“Onde está o Paulinho?”

O humor é, por natureza, irreverente. E se há coisa em que, enquanto povo, somos bons é na irreverência. E até temos humor digno desse nome. Hoje chegou-me aos ouvidos uma dessas anedotas de construção fácil, imediata e actual. Reza assim:

O primeiro-ministro vai a uma escola contactar com alunos e depois de uma primeira exposição sobre os planos do governo para a educação, dispõe-se a responder a algumas perguntas.
Paulinho, o sabidola da turma, levanta o braço e é o primeiro a colocar perguntas:
“Senhor primeiro-ministro, queria que me explicasse o centro comercial de Alcochete, o caso da TVI e as escutas.”

Quando o primeiro-ministro vai responder às questões, toca a campainha para o intervalo. “Bom, é tempo de intervalo. Quando voltarem conversamos”.
No regresso, Zezinho é o primeiro a colocar questões:
“Senhor primeiro-ministro, queria que me explicasse o centro comercial de Alcochete, o caso da TVI e as escutas, porque é que tocou 30 minutos mais cedo para o intervalo e onde está o Paulinho?”

Esta história é uma ficção, as personagens e factos aqui relatados não existem. Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Nenhum animal foi magoado na criação e divulgação desta história.

Comments

  1. maria monteiro says:

    : )

    chega o director ao recreio da prisão e dirige-se assim aos presos que por lá andavam em momentos de lazer “hoje quero isto tudo limpinho, num brinco…. limpeza e arrumação de cima a baixo porque amanhã vamos receber uma pessoa muito importante” quem? pergunta um … “o p……. m…….” de seguida ouve-se “porra, estava a ver que não o conseguiam prender”

    esta que ouvi hoje na rádio… claro que se pode adaptar a qualquer um daqueles imaculados que andam por aí à solta e a gozarem com a cara do povo

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