Ainda acham que o país poupa dinheiro por não ter ministro (Ministério) da Cultura?
Pois é, o populismo dá nisto.
Adenda: depois de alguns comentários a este poste, vi este artigo no Público de hoje. Nem de propósito…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ainda acham que o país poupa dinheiro por não ter ministro (Ministério) da Cultura?
Pois é, o populismo dá nisto.
Adenda: depois de alguns comentários a este poste, vi este artigo no Público de hoje. Nem de propósito…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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já agora :
dêem a Gulbenkian ao BIC ANGOLA
a Champalimaud à BAYER
O Museu dos azulejos à SANITANA
O Museu de Arte Antiga à ROBIALAC
Não se indignem, REVOLTEM-SE !
Pois, o último que tivemos era escritor e negou quanto pôde a palavra escrita. E isso é fatal num escritor.
Conclusão: dinheiro mal gasto.
Esse era secretário de estado, Dario. A última ministra que houve era, se bem me lembro, Gabriela Canavilhas, pianista.
Vem a dar no mesmo; a anterior (ministra) actuou ainda de forma mais leviana no que ao processo de Foz Tua diz respeito.
De manhã, o Tua era naufragável. À tarde, 40 km a montante, na inaguração do museu de Foz… Côa: “Foz Côa não é só património de Portugal, Foz Côa é património da humanidade!”.
Bom, a diferença substancial entre o vale do Tua e do Côa são duas diferenças:
1) o Tua é integralmente visitável, sobretudo de comboio, numa das mais notáveis vias férreas da Europa. O Côa, não.
2) a empresa (agora) chinesa EDP abdicou da barragem de Foz Côa. Dedicou-se a Foz Tua, que lhe dá-de pagar taxas de rentabilidade garantida, com o dinheiro dos contribuintes, por largas décadas.
Cultura? Treta de gente…
Se a presença das obras em território nacional realmente dava dinheiro então porque é que nenhum privado teve a ideia de pagar dinheiro do seu bolso para tê-las por cá? Não há portugueses a ganhar dinheiro?
Primeiro, porque as obras não estavam à venda, mas em exposição, um pormenor que faz toda a diferença.
Segundo, porque as obras não foram compradas em Portugal, foram entregues à Casa da Histórias para cá permanecerem ao abrigo de um programa contratualizados entre as partes
Além disso, já ouviu falar em património? E em património imaterial? E percebe a diferença entre ter valor (pense em cifrões, isso já lhe diz qualquer coisa) cá ou lá? Imagina quanto pode a obra de Paula Rego valorizar no futuro? Tem alguma ideia do valor acrescentado e gerado ao longo dos anos vindouros (em emprego, turismo e prestígio cultural, em programação futura e actividades criativas conexas) por uma instituição como esta?
Mas tenha cuidado, com essa largueza de vistas ainda se arrisca a ser convidado para secretário de estado da cultura deste governo
O comentário fala em dinheiro, não em valor. O comentário fala especificamente em poupar dinheiro, não preservar valor. Assim, a pergunta mantém-se: como é que a preservação das obras por cá geraria dinheiro? Essa pergunta ficou por responder, a não ser que o A. Pedro reconheça que é uma afirmação disparatada.
O poste tem um link, o link remete para um artigo, o artigo tem um título, o título diz
“Centenas de obras de Paula Rego deixam Portugal
Valem sete milhões de euros”
Sete milhões de euros não são dinheiro?
(de qualquer modo, para mim, o valor é superior. Um dos problemas, hoje, é que haja tanta gente a trocar valor(es) por dinheiro, mas isso são contas de outro rosário)
Já agora, o poste dá um exemplo, este das obras de PR, mas a verdadeira pergunta é: o país poupa dinheiro por não ter ministério da cultura?
Acha esta pergunta assim tão disparatada? Faz-me lembrar uma outra: perguntar ofende?
Mas já que gosta tanto de precisão, aqui vai uma precisão: a única afirmação que o texto tem é – “pois é, o populismo dá nisto”. É esta afirmação que é disparatada? Ou será o seu comentário?
João Oliveira
houve até várias resposta à sua pergunta.
tire o nariz da tabuada e tente pensar um bocado.
Tenho esperança que atinja.
Se não atinge, faça como a mulherzinha dos tremoços. Não comente coisas que é incapaz de perceber.
Luís Alves e João Oliveira:
Até parece de encomenda, este artigo saído hoje no Público. Já percebem o que quero dizer ou é preciso que a Paula Rego lhes faça um desenho?
http://www.publico.pt/cultura/noticia/os-1100-mil-milhoes-de-pinturas-cubistas-doados-ao-metropolitan-podiam-ter-sido-de-espanha-1591253
AH, mas os sapatos feitos de tachos e vestidos e candelabros feitos de tampöes da outra tipa, isso ficará cá. Ufa…
Fosga-se Maquiavel. Abrenúncio, apre.
Mas depois há por aqui pelo Aventar e pelo Cinco Dias gajos como ^JGMenos e outros canalhas que devem aplaudir tais actos. Tal como alguém disse acima há muita gente a trocar os valores pelo dinheiro, e o cérebro pelo dinheiro. É que pensar dá muito trabalho.
vao embora ? boa viagem……..
És mesmo bronco, não és?? Esta canalha prefere a fótocopia ao original, aliás, passa a vida a fotocopiar tudo…adoramos ; oh saloio, olha o balão!!! Alarve.Emborca umas cervejas come o marisco a que tens direito ( tremoços), come queijo picante com chulé, e ouve o Quim Barreiros.. e não laves os dentes que é para não destoares!!!
desde que se continue a esbanjar milhões em estádios e perdão das dívidas dos clubes de futebol, esta gente vive feliz.
Enquanto se continuar a gastar o dinheiro da RTP em telenovelas, esta gente tem serão assegurado.
Enquanto continuarem a promover o nacional-cançonetismo pimbalheiro, esta gente pode conduzir ouvindo rádio.
Bom proveito !
Mas parem de meter a colherada em coisas que não percebem !
AACM isso de conviver com a Joaninha e com o Relvas é lindo, mas se calhar dava jeito usar a cabeça para pensar, digo eu, não sei. Ou você gosta mesmo de se nivelar por baixo?!