A emigração volta aos números dos anos 60, agora para Espanha e Inglaterra, Suiça ou Andorra e, tambem, Angola e outros países africanos e asiáticos.
Para além do desemprego, ou melhor da falta de oportunidades de emprego, os melhores níveis salariais tambem são um chamamento. Muitas vezes saem temporariamente, para prestar serviços específicos e de duração limitada – na construção civil, no turismo, na agricultura.
O que é novo e preocupante é a saída de cérebros, estamos em terceiro lugar na lista da OCDE, quase 15% da população qualificada está a viver no estrangeiro.
Há algumas esperanças, como sejam a abertura de novas unidades de investigação e laboratórios associados que cresceram de 8 000 para 12 000 e temos ainda a Fundação Champalimaud, o Instituto Fraunhofer, o Instituo Gulbenkian da Ciência, o Laboratório Ibérico da nanotecnologia…
Mas a fuga continua, mais de cem licenciados por mês abandonam o país por falta de oportunidades de trabalho.






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