Não basta parecer sério

P. Vaz

No exercício de cargos públicos, não basta parecer sério e falar bem na televisão. É preciso ser mesmo sério (!) e fazer dissipar quaisquer dúvidas.
Por outras palavras: quão normal e verosímil é um estudante, com 4 cadeiras feitas em 36, conseguir equiparação às restantes 32 apenas com base num alegado curriculum profissional?

Comments

  1. fmhv says:

    Não é nada verosímil … ah era uma pergunta retórica ,,, Por acaso eu nem sequer acho mal que as universidades possam atribuir licenciaturas com base na experiência profissional demonstrada. Façam-no é às claras e com um enquadramento legal e pedagógico apropriado talvez através de análise de currículo por júri por exemplo (forçosamente com membros maioritários de outras universidades). Por exemplo … Isto porque me parece que a vida profissional pode ser uma forma de formação pelo menos em alguns casos tão válida quanto a académica. Mas lá está tem de ser feito de forma diferente,. Desta forma é uma autentica palhaçada e um desrespeito.

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