O Estado português concedeu em 2011 benefícios fiscais de quase mil milhões de euros a 40 empresas
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O Estado português concedeu em 2011 benefícios fiscais de quase mil milhões de euros a 40 empresas
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Esquecem-se de referir o detalhe que essas empresas, curiosamente as empresas sediadas na zona franca da madeira, só meteram pé em Portugal por causa desses benefícios fiscais, e mal foram retirados elas abalaram todas para outros pontos do globo. Até parece que houve uma relação de causa e efeito.
E note-se também que o problema da dívida e do défice mede-se em dezenas de milhares de milhões de euros, não em milhares de euros.
Esquece-se de dizer que falamos de 1/4 do total obtido com o roubo de salários e pensões.
Porque será que aparece sempre uma alma a defender os paraísos fiscais, neste país de economia paralela e milhões em fuga ao fisco?
O problema de ser 1/4 do total obtido com o chamado roubo de salários e pensões é o facto de se essa ficção implica que mesmo se por qualquer motivo essas empresas fossem taxadas por inteiro então ainda seria necessário roubar os outros 3/4 dos salários. Ou seja, não resolve coisa nenhuma.
E claro, fica por explicar como é que seria possível ter essas empresas por cá se esses beneficios fiscais não tivessem sido concedidos. Se havia dúvidas que elas nunca teriam vindo para cá se não houvesse os descontos então que se note que mal eles foram tirados, essas empresas fugiram a sete pés.
É o problema de se comentar sem se pensar nas coisas.
Essa empresas nunca estiveram cá, e sempre nos deram prejuízo. Leia, aprenda, a religião do paraíso fiscal é tão fundamentalista como as outras, mas cura-se com um chá e um bocadinho de discernimento:
http://aventar.eu/2011/11/23/offshore-da-madeira-o-porto-de-abrigo-dos-piratas/
Pois, com esses perdöes näo admira que näo haja graveto…