Cada madeirense deve 30 mil euros, o dobro da média nacional
Este título do Público (com ligação só para assinantes) faz lembrar a brincadeira que é costume fazer nos restaurantes, quando, na hora de pagar a conta, um grupo de, por exemplo, quatro convivas propõe ao criado de mesa que divida o total por cinco, sobrecarregando virtualmente o pobre assalariado e virtualmente aliviando as finanças dos pagantes. É igualmente costume que a brincadeira acabe com os cinco a rir e os quatro a pagar.
Transferindo a graçola para o país (e também para a Madeira), aquilo que não deveria passar de uma piada é uma ideia tão arreigada que nem sequer parece estranho a um jornalista dividir por todos os madeirenses uma dívida criada por uma minoria de senhores com obra feita e benefícios pessoais à custa de dinheiros públicos.
Vou dormir e sonhar com um mundo em que todos pagássemos as minhas férias ou as minhas cervejas. Todos, menos eu, claro.






É um bocado como um grupo de amigalhaços que vai às puras donzelas e leva consigo um grupo de jovens aprendizes; os primeiros “furam a rede”, os segundos pagam a conta.
É de bom tom.
A verdaeira culpa é de que o elegeu e o mantem no poder há mais de 30 anos. Essa confortável maioria conferiu-lhe a arrogância e os descaramento que conduziram ao desastre actual.
Sendo para este senhor o povo do continente seus escravos fieis para pagamentos dos charutos importados e das suas concobinas, nada me resta senão pensar que o povo votante não passa de uma besta de carga para este corrupto politico