E nós também temos que ir por aí?

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Comments


  1. O sr “tipo” nem sequer vai mas empurra-nos ou manda empurrar e esconde-se a espreitar o resultado e com aquele riso demente que copiou de Relvas
    Mas agora o amigo Catroga perdeu a cabeça e, “infiel”, diz o que disse –
    Passos está com certeza a fazer estágio para ser companheiro de Victor Constâncio (enquanto há UE)
    Hoje Merkel berrou pois não diz que não diz mal da grécia e vai lá dar beijinhos
    Espero que queira visitar o berço da democracia e não do “seu” nazismo que a destruíu por mais disparates que tenha feito – e fez


  2. Eu não quero ir de modo nenhum…

  3. Marão says:

    TEMPO CONTADO
    É urgente interromper festivais folclóricos sem espaço e fora de tempo que por aí abundam. Não vale iludir a situação de marcha pré funerária que nos assola nem uma vez mais, Senhor Presidente da República. Está esgotado o prazo que as altas funções de Vossa Excelência lhe permitem para alimentar adiamentos suicidas. É chegada a hora de superior actuação do mais alto magistrado da nação, sem paralisantes tibiezas nem hesitantes contemplações. A convocação de eleições, ao contrário dos eternos incrédulos de uma democracia plena e a tempo inteiro, mas que intimamente a temem. Esta solução teria desde logo a insuperável vantagem de por fim ao achincalhamento público de um governo sem crédito e sem retorno possível. Um patamar de elementar dignidade é incompatível com a falta de respeito com que os actuais governantes são brindados a cada hora que passa e em cada esquina onde assomam. A hipótese de salvadores nacionais será de erradicar, porque seguramente seria protagonizada por uma espécie de brigada convocada em escala de serviço longe das tropas em parada, com ressuscitados fantasmas que com tais culpas no cartório não abonariam em favor da sua mobilização. Ou agora ou será tarde, Excelência.


  4. Reblogged this on Azipod.

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