Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.


Historicamente, os partidos tradicionais de direita que aceitaram alianças com a extrema-direita achavam sempre que os conseguiriam domesticar e conter dentro das instituições democráticas. Uma estratégia que correu invariavelmente mal na Europa dos anos 30 e que, passados 100 anos, continua a correr mal aos partidos que ocupavam o espaço da direita moderada. Julgando aplicar […]

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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Mais do mesmo. Acho boa a solução do AO mas mais valia eliminar o acento.
sinaizdefumo, a solução inicial do AO90 implicava suprimir os acentos das palavras esdrúxulas, mas até os autores do dito acordo desistiram da ideia. Eliminar estes acentos criaria a possibilidade de analogias indesejadas. Qual é a boa solução do AO?
A boa solução é a dupla grafia, em minha opinião perfeitamente justificada. Como disse, a melhor seria suprimir os acentos, mas quem sou eu…
“Dupla grafia” é uma expressão que pretende disfarçar uma realidade evidente: o acordo ortográfico não criou uma ortografia única no Brasil e em Portugal (a expressão “dupla grafia” faria sentido se ambas as palavras – porque a diferença de um acento é diferente para que sejam palavras diferentes – pudessem ser usadas indiferentemente por gente de uma única nacionalidade, o que não é o caso). Se não houvesse mais nenhuma razão, esta seria suficiente para suspender algo que, afina, não é mais do que publicidade enganosa.
Então não é dupla grafia, é outra coisa qualquer, não importa. Importa que a solução adotada é correta, na minha modesta opinião, claro.
Qual solução? A de fingir que se aproxima escrita e pronúncia, quando se sabe que é um erro básico e quando, ainda por cima, se sabe que muitas consoantes mudas têm valor diacrítico? A de fazer cair umas consoantes mudas e manter o H inicial? A de manter a grafia de várias palavras por razões etimológicas e alterar a de outras palavras, mesmo sabendo que haveria, também, razões etimológicas para as manter? A de (alegadamente) passar a escrever “adotada” porque o P é mudo e manter o O em pato, mesmo sabendo que se pronuncia U? A de aumentar o número de duplas grafias à vontade do freguês (é por isso que, entre entidades que adoptaram o AO90, umas escrevem “sector” e outras “setor”), aumentando o caos ortográfico?
Chiiii… pra cima de mim não, que tive um dia crítico. Já lhe disse que não tenho formação para esse tipo de debates. Tenho as minhas opiniões pontuais e pronto. Entretanto vou-m’ò Priberam ver o que quer dizer diacrítico.
eheheh. A formação pode ter importância, mas o respeito e a elevação têm mais. É por isso que, discordando completamente de si, gosto dos seus comentários.
Por lhe reconhecer respeito e elevação é que comento os seus posts. Quanto aos meus comentários, de facto são de alto gabarito, at’num’som?