O direito à estupidez também

Ferraz da Costa diz que direito à greve deve ter limites.

Ó contribuinte, paga-me aí a sporttv!

Em Oliveira de Azeméis, descobriu-se que o Presidente da Câmara, Hermínio Loureiro, usufrui da Sporttv no seu gabinete e o PS já veio exigir que esse serviço seja desligado. Pessoalmente, posso achar estranho que, de um cargo tão exigente, sobre tempo para se ver sequer uma flash-interview, mas admito que Hermínio Loureiro possa gerir o seu tempo de trabalho da maneira que melhor lhe convier e pode até dar-se o caso de isso não o impedir de desempenhar as suas funções autárquicas com seriedade e competência. [Read more…]

48 homens-sonae* para abate

redução da estrutura de custos em cerca de 3,5 milhões de euros por ano, com a diminuição de custos de funcionamento e previsível saída de 48 colaboradores.

de um comunicado da Sonaecom

Helder Robalo no Facebook:

Ao longo dos anos, sucessivas administrações de empresas tomaram decisões baseadas em estudos de qualidade duvidosa ou mesmo em estudos nenhuns. As empresas de Comunicação Social quiseram, cada vez mais, os seus jornais parecidos uns com os outros. Primeiro era o DN a bíblia, depois o JN, o Público, o Expresso, o Correio da Manhã… Cada um inveja(va) as páginas do vizinho e queria as suas cada vez mais parecidas. Sem perceberem, ou quererem perceber, sucessivas administrações e direcções foram descaracterizando jornais, rádios, televisões, etc., etc.. Deteriorando aquilo que era a identidade de cada título, afastando cada vez mais leitores, ouvintes, telespectadores. [Read more…]

Che por Vhils


Trabalho de Alexandre Farto em colaboração com René Burri para #festivalImages. Via stick2target.

Este sábado há mais

Com o alto patrocínio do governo, da troika e figuração especial de Marcelo, o Rebelo do Sousa.

Numa cidade perto de si, se for longe faça a sua manifestação você mesmo, chame os vizinhos. É dia de globalnoise também.

Relvas treinador do Sporting

Não tem licença de treinador mas obteve equivalência por ter jogado matraquilhos.

Miguel Dias no Facebook

Emprestar só para pagar aos assaltantes

Na Grécia já é assim, por cá gostava de saber.

Mais Estado e pior Estado

Santana Castilho *

1. A portaria nº292-A/2012 cria “cursos vocacionais” no ensino básico. Formalmente, caiu a intenção arrepiante de obrigar crianças de tenra idade a aprender um ofício. Mas tudo está ordenado para produzir o mesmo efeito. O diploma está abaixo do medíocre: redigido em Português pobre, tecnicamente deplorável quanto à substância, pejado de intenções de parcerias e protocolos indefinidos, não passa de uma nova versão dos Cursos de Educação e Formação, de má memória. O alvo confessado são os que chumbam mais que duas vezes. A razão por que chumbam não interessa. O cinismo não se disfarça quando se fala de crianças de 13 anos a “optarem” por um destino de vida. O acto falhado radica na qualificação de “regular” para o outro ensino, o intelectual, deixando a este, por antinomia óbvia, a condição de “irregular”. Que diria Crato, do “Plano Inclinado”, dos disparates que Crato, ministro, escreveu no artigo 9º da portaria? Que será “avaliação modular”? A que título, quando estatui sobre avaliação, confunde com ela considerações metodológicas e didácticas? Que brincadeira é aquela de quatro relatórios finais, a serem redigidos por crianças do ensino básico, que chumbaram duas ou três vezes, certamente a Português, como instrumento central de uma presumível classificação, a que ministro chama avaliação? Onde fica o seu rigor, com a trapalhada que consagra nos artigos 10º e 11º? Se o aluno se contentar em ficar por ali, o que fez “habilita”. Se quiser ir para o tal ensino “regular”, o que fez já não habilita?   [Read more…]

«Ninguém imagina que vai cair no desemprego»

“Ela confiava nas previsões metereológicas dos calos do senhor Carmichael. (…) O mundo está mal feito – soluçou. Aqueles que a visitaram nesses dias tiveram motivos para pensar que ela tinha perdido a razão. Mas nunca foi tão lúcida como então. (…) se Deus não tivesse descansado no domingo, teria tido tempo para terminar o mundo. -Devia ter aproveitado esse dia para não ficarem tantas coisas mal feitas -dizia. – Ao fim e ao cabo, ficava com toda a eternidade para descansar.”

No meio da minha leitura, por entre linhas e palavras que, não obstante estarem divinalmente (!) escritas  por Gabriel García Márquez, não pude deixar de pensar em Ana, trinta anos, designer gráfica, que não adivinhava, na manifestação de 15 de setembro, que semanas depois iria engrossar a estatística. [Read more…]

A prioridade inglesa na Revolução Industrial

Um documentário bem explicadinho que aborda a prioridade inglesa na Revolução Industrial, o êxodo rural e o novo modo de produção, que inclui o trabalho infantil. «Por que não dão um salário decente para os adultos e deixam as crianças em paz?»

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas
Unidade 7.1. – A Revolução Agrícola e o arranque da Revolução Industrial