Um *fatos, dois *fatos, três *fatos

Ontem, no sítio do costume.

DRE 24102013 Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

Post scriptum: Segundo leio na comunicação social, o “Facebook volta a permitir publicação de imagens e vídeos violentos“. Óptimo. Esta imagem pode ser publicada no Facebook.

Comments


  1. Há para todos os gostos: uns, mais “troiquistas” que a troica; outros, mais “acordistas” que o Acordo. Ortográfico, naturalmente.
    Quando alguém disse que o o AO seria uma aproximação ao falar dos brasileiros (devia ser o contrário, mas que se há-de fazer?), houve logo quem, habituado a acocorar-se, decidisse manter-se nessa cómoda posição. E quando esclareceram que o “c” antes de outra consoante era para eliminar, toca de se pôr em bicos de pés, assim como aqueles meninos que levantam o dedo na aula para dizerem que sabem a resposta. Não tiveram o discernimento de ler o resto da mensagem; a qual diz que o tal “c” se retira quando não se pronuncia, na fala.
    Em português de Portugal, porque é esse que nos interessa, diz-se “faqueto” e não “fato” – a menos que nos refiramos à indumentária.
    Pela parte que me diz respeito, continuarei a dizer e a escrever “espequetador”, deixando o espetados para os churrascos.
    Mas sou eu.


    • Exacto, em Português de Portugal, fato em substituição de facto, mesmo ao abrigo do acordo, é um erro ortográfico. Felizmente na literatura ainda não vão cometendo esse erros
      de palmatória (pelo menos nos livros que vi até ao momento).

Trackbacks


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