Na foto um dos efeitos do estradismo: a proliferação de lixo. Estrada municipal em Cinfães.
A descrição pode aplicar-se a qualquer município do interior do país, ao interior em geral onde, durante os últimos 30 anos se gastou dinheiro em estradas, rotundas e chafarizes e hoje, mais do que nunca, se sente o peso da desertificação, da deterioração do ambiente e, pior do que tudo, da fome.







Descreves com mestria o que também eu acho.
É a ausência completa de urbanismo (ou, se se quiser, de planeamento do território). E de estado (acima dos interesses privados). O loteamento clandestino (mas “legalizado”) de todo o território assente na identidade entre direito de propriedade e direito de construção.
Inteiramente de acordo.
Eu sou de Resende (vizinho de Cinfães)…
E o panorama é geral, ao menos a norte.