Cavaleiro Marcelo Mendes vai avançar novamente contra manifestantes

Depois de ter avançado com o cavalo contra manifestantes, o cavaleiro Marcelo Mendes vai avançar também com uma queixa.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Estes gestos de certas classes socio-culturais têm cada vez menos classe – mas têm os mais belos cavalos do mundo – E no entanto todos, excepto os donos da minha terra do ribatejo e pe outros tantos alentejanos, vivem, depois de “desmontados”, de subsídios que vêm do mesmo OE para o qual contribuo e me descontam cada vez mais, sem poder dizer não – E nem sabia isto – soube este ano – Afinal vão todos ao mesmo “pote” – não vejo há anos o meu caro colega João Núncio filho do velho Núncio e que os “amigos” tratavam com tanto carinho que entravam com ele mar dentro na cadeirinha de rodas para ele poder tomar banho de mar (algarve) – A queda de um cavalo deixou-o tetraplégico – Era um delicadíssimo colega mas já nem recordo se acabou agronomia nem por onde anda – A vida une mas também separa

  2. maria celeste ramos says:

    Também eles gastaram mais do que tinham e pelos vistos o “seguro” não é suficiente para quem vem precisar inesperadamente

  3. Pedro Marques says:

    Cá para mim este gajo ainda se vai safar.

  4. maria celeste ramos says:

    PedroMarques-Sem comparar o incomparável o massacre dos mineiros das minas de platina da apartheidíssima áfrica do Sul, e que pertence, ainda, a um “inglês”, porque a commonwealth é de facto riqueza sacada há séculos e não comum do todo – além de massacrados teriam de ir a tribunal para responder por não terem parado como retaliação ao facto de não terem recebido o miserável dinheiro que só dá para viver em miséria, e que lhes pagam por terem trabalho de escravo para enriquecer o “bife” – a qualidade de justiça entre os ricos e os que trabalham para que os ricos sejam ricos porque os ricos não trabalham mas exploram e acham que nasceram num patamar de escada acima dos outros, e é a mesma em todo o mundo – a mesma desqualificação – desqualidade – humana – do mais desumano e miserável e insuportável – Afinal deram independência à colónia mas nem todos conseguem conquistar liberdade, mesmo na pobreza, porque não o permitem – a África do sul ficou com a poluição que sempre teve desde a colonização dos ingleses e refinou – Vamos ver o que sucede às concessões e concessionários que parece terem-se “oferecido” para exploração das minas portuguesas, para dar o quê a quem e andam a anunciar – Vamos ver quem são os mafiosos a quem se abriu a porta – creio que são canadianos a quem a falta de digidade ainda os governa – e lá vão explorando portugueses e mesmo expulsando, como uma família portuguesa que lá vivia a trabalhar para eles – que gente é esta do mundo que enriquece à custa de trabalho escravo e da riqueza em recursos naturais que nem lhe pertencem ?? Mas são iguais aos a quem abrem a porta porque fazem parte do mesmo grupo de não-gente – não são os africanos que precisam de ser vacinados contra a cólera -sou eu que preciso mas não há vacina para mim, pelos vistos e já andei por muitos lugares a ver trabalho escravo e gente escravizada para que outros enriquecessem – vi – estive a ver pretos andrajosos a apanhar côco e a abrí-los com catana enterrada no chão e ganhavam 11 escudos por mês que gastavam logo em vinho e não sobrava nada – estou concretamente a referir-me a um dos lugares em Moçambique e vi também as “cantinas” onde se embebedavam e já nada levavam para a tabanca – vi – em 1967 – esta plantação a que me refiro era a MADAL e não sei se explorava todo o litoral de moçambique que é onde existia na altura coqueiro e cacaoeiro e eu que já tenho a memória sarrafada, destas situações não consigo sequer esquecer porque esta situação e outras dezenas delas ficaram marcadas na minha memõria como ferro em brasa de marcar as “bestas” que “pertencem” sempre a alguém que não quer “confusões” de propriedade – como lembro sempre o cheiro e sofrimento dos animais ferrados – as bestas não são os animais – são os homens – quem teria parido tal gente – se calhar nem foram gerados em barriga de mulher

  5. maria celeste ramos says:

    E quando penso em povos escravizados vem-me sempre à memória a “jóia da corôa” inglesa que foi a India onde ainda hoje a miséria e distância dos marajás e dos que nem casta têm, e que limpam ainda hoje os buracos onde cai a merda que os marajás fazem nos palácios e vai canalizada para “caixas de queda” onde os desgraçados entram para limpar aqula merda e cheiro nauseabundo porque não têm sanemanto básico porque não querem – nunca visitei a India e esta informação vem de reportagem de TV que vi há pouquíssimos anos às tantas da madrugada – como se chamam os que não têm “casta” ?? a única coisa que hes vi fazer é (como agora vão fazer em moçambique para vacinar os bebés para não terem pneumonia) é o facto de um grupo de voluntários de médicos indianos (a quem por vezes se juntam outras nacionalidades) que têm um combóio com várias carruagens – a de transporte dos médicos + a carruagem sala de cirurgia + sala de espera dos escolhidos por prioridade (velhos quese cegos e crianças com problemas de ossos e deformações) e estes combóis correm zonas mais recânditas da India e os desgraçados que andam a pé km para serem tratados e depois a ALEGRIA incontida dos que conseguem esse milagre – lembro um velho tão humilde e endrajoso e grato a dizer que vai morrer mas já vê os seus familiares e onde mora – gente sem sorriso velhos e crianças – certamente nunca sorriram nem brincaram – não é ficção – é a realidade que todos escondem e nada há para a evitar porque os ricos não querem – não há humanismo no mundo excepto em meia dúzia de malucos que querem dar o mínimo a outros que só sofrem este COMBÓIO – que já não sei como se chama “alive” ??? não sei – ou live alife ?? – é impressionante – mas ao menos existe – os médicos fazem este trabalho voluntário durante um mês sem parar porque também não podem fazer mais – Creio que vi também reportagem de situação semelhante e lembro de repente – os USA – e tal que se via bicha de vários km de pessoas para serem atendidas e no caso de operação oftalmológica até davam às pessoas óculos pois que não os poderiam pagar – lembro uma senhora que depois de atendida e ver – chorava chorava chorava – de alegria claro e incredulidade – Ai não quero lembrar-me mais de tanta desgraça que vi em países ricos onde há homens maus – É pior do que o que se fazia na Grécia antiga que atiravam do MONTE os gregos com deformidades (teratologias) – (o sentido de beleza não permitia a coexistência de gente não-bonita) – rais parta o mundo tão cruel – o que se faz aos homens faz-se aos animais e eu era capaz de viver num CANIL – adorei visitar toda a Grécia – incluindo a maior ilha Evea (ou Eboea) frente a Chalkis – mas quando o fiz esquecí-me da “história” senão não iria a muitos lugares e desta vez fiz a viagem em barco de colega sul-africana que me encontro acidentalmente no aeroporto de Atenas quando regressava a Lisboa e conhecia dos congressos de arquitectura-paisagista e ela, surda-muda (e falávamos em inglês claro arte que eu não sabia ter de falar com surda muda) estava a partir para o Barco de seu irmão – arqtº que transformou em yat um velho barco de pesca grego – igualmente surdo-mudo e eu nem percebi como aqueles dois irmãos punham velas e tiravam velas e arrumavar cordas e não sei que mais – inolvidável tanta coisa que vivi e mais ninguém – como não sei estar quieta entretive-me durante a viagem a limpar os doirados de latão do barco o que eles adoraram claro – foi nesta viagem que vimos já nem sei onde na grécia uma escultura acabada de sacar do fundo do mar um boi de calcario brando de lindos cornos com caracóis há séculos no fundo do mar – seria uma escultura de significado mítico mas já não sei se “era a euroa ou outro – tenho lindas fatografias daquele colosso de mármore séculos no fundo do mar e resgatado sem estar danificado – estou a vê-lo – são das tais imegens que ficam enquanto viver

  6. maria celeste ramos says:

    AVENTAR-Perdão mais uma vez pelos erros de ortografia e de sintaxe mas de facto já não tenho emenda – escrevo sem ler o que escrevo, envio sem reparar que não emendei nem fiz revisão porque escrevo depressa demais e nem olho e envio e só depois do inevitável é que leio e sai muita asneira – perdão

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