RESPECT, com caixa alta e tudo

A UEFA lançou a campanha RESPECT, uma forma de sensibilização para que se respeitem as equipas de arbitragem. Mas não devia quem pede respeito começar pode dar-se ao respeito? O futebol, não me ocorre outro, é o único desporto onde erros crassos podem ser cometidos sem que haja lugar a correcção. Veja-se, por exemplo, o caso Ucrânia-Inglaterra com um golo válido, sem sombra para dúvida, mas que não foi validado.

E não seriam precisos meios tecnológicos sofisticados para resolver o problema. No ténis, um desporto onde a bola se move com maior velocidade, em caso de dúvida, pode-se pedir o visionamento, num número limitado de vezes.

Não se muda porque não se quer. Não há respeito em dívida.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Não se muda porque não se quer – e tantas vezes desacarada e acintosamente – e há poucos dias ouvi entrevista com Oliveira que foi jogador e dirigente e ++ , irmão do dirigente da Olivodesportos (que le próprio criou mas degenerou como toda a gente sabe) – foi muito claro nesta entrevista bem longa – Com ou sem a alienação a que chegou o futebol – e já que se tornou o desporto mais praticado e sobretudo mais mundializado e visível – todos sabem que o “desporto” (e nem importa qual) pode ser um dos mais importantes veiículos de aprendizagem de “muitas virtudes” humanas – em vez do que se tornou de imoralidades, sem que os actores pricipais e que são os que chutam a bola – possam mudar NADA – Mandela bem sabia o valor do futebol que “dignificou” e dele se serviu para cabar com ou minimizar a violência e crime no Souetto (nunca si como se escreve) – o complicado é que em geral quem menos tem a ver com o desporto se mete nele e aliena tudo
    50 milhões de euros dizem os hoteleiros que são já os prejuizos contabilizados na quebra do turismo por causa dsses senhores tão IMPORTANTES que são apenas “pilotos” de aviões – quando não se sabe os limites nem onde a ética é ausente – nem governantes nem “trabalhadores” são razoáveis e quem não tem nada com isso, como eu, é apenas prejudicado – o que não é o fim de uma greve – e os sindicatos todos “caladinhos” porque também eles querem ser protagonistas do contra só por ser e o resto que se lixe – Castelo Center de Castelo Branco dispensa 400 empregados do Call Center – gostava de perceber porque é que uma cidadezeca tem um CallCenter com tanto “trabalhador” – é mesmo uma bricadeira e ainda falam de funcionários públicos em “excesso” pelo que despedí-los “é canja” mas o Call Center é que é importante – mas que país de brincalhões

  2. Ala Dura says:

    Que estoiro nos globalistas/multiculturalistas de serviço, a Espanha vence mais uma vez, só com espanhois/nativos em campo, a selecção de “Portugal” caminha a passos largos para ser uma colónia do “hemisfério sul”. vá africanos e zucas, obviamente que aquilo não é Portugal. Viva a Portugal!!!! Portugal aos portugueses. Joguemos só com nativos, isso sim seria orgulho nacional e honestidade desportiva.

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