O Queiroz vai passar a jogar ao ataque?

https://i1.wp.com/dn.sapo.pt/storage/ng1321980.jpg?resize=420%2C200As últimas palavras que se conhecem do Secretário de Estado, confirmando a gravidade dos factos ocorridos na Covilhã e do próprio Ministro Adjunto, confirmam que o governo já deixou cair o ainda seleccionador.

Tal como diz o nosso leitor Xico da Amora, se a equipa das Quinas tivesse tido ums boa prestação, talvez as coisas fossem diferentes, mas não foram e aquela maneira de jogar para perder por um a zero, não deixa ninguem satisfeito. Quem tem medo morre mais que uma vez, é o que está a acontecer a Queiroz, que coloca as suas equipas a jogarem sem ambição, sem beleza, e com decisões incompreensíveis, como as que se referem a Pepe, a Nani, a Deco, a Ricardo Rocha…

Agora vamos ter uma guerra jurídica, com a Federação a querer despedi-lo por justa causa ( motivo atendível?) e o Queiroz a querer levar uns milhões para casa. Quem é que não gostava de Scolari? Bem podemos dizer que as circunstâncias são outras, que uma geração de jogadores está a chegar ao fim, mas a este nível o que conta são os resultados, veja-se a razia que está a acontecer em várias selecções.

Por mim, sinceramente, não tenho pena nenhuma. Antes ter uma equipa orgulhosa a jogar bem, o jogo pelo jogo, que jogar medíocre, sem ambição e perder.

FC Porto – Sampdoria joga-se à tarde

Tal como no jogo com o Ajax de Amsterdão, o FC Porto defronta a Sampdoria durante a tarde, ao contrário do que era habitual nas épocas anteriores.

Os adeptos estranham que os jogos agora não sejam à noite, mas a explicação é simples: é que André Villas-Boas não tem autorização dos pais para chegar a casa depois da meia-noite.

30 Anos da Culturona

Começo por pedir desculpas aos leitores do Aventar, e também ao pessoal da Culturona, por não ter tempo, neste momento, para fazer o post que a ocasião mereceria.

Não sei quantos leitores do Aventar conheceram a Culturona-Fábrica de Comunicação, que existiu na D. Carlos I em Lisboa, já lá vão mais de trinta anos. O assunto merece um post, que um destes dias farei. Para já, direi que a Culturona foi talvez o projecto colectivo mais excitante que surgiu no pós-processo-revolucionário em Portugal. Com a diferença de que era jovem, novo e desalinhado políticamente, ainda que de esquerda.

Quem da Culturona se lembrar, lembra-se do Luigi (e de tantos que seria cansativo enumerar), do CHOR, da Feira da Arte do Desenrasca, do Teatro Emarginato, das Brigadas Teatrais, etc., etc.

Pois bem, amanhã acontece  um almoço que relembra, 30 anos depois, a primeira Feira da Arte do Desenrasca, e vão lá estar muitas das caras com quem nos cruzávamos no belíssimo (mas há muito destruído para dar lugar a um aborto sem classificação) edifício da Culturona, que albergava ainda, cada um independente dos outros, a Eranova (Zeca Afonso, Fanhais, Sérgio Godinho na casa em frente, etc.) e a sede do MES. Talvez seja já tarde para se inscreverem, ou talvez não, vale a pena  tentar já que, para um cafezinho pelo menos, há sempre espaço.

Informações aqui.

Fotos de outro tempo


Uma unidade do exército português, desfila em Goa. Belas fotos para consultar AQUI

Sucesso nos exames

film strip - testes de stress

A notícia: «Banca portuguesa passa nos testes e com a melhor nota do sul da Europa», no Público. A não perder, a crónica de Ferreira Fernandes no DN.

Locomotiva Alemã acelera

O índice do clima de negócios do Instituto de Economia de Munique (ifo), publicado hoje, registou este mês uma subida de quase quatro pontos,a maior dos últimos 20 anos, passando de 101,8 para 106,2 pontos, foi hoje

anunciado. “A economia alemã está de novo em ambiente festivo”, afirmou na capital da Baviera o presidente do ifo, Hans-Werner Sinn, durante a apresentação dos novos números.

http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1625081

Comentário

A locomotiva económica alemã voltou a funcionar, os passageiros nas carruagens podem recostar-se e em breve tudo fica como dantes no quartel de Abrantes? Nem por isso.

Uma vez que os gigantescos problemas estruturais mundiais e comunitários não se encontram solucionados, podendo a qualquer momento irromper de novo com violência redobrada, também desta vez e tal como em Fevereiro 2007* trata-se de uma “flor de pânico” – enfim: sol de pouca dura.

Rolf Damher

* Em 2007, num prenúncio da actual crise, na Alemanha já tivemos o caso de uma “flor de pânico”. Na altura, o presidente do Instituto de Economia de Munique (ifo), Prof. Dr. Hans-Werner Sinn, e eu vaticinámos, independentemente um do outro, o carácter passageiro da alegáda retoma. Só o descobrimos quando o Prof. Sinn leu o meu comentário – ele tinha utilizado o conceito “Supernova”. E tivemos razão, infelizmente.

Adereços

Esta imagem vinha na home page do Público on line de ontem. Não estariam a pensar em Sócrates e, inadvertidamente, trocaram os adereços?

Biblioteca Digital Mundial

Com apoio da Unesco, pode encontrá-la em www.wdl.org e saber mais no estrolabio.