Hoje dá na net: Caminho de Ferro de Benguela, a história de uma linha de comboio

É uma história de ingleses, portugueses e angolanos.

Uma história de impérios, de colonialismos, de independências, de guerras civis, de processos de paz. Um olhar sobre o passado, o presente e o futuro de uma linha de comboio em África, a linha do C.F.B. (Caminho de Ferro de Benguela), da baía do Lobito à República Democrática do Congo.

É uma história de cidades construídas e  destruídas, de gerações a olhar o “Kamakove” ou a sua ausência, de restos de viagens, de fumo e de vapor, de faúlhas, de vida e morte à beira linha.

Este documentário é composto por 11 partes. A primeira parte, tal como a última, são sequências fotográficas.

Comments


  1. Viajei nessa famosa linha entre o Huambo e Benguela, numas carruagens onde a comodidade tratava o passageiro por tu e onde nos lavabos se podia tomar banho de chuveiro.
    Dormia-se a bordo e em algumas estações a miudagem vendia-nos a troco de uns magros angolares pedaços de cana de açúcar para entreter a viagem.


  2. Também andei por aí, aliás por todo o litoral e ver a maior propriedade de Café da Gabela + a Baía Farta e a Baía zul – até Cainde e Virer e Tundavala e Tchivinguiro em jeep – visitar a welvitchia mirabilis e os escorpiões no coração da planta no deserto de Moçâmedes, inflecti para o Andulo e Serpa Pinto e mais não sei onde (seria colonato da Chela ??) e adorei andar vestida de pó vermelho que cheirava a cobre e riqueza, ouvir o trovão das manadas de búfalo que faziam tremer a terra – apanhar uma santa chuvada purificadora de queda forte e em apenas 5 minutos, e um por do sol que nem cabia no céu -mas do que mais recordo e não esqueço é do perfume do capim – ou dos olhinhos dos hipopótamos mergulhados e bem se afogavam + a elefanta a ensinar o elefantinho a partir raminhos para comer, e nem lembro o nome mas era belíssima a 1ª capital de Angola, lá no alto muito banca na falésia sobre o Cunene de caudal permanente e jacarés (??) e a seguir *linda Luanda e sua Baía e Foz do Rio ” e a seguir o Dondo e Salazer – sei lá por onde andei que goatei tanto que saltei para Moçambique e percorri de lés a lés sendo que é tão eztenso como daqui à Polónia e vi tudo e a Cahora Bassa que ainda estaca em constrção e o Hotel de Tete era o único e de Madeira e o Rio e a Ponte, e Lourenço Marques e o vale do Limpopo e Xinavene e a fábrida de açúcar, e a Beira e a “boutique Lara” e a Ilha de Moçambique e o magal na foz do rio dos Bons Sinais e os carangueiros a roer os pés no matope (mangal-mangrove) e a ilha de Moçambique e cemit´+erios de todas as relogiões lado a lado e as milhesres da ilha de seu rosto pntado de máscara branca e aque sentido cromático dos seus trajares tão fantásticos e belos e etc – voltaria de Novo a todos os Lugares e à Gorongora também – África onde tudo começa mas se morre de Sida


  3. Em 1967 Fev. ainda Militar viajei de N.Lisboa ao Lobito, no Combio de Passageiros, adorei e jamais esquecerei essa viagem, com um bom conforto, cabines com camas, um ótimo Restaurante, foram cerca de 20 horas inesqueciveis, e quiz o destino que em 1971, viesse a trabalhar nessa empresa CFB no (GVC), onde pude ver o quão enorme era esta Empresa, reviver o pouca-terra, o apito estridente , viajar do Lobito até a fronteira do Congo, era uma aventura deslumbrante, saudades é só para os que tiveram o previlégio de compartilhar com toda essa magnitude…


    • ANDEI 5 ANOS NESSA LINHA NUM VAI E VEM DIÁRIO DEVIDO A ESTUDAR EM BENGUELA E A VIVER NO LOBITO..MAIS TARDE, FOI DO LOBITO PARA N.LISBOA,E ERA FREQUENTE IR AO LUSO.
      NO MEU TEMPO, 1956/57, A VIAGEM PARA BENGUELA DEMORAVA 45 MINUTOS…BONS TEMPOS……


  4. Viagens fantásticas que fiz nesses comboios de Lobito ao luao e mesmo para além da fronteira,só quem trabalhou nessa grande instituição nesse belo país é que pode testemunhar o quanto era a grandeza dessa linha mítica C.F.B., que saudades desses tempos.

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