Empreendedorismo em Portugal

Invariavelmente em Portugal o empreendedorismo esbarra no parasitismo. Parabéns Martim pela lição que deste… Mas claro que se esbarrares em mais pessoas do calibre de Raquel Varela, ou pior, se pessoas dessa estirpe detiverem algum tipo de poder, talvez seja melhor mudares de país ou continente…

Comments


  1. Boa viagem. Haverá sempre uns pretos e uns chinocas para ires explorar noutros lados.

  2. portugal says:

    o Martinho nunca foi pobre nem desempregado…

  3. N Mateus says:

    Pelo menos não estão desempregados???? Mas que raio de deformação este miúdo tem na cabeça? Foi precisamente este tipo de conivência com esta forma indiscutível de regressão civilizacional que é a sobre-exploração dos trabalhadores pagos por valores pornograficamente baixos que fez com que chegássemos ao ponto a que chegámos. Mas a malta é jovem e o empreendedorismo é uma coisa muito bonita. Tudo muito inocente claro, porque o pessoal ainda não pensa..

    • Pinto says:

      Um miúdo com dezasseis anos (que agarrou a oportunidade de falar na TV para promover o seu produto) é um malandro, cheio de segundas intenções, pago por algum partido neo-ultra-mega-liberal para propagandear o capitalismo selvagem.

      A dona Raquel, que vive nos meandros do comentário político, rodada nos meios de comunicação social com as suas tiradas ideológicas, teve uma frase pura e inocente.

  4. Pedro Mendes says:

    A sério que estão a fazer a apologia disto? O miúdo não tem culpa nenhuma, ainda vai aprender, mas gente feita a fazer a apologia disto??? Vocês não conseguem perceber que o melhor que nada não é bom?? Não percebem que se cada vez que aceitamos o melhor que nada estamos mais próximos do nada???

    Eu gostava de vos ver, como eu infelizmente vejo, a fazer como as famílias do Vale do Ave, a tentar sustentar uma família com um salário mínimo…

    • Joaquim Amado Lopes says:

      Tem toda a razão, Pedro. É muito mais fácil sustentar uma família do Vale do Ave SEM um salário.

  5. omaudafita says:

    António de Almeida, eu por acaso vi o programa todo no RTP play e não entendo porque criticas a Raquel Varela. Mais importante, não entendo como defendes um projecto de um adolescente. Funciona por enquanto? Talvez…e no futuro? E se além de não funcionar deixar prejuízos? E se a sua formação for negligenciada no percurso?
    Este blog é muito frequentado por docentes, mas também é bem vinda a sua opinião.

    • Hugo says:

      E se der resultado no futuro? E se a marca passar a ser reconhecida internacionalmente? E se der lucros? E se crescer a ponto de precisar de empregar 100, 200, 500 pessoas? E se aumentar o volume de exportações? E se o puto em vez de se tornar um doutor ou engenheiro, profissional e especialista em desemprego, tornar-se um empresário de sucesso?

      Eu aceito que isto seja difícil de compreender, sobretudo por parte de pessoas que vivem e sempre viveram à sombra do Estado, com empregos garantidos para o resto da vida e sem terem passado pela necessidade de arriscar.

      • omaudafita says:

        Só dará resultado no futuro se for um negócio legal. Ainda não sei se o é. O outro empreendedor, aquele do dr relvas, também pensava que ser empreendedor era vender pipocas ilegalmente. Existe uma empresa? Paga impostos? Se me conseguir responder aceito continuar a discussão, de outra forma é mais uma fornada de economia paralela.

        • Joaquim Amado Lopes says:

          Não sabe se é legal nem sabe se é ilegal. Mas sabe que:
          1. o empresário tem 16 anos e, aos 15, em vez de se dedicar a “grafitar” paredes ou a “experimentar” (porque YOLO), montou um negócio (algo que a maior parte dos adultos não têm capacidade para fazer);
          2. pelo menos por enquanto, o negócio está a ter sucesso;
          3. o empresário não tem receio de dar a cara num programa televisivo;
          4. fez aumentar as encomendas de uma empresa portuguesa, o que ajuda pelo menos a manter postos de trabalho;
          5. exporta parte dos seus produtos, o que ajuda a aumentar a riqueza de Portugal.

          E, mesmo assim, o Hugo acha que se justifica outra coisa que não seja elogiar o Martim.

          • Joaquim Amado Lopes says:

            Correcção ao comentário anterior: não é “o Hugo acha” mas sim “o maudafita acha”.
            Fica o pedido de desculpas ao Hugo.

          • omaudafita says:

            Estou a ver que sabe muito, menos o essencial: é uma empresa devidamente legalizada ou apenas mais uma aventura clandestina? O resta é conversa da treta. Ser empreendedor não isenta de impostos, se assim fosse era concorrência desleal. Aguardo a resposta.

          • Joaquim Amado Lopes says:

            Sei tanto quanto o “maudafita” mas prefiro focar-me naquilo que sei (um jovem de 16 anos teve a visão, inteligência, capacidade de trabalho e iniciativa que poucos adultos têm) a na possibilidade de a empresa não estar legalizada (na realidade, se é empresa, por definição está legalizada) ou de pagar ou não os impostos devidos (dúvida que se coloca relativamente a TODAS as empresas).
            Aquilo que se sabe justifica plenamente o elogio ao Martim. E as críticas disfarçadas de “dúvidas” não passam de inveja ou dôr-de-cotovelo, por um miúdo de 16 anos ter metido na ordem uma “doutora” que fez uma intervenção que apenas pode ser qualificada como cretina.

  6. omaudafita says:

    Parem com a exploração da ASAE! Afinal os feirantes que vendem: Reevok, Mike e Adibas são apenas pessoas empreendedoras! Contrafacção? Não, originalidade! Impostos? Sim, os outros devem pagar esse tipo de coisas.
    Agora a sério, empreendedorismo é apenas um chavão para colocar a culpa do desemprego no próprio desempregado.

  7. omaudafita says:

    Aqui o objectivo é denegrir pessoas como a Raquel Varela. Pena que não tenha falado nada sobre a outra senhora no programa….


  8. Ela denegri-se bem sozinha, não precisa de ajuda.

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