Mas o problema foram os 0.8% do PIB devidos ao chumbo do TC

Dívida pública superou 126% do PIB em Fevereiro. Engana-me que eu gosto.

Comments


  1. a honestidade não consiste em fazer promeças de mau pagador.
    A honestidade é dizer “não posso pagar”, vamos ver como se pode fazer de outra maneira.

    Comecemos por impôr que “se é uma ajuda, não se pagam juros”
    6% de juros com 3,5% de recessão não se podem pagar.
    Exijamos o que a Alemanha obteve em 1953 : só se começa a amortizar a dívida quando e na medida em que Portugal esteja em crescimento.

  2. jorge fliscorno says:

    Dito por uma perigosa radical de esquerda:

    “Fiquei perplexa por não verem isto [decisão do TC] como uma oportunidade, mas como uma contrariedade. (…) Vão insistir na austeridade. (…) Não estamos a chegar a ponto nenhum”, afirmou a antiga ministra da Finanças.
    (…)
    A social-democrata lamentou ainda que se esteja a passar a ideia de que vai ser necessário um segundo resgaste depois da decisão do TC, afirmando que se ele é necessário já não é de agora. Lamenta ainda que o Governo esteja a assustar os portugueses com as afirmações que tem feito nos últimos dias.

    http://www.publico.pt/politica/noticia/manuela-ferreira-leite-acusa-governo-de-dramatizacao-e-teatralizacao-1590869

  3. jorge fliscorno says:

    O défice pode atingir os 6,3% do PIB caso o Governo não compense o chumbo do Tribunal Constitucional, e assim falhar a meta de 5,5% acordada com a troika.

    http://www.publico.pt/economia/noticia/impacto-de-medidas-chumbadas-e-de-1326-milhoes-de-euros-1590716

    Ah então é 0.8% e não 0.6%. Assim, sim, dou já a mão à palmatória e reconheço que o governo não está à procura de mais dinheiro para tapar o descontrolo das contas. É tudo culpa do Tribunal Constitucional, mesmo se o chumbo ainda não teve um pentelho de impacto no descarrilamento das contas, passados apenas 3 meses de execução orçamental.

  4. jorge fliscorno says:

    Mais um perigoso radical de esquerda:

    Os erros do ministro das Finanças nos cálculos do desemprego, da recessão e do défice levaram Marcelo Rebelo de Sousa a considerar que Vítor Gaspar perdeu credibilidade, tornando-se numa espécie de “astrólogo”. “Vítor Gaspar perdeu larguissimamente a credibilidade”, afirmou o professor, no seu comentário semanal na TVI.

  5. jorge fliscorno says:

    Afinal, o défice das contas do Estado de 2012 queda-se, no mínimo, nos 6 % p.p. do PIB.
    (…)
    Ora vejamos, aquilo que estava inscrito no relatório do OE para 2012:
    (…)
    O défice orçamental irá ser reduzido de 5,9 por cento do PIB em 2011 para 4.5 por cento em 2012, em linha com os objectivos do programa.

    http://filibuster.blogs.sapo.pt/12386.html

    Ora bem, 6% menos 4.5%, isto dá, hmmm, ora é só fazer as contas.

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