O que o PM diz faz sempre todo o sentido

O mais africanista dos então candidatos, em pleno dias das mentiras – diga-se em abono da verdade – garantia que não mexeria em subsídios nem se atacaria o rendmento das pessoas. Aquele autoritário “está bem?” dirigido a uma aluna negra, materializa toda a africanidade do agora PM.

Depois, como PM indigitado, afirmou que não usaria a desculpa da situação herdada para justificar as medidas a tomar. E no entanto veio depois justificar o não cumprir as promessas com o défice herdado.

Foi então a vez do PM ficar em compremetedor silêncio quando o seu Secretário de Estado da Juventude, que catalogou o desemprego como “zona de conforto”, e pontou à juventude a emigração como rumo a seguir. O próprio PM veio até, recentemente, apontar o caminho da emigração aos professores no desemprego.

Seguiu-se a mensagem e Natal, onde o PM muito falou da reforma das estruturas que irá possibilitar os portugueses serem felizes de novo. Até lá, será de presumir que para as estruturas serem reformadas, o melhor será, tanto quando possível, evitar que haja portugueses a transitar pelo país. Até para diminuir o risco de acidentes. Mas curiosamente não falou nem de emigração nem de emigrantes.

Sim, o que o PM diz faz sempre todo o sentido.

Comments

  1. Dédé says:

    Claro que faz todo o sentido, o importante é termos confiança e darmos o nosso contributo:
    GRANDIOSA CAMPANHA DO ORGASMO PELA AUSTERIDADE (mais confiança, mais experiências uns com os outros, mais vitalidade social)

  2. kalidas says:

    Africanista? Esqimó é que devia ser, para equilibrar a coisa.

    A Ásia tem mais de 3,4 mil milhões de habitantes, cada um deles um potencial candidato a pão, habitação, saúde, educação, e por direito, conforme a DUDH da ONU.
    Então, se uma acção provoca uma reacção, se reagem todos ao mesmo tempo, é de caras, o eixo da coisa, vai ficar torto.

  3. José Galhoz says:

    Acredito que as declarações do 1º até façam todo o sentido. Já escrevi algures e repito – o que sucede é que os meios de comunicação devem estar a censurá-lo, cortando as partes das declarações que contribuiriam para um discurso com algum sentido. De outro modo, como se compreende que tudo o que dele vem publicado soe a vazio ou a inconsequente?

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