe, carregado de livros, não fosse ela pensar que eu não tinha futuro garantido. [Read more…]

E cinema para todos

Se, nesta época de Natal, a cada um fosse dada a possibilidade de pedir um presente que beneficiasse a todos, e estando certa de que haveria muita gente a encarregar-se da paz no mundo, da igualdade de direitos e oportunidades, de governantes honestos e competentes, e por aí fora, eu pedia filmes antigos na televisão pública.

E quem achar que isto é supérfluo pode parar agora de ler que isto não vai melhorar, aviso já. [Read more…]

Inverno e árvores de cimento

Inverno. Neve, frio, fogo dentro de casa, a hospitalidade dos amigos, a trompetista  Hilaria Kramer e Luigi Abbondanza, com quem partilhei algumas aventuras teatrais.

E esta sua casa, em Lugano, construída em 1920 por um seguidor de Gaudi.

As árvores que fotografei são colunas da casa, feitas de cimento.

Inverno (do meu contentamento) e árvores de cimento.

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Trabalhar e continuar pobre

Devem as empresas que não asseguram o salário mínimo continuar a operar? Se não lhes for exigido um pagamento mínimo, nada as fará mudar. Não haverá investimento em melhores equipamentos, nem em formação, nem em melhor organização e gestão.

E se o salário mínimo for mesmo o factor que leva algumas empresas a fechar , lançando no desemprego os trabalhadores? Uma resposta é a “flexisegurança,” repartindo entre o patronato e o Estado, os custos da decisão.

Neste caso, o objectivo é tornar a empresa competitiva, introduzindo mais e melhores factores de competitividade, assegurando os postos de trabalho e a continuação da empresa, agora com novos equipamentos, novos produtos, melhor competitividade.

Se assim não for, é bem pior, manter artificialmente as empresas e os postos de trabalham que não asseguram uma vida digna a quem trabalha e um retorno de capital a quem investe.

Não só porque a manterem-se, essas empresas não permitem a renovação do tecido empresarial e, para o trabalhador, é bem melhor receber o apoio do Estado, porque não precisa de ter as despesas inerentes a quem trabalha, como sejam as de transportes, de alimentação, dos infantários…

Uma política determinada e dirigida a este tipo de empresas ( que têm como melhor argumento, não suportarem o pagamento do salário mínimo,) tendo em vista a sua renovação, substituição ou retirada do mercado, é uma medida salutar para as empresas, para os trabalhadores e para a competitvidade global da nossa economia.

Não podemos é continuar a ter empresas que sobrevivem à conta da pobreza dos seus trabalhadores.

Representantes do Porto – Artur Ribeiro (PCP)

Na continuação do acompanhamento da Assembleia Municipal do Porto entrevistei Artur Ribeiro do PCP.
Autarca durante 22 anos em Matosinhos, participou aí em 2 conselhos municipais, fez ainda parte da Assembleia de Freguesia de S. Mamede Infesta, da Assembleia Municipal de Matosinhos e foi também Vereador.
A propósito da sua presença no 2º Conselho Municipal, de que era presidente, relembrou o caso da proposta de extinção que a Assembleia Municipal de Matosinhos votou e que foi posteriormente revogado pelo tribunal. Terá sido a primeira e única vez até hoje que um órgão municipal pôs em tribunal outro órgão com a mesma legitimidade e do mesmo município.
Artur Ribeiro está agora no 3º mandato na Assembleia Municipal do Porto e em jeito de comparação enre o Porto e Matosinhos refere acima de tudo que são realidades diferentes a nível de pujança económica e que, a nível de relação com o executivo, mais do que as pessoas, a principal diferença vem de esse executivo ter ou não maioria.
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O "Culto do anexo"

Em qualquer localidade de Portugal é fácil constatar a predominância dos anexos junto às casas. Se a casa no seu projecto inicial não os prevê, há-de surgir pelo menos um, mais tarde ou mais cedo. É uma extensão da afirmação da propriedade e também da riqueza.

Porque a casa nunca chega para aquilo que se quer ter ou juntar. E nos anexos, nessas pequenas filiais da sede residencial, nesse aglomerado satélite, lá fora, está muitas vezes o que de melhor se tem: o carro, o porco, o frango “pica-no-chão” (por vezes “pica-no-chão-de-cimento”, mas pica!), as ferramentas e as peças que se vai trazendo da fábrica sem ninguém ver, o cão que se arranjou por causa dos miúdos mas que são os adultos que tratam dele, os coelhos, as rações, as alfaias agrícolas, os pombos, as rolas, a madeira, a churrasqueira, as bilhas do gás, os coelhos, as existências de indústrias familiares (alumínios, ferro, rolos de fio, ferro-velho, caixotes), etc.

Quando feitos para animais, os anexos são um reflexo da posição cimeira do homem na cadeia alimentar, não tendo de sair para caçar o coelho pois ele está ali, a ser cuidado, alimentado para, mais tarde ou mais cedo, ir parar ao prato.

Nós temos o “Culto do anexo”!

Um culto que é nosso mas que já se internacionalizou.

Veja-se, a Carta dos Direitos Fundamentais, que pela tradição dos anfitriões lusitanos, foi remetida para um anexo do Tratado de Lisboa.

Ou os anexos dos correios electrónicos, onde tanta vezes está o que mais importa.

Por isso até se reconheceu o direito ao anexo, como, aliás, comprovam os artigos 6º e 6º-A do DL 555/99, de 16/12, com a redacção da Lei 60/2007, de 04/09, isentando-o de licença nas condições aí previstas.

Pelo que não há arquitecto, ambientalista ou esteta que tenha o direito de desrespeitar tal culto.

(Publicado no semanário famalicense “Opinião Pública”, em 09/12/2009).

A máquina do tempo: utopias do mundo real

As utopias não se limitam ao universo literário, tema de que me ocupei ontem. Hoje, prefiro falar do percurso de algumas utopias no mundo real. Os falanstérios, ideados pelo pensador francês Charles Fourier (1772-1837), reflectiam o desejo de passar à prática uma generosa utopia, baseada no pressuposto de que o ser humano é intrinsecamente bom, depositário de uma harmonia natural que reflecte a harmonia do Universo, e que a maldade está na sociedade e não no homem. Edificaram-se algumas comunas que não poderiam albergar mais de 1600 pessoas e teriam de ser auto-suficientes, permutando com outros falanstérios os excedentes da sua produção.

Em França, nos Estados Unidos, no Brasil, no México, criaram-se falanstérios que foram dando com os burrinhos na água. Cada pessoa decidia a actividade a que se devia dedicar o que, desde logo deve ter causado problemas. E depois, os males do mundo poderão estar principalmente na sociedade, mas lá que o homem não é intrinsecamente bom, todos o sabemos.

Os kolkhoses soviéticos (cooperativas de produção agrícola), as comunas populares chinesas, os kibutz israelitas (cooperativas rurais), são a passagem à realidade da teoria de Fourier. No entanto, em enquadramentos histórico-políticos de conflito que não permitiam a concretização do pacífico ideal dos falanstérios. [Read more…]

A OPA à Cimpor

Os accionistas não se entendem, tal como não se entenderam no BCP com as consequências conhecidas. É, pois, natural que se jogue o livre jogo do mercado, como eles gostam tanto de dizer quando lhes interessa e dá dinheiro.

Mas a ladaínha de sempre, logo veio politizar a questão, que é e devia permanecer empresarial, num mercado livre e concorrencial. Vão à Bolsa buscar milhões e ganhar milhões mas deviam aceitar que onde há regras as deviam cumprir. Há ou não gente interessada no preço oferecido pelos empresários brasileiros? Vendem?

Mas não, quando se agita a hipótese da “árvore das patacas” fugir ao controlo, logo se começa a gritar pela necessidade de os centros de decisão económica ficarem nas mãos de portugueses! E como se impede que uma OPA não tenha êxito? Ou por uma “golden” qualquer coisa que o governo tira do baralho ou alguem vai perder dinheiro, porque se não vende por um preço que lhe interessa, alguem o vai compensar mais tarde.

Na OPA da Sonae sobre a PT alguns dos “playeres” eram os mesmos, muito dinheiro dos bancos, especialmente da CGD o que à partida dá uma série de argumentos ao governo, pois há muito dinheiro alinhado, é fácil impedir a OPA por maioria de accionistas que não vendem.

A Cimpor, num país sem indústria, é muito importante, porque é uma empresa de sucesso, a estratégia de gestão de crescimento e de internacionalização tem obtido bons resultados, apesar dos accionistas não se entenderem.

Mas ter accionistas brasileiros impede a boa “performance” da empresa? É um negócio de quatro mil milhões de euros que mais uma vez está nas mãos do governo, apesar das duas empresas interessadas directamente, serem privadas.

Daqui a uns tempos todos vamos conhecer os negócios “finos” que o governo protegeu.

Chuvas em Rio Tinto e o Caos…

“Nasci” juntinho ao Rio Tinto. Ouvi as histórias de peixes e dos Moinhos ali junto ao ALARO…o café de António Luís… Oliveira. Sim. Esse – um dos Oliveirinhas. O mesmo onde hoje existe um restaurante onde se paga melhor para comer pior, mas enfim… voltemos ao assunto.

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Ali mesmo juntinho ao Rio vi vezes sem conta a sua fúria que teimava em chatear os mais desprotegidos – quem nada tinha, sem nada ficava por causa da água, esse elemento vital tantas vezes inimigo.
Depois veio uma ETAR que a troco dos maus cheiros e incómodos vários trouxe alguma requalificação às margens e ao leito do rio que dá nome à freguesia que quer ser concelho.
E esta madrugada, uma vez mais, a água entrou em casa dos meus familiares – um metro. Isso mesmo – um metro de água dentro de casa.
(RTP, JN, RR, SIC )
Imagine, caro leitor, que isso acontece em sua casa – além do lixo, o que ficaria danificado?
Agora se me permitem, uma conclusão demagógica: o sr. Major, esse exemplo raro do poder autárquico, que tantos anos leva de mentiras e enganos, fez o quê nas duas últimas décadas para resolver este problema?
Por mim, fica novamente claro que RIO TINTO tem que ser independente de Gondomar porque quem por lá anda faz de conta que a freguesia que mais dinheiro dá ao concelho não existe.

Quanto mais lhe batem mais gosto dele

Um dia depois de o Público ter destacado que Ricardo Rodrigues esteve envolvido com um gang internacional, num jantar com o seu grupo parlamentar o primeiro-ministro destacou o trabalho de dois dos seus vice-presidentes: Sérgio Sousa Pinto e Ricardo Rodrigues.