Um texto que me fez parar para pensar

«Há certos atos que se tornam demasiado rotineiros.», Henrique Monteiro, no Expresso.

Fez-me parar para pensar porque havia algo que me estava a escapar na leitura. Depois compreendi. "Atos" não era um inexistente plural da primeira pessoa singular do presente indicativo mas sim a nova grafia para "actos".

Nem sequer tendo o acordo ortográfico trazido uniformidade à escrita do português, viva a inutilidade da mudança pela mudança.

Comments

  1. Luis Moreira says:

    É, pá, o melhor mesmo é escrever como se sabe.Daqui a uns anos talvez isto esteja mais perceptível…

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