Transformemos Portugal numa nova Inglaterra (II)

Parece que não me fiz entender aquando do meu último post, «Transformemos Portugal numa nova Inglaterra», que tantos comentários motivou. Como tive oportunidade de explicar no post, esse texto tinha como título original «Transformemos Portugal numa nova Grécia» e foi escrito há 2 meses para uma nova revista, «The Printed Blog», numa altura em que as manifestações e a revolta na Grécia estavam no auge. Publicado em papel há uns dias, julguei oportuno publicar em blogue o texto, mas ainda mais oportuno adaptá-lo à realidade que então se vivia, a da Inglaterra.
Como é óbvio, não defendo as pilhagens, as destruições e os ataques a quem foi vítima inocente disto tudo. Mas defendo a forma pacífica como tudo começou, defendo as 500 mil pessoas que se juntaram há pouco tempo para lutar contra a austeridade e as políticas dos políticos ingleses. É esse tipo de revolta que gostava de ver em Portugal – que a população em massa saísse para a rua. A revolta que se começou a gerar na Grécia e em Inglaterra e não aquela em que infelizmente se transformou nas cidades inglesas.
Para além disso, mudei de ideias depois de ler os comentários dos amáveis leitores do blogue. São comentários muito oportunos e que, na maior parte dos casos, me fizeram ver que estava errado. Os argumentos são imbatíveis, sobretudo na forma como me qualificam: efeminado (afeminado no original), ignorante, idiota, grande estúpido, palhacito, burro, verdadeiro anormal, perfeito anormal, sem-vergonha, filho da puta, atrasado mental, imbecil, canalha, irresponsável, escumalha patética e mimada – «pode ser que te fodam a boca toda», terrorista, nojento, primata da linhagem dos símios, etc.
Ufa! Com argumentos deste calibre, fiquei convencido. Definitivamente. Os amáveis comentadores têm toda a razão. O terrorista sou eu.

Comments

  1. isabel says:

    Haverá necessidade dos comenários serem tão bruscos, rudes e com uma linguagem pouco digna de quem a escreve, pudemos descordar, o que alías é saudável, sem “baixar o nível”, assim como é possível lutarmos juntos por um Portugal melhor? triste.

  2. isabel says:

    Minhas desculpas, deveria ter escrito DISCORDAR

  3. Raul Iturra says:

    Os comentários são imensos, para le-los todos. Parede-me que o autor qer dizer, quer Inglaterra, quer a Grécia, educam suas crianças no lar. A escola, educa, como narrei num texto meu, e educa em diálogo docente discente: o docente sabe e explica, o discente precissa ler para saber ebater. O autor defende a calma e a serenidade para sbaer aprender. Por causa das falêcias que temos entrados, o discente apenas pode defender o seu direito ao estudo, mal gerido como está por um Ministro de Eucação que não existe,apenas programa e manda a policia pra obrigar a realizar o que não é possível: matricular-se em esclas fantasmas. enso que RSP tem tido a valentia de defender o mínimo direito de aprender, com valentia e atrevimento.Parece-me que sabe ensinar com valentia e atrevimento, no preciso minuto em que a História poe falar entre o que era e o que é. Pertita-me uma dica: é o minuto da Historia Comparativa…Desculpe as gralhas,mas não corector nos cometários….

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