Por muito menos que isto foi morto o rei D. Carlos – uma grande entrevista de Mário Soares.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Por muito menos que isto foi morto o rei D. Carlos – uma grande entrevista de Mário Soares.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Citar o exemplo da Argentina dizendo que o povo não ficou pior é não ter noção nenhuma do que se está a dizer. Elogiar o engenheiro dos Domingos é perfeitamente execrável. Depois, um chorrilho de frases feitas: não pagamos, os mercados são uns malvados porque querem reaver o dinheiro que emprestaram, a Thatcher e o Reagan são uns porcos fascistas neoliberais, este Papa é que é, os Estados valem pela sua história porque o ouro é o vil metal (pode ser que os FP’s aceitem ser pagos em teses e separatas).
Salva-se as críticas ao PR (demasiadamente passivo) e à solução de um governo de iniciativa presidencial SEM realização de eleições (por amor de Deus, aprendamos com os exemplos dos italianos e dos gregos), se bem que fique a ideia de que o que Soares quer é que o PR entregue o poder de bandeja ao seu PS, que, só por acaso, foi o partido que nos colocou nesta embrulhada. Enfim, a história é importante, já a memória… Por fim, gostei de saber que Mário Soares enquanto jovem era lingrinhas. Depois entrou na política.
O mais espantoso nesta gente que se põe a criticar este governo com acusações de ser neoliberal é a completa ignorância em que se baseiam para fazer as críticas.
Um exemplo é a forma como ao mesmo tempo criticam os ditos neoliberais e elogiam calorosamente a actuação do governo da Islândia, não se dando conta que a recusa do estado intervir na economia com salvamentos de empresas privadas é das políticas mais neoliberais que se pode impor.
Outro exemplo é a forma como essa gente se põe a apelar à recusa de pagamento de toda e qualquer dívida pública apontando supostos casos de sucesso como a Argentina, não se dando conta do descalabro económico que essa política provocou nesse país e que o tem afundado e mantido manietado nas últimas 3 décadas.
Outro exemplo é a forma como se põem a apelar a que o estado equilibre as suas contas através de cortes na despesa em vez de se aumentar e criar impostos.
Mas tudo fica explicado quando se constata que essa gente não se preocupa com coerência ou ideologia, e baseia-se apenas num tribalismo acéfalo baseado num sistema contorcido de lógica “nós Vs eles”.
Concordo que o Governo (apesar das pretensões), nem neoliberal consegue ser. É apenas “estúpido”! Trata os portugueses como merda e não acerta uma! Nesta fase já nem merece argumentos mais elaborados. Só não vê quem é cego ou não quer ver…
Nem merece balas de revólver. Só mesmo “Sheltox”!… É uma praga para o País, e as “radiações” mortíferas vão perdurar por décadas.
Um comentário que agradeço porque reforça o título: uma grande entrevista que acerta no alvo.
Reblogged this on A Arte da Omissao and commented:
acertou em cheio!